Azul é a Cor Mais Quente
Média
4,2
1830 notas

135 Críticas do usuário

5
61 críticas
4
35 críticas
3
19 críticas
2
11 críticas
1
1 crítica
0
8 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ísis O.
Ísis O.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de outubro de 2016
"Trava uma guerra com a família"?? A pessoa que fez a sinopse não viu o filme, só pode. Família ta longe de ser o foco do filme, que mal aparece e não existe conflito algum.
Caio B.
Caio B.

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de janeiro de 2016
Há tempos ouvia falar nesse filme e queria assisti-lo. Ora a preguiça que sempre me prejudica, ora o esquecimento que apesar de ser natural, também incomoda, faziam eu postergar. Até que nesse fim/início de ano decidi assistir as longas três horas da obra.
É um filme com bela temática (o despertar da sexualidade de uma adolescente, experiências e descobertas) e com uma característica que eu gosto. O de obra fechada, ou seja, roteiro bem escrito e amarrado onde não há espaços para interpretações dúbias e/ou passagens mal explicadas.
As atrizes (as lindas Adèle Exarchopoulo e Léa Seydoux) interpretam com alma e com afinco papéis delicados. Muito se fala sobre as tórridas cenas de sexo. Confesso que são um pouco arrastadas, mas essenciais para entender o contexto e a mensagem que se quer passar.
Acredito que o filme poderia ser menor, com a diminuição de algumas cenas arrastadas demais. Não perderiam no produto final. Preciso repetir: Adèle Exarchopoulo é linda demais e muito talentosa.
Sergio A.
Sergio A.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de setembro de 2015
o filme é meio parado mas as cenas de sexo são boas
Mísia M.
Mísia M.

37 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de agosto de 2015
Poxa coloquei toda a minha opinião lá em baixo, nos comentários e não tem como copiar esse texto e colar aqui pelo APP, que é uma bosta! La no comentario tem minha avaliação do filme, que é um bom filme, gostei pacas!
Livia N.
Livia N.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de junho de 2015
Lindo, intenso, envolvente, transante e muito azul.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2015
Filme que aguça os sentidos do espectador e define o sexo como verdadeiramente é: uma fonte de prazeres físico e carnal (aqui, são comuns as associações entre sexo e comida, de macarronadas a ostras). A sexualidade, por sua vez, é retratada ora como elemento que dispensa explicações (Emma é artista plástica passional, e Adèle estuda literatura mas detesta análise explicativa do que lê), ora como postura política do indivíduo (vide as cenas paralelas de protesto dos estudantes contra o governo e da parada gay) - trazendo inevitavelmente à memória a Trilogia das Cores de Kieslowski, em que a liberdade é azul -, ora como filosofia existencial, segundo a qual a essência do homem vai sendo adquirida de acordo com as experiências que ele vive (inclusive as sexuais). No geral, não é um filme que levanta bandeiras (o que é excelente), uma vez que está engajado apenas em transformar em imagens tesão e sentimento - e faz isso muito bem.
Ludmila T.
Ludmila T.

23 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de maio de 2015
Um filme humanizado de tal forma que é impossível não ter empatia e compaixão pela personagem principal e seus dramas reais. O espectador pode sentir-se mesmo intimo à Adelle e partilhar de suas emoções.
Mostra de forma precisa, porém sutil, as pressões e preconceitos ao redor dos gays e as pressões internas que isso gera, Contudo, não é um filme de bandeira gay. A questão é mais humana, por ser tratada de uma forma simples, sem muitos fetiches ou vitimização.
É uma história tratada de forma bem realista sobre a transição da adolescencia pra vida adulta, as descobertas da sexualidade, as pressões sociais e os padrões impostos.
Apesar de muito bom, não é um filme pra qualquer um... É longo e não vai agradar os mais impacientes... também contém muitas cenas de sexo explícito, o que pode chocar os desavisados...
Thiago B.
Thiago B.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de maio de 2015
Ótimo filme francês, uma relação surpreendente com um romance bem diferente e nada trivial, recheado de cenas quentes e um drama inteligente.
Leo Thomas D.
Leo Thomas D.

23 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de abril de 2015
Primeiro são os planos usados pelo diretor, são incríveis, segundo a história ficou intrigante pela descoberta do relacionamento da protagonista e os conflitos, muito bom o filme!
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2015
Uma coisa chata nos cinemas brasileiros é essa mania de não pagar direitos autorais e o nome original de um filme. Porque, algo acontece, ou erra total ou entrega todo o filme.

E, foi o que aconteceu neste, pois, o título original é La vie d’Adele, o que não chega a estragar todo o filme, mas dá a entender do que se trata toda trama. Mas Azul é a cor mais quente, não só estraga, como quase nos chama de idiotas que não conseguiríamos ver a associação de vários aspectos do filme, seja no cenário, da fotografia, da estética se voltar para a cor azul.

La Vie d’Adele se trata de uma história muito complexa, pois tenta mostrar algo muito individual, muito particular e extremamente confuso. É a passagem de vida juventude para a vida adulta. É nessa fase da vida que escolhemos vários fatores que podem influenciar todo o resto de nossas vidas. E partindo dessa problemática, cheio de duvidas, incertezas com relação ao futuro e, é claro, seus descobrimentos que o diretor Abdellatif tenta mostrar nesse filme.

O filme começa contando às duvidas e incerteza que afloram na adolescência de Adéle e por conseqüência o amor que surge por Emma, uma passagem difícil de viver e muito mais difícil de explicar. Daí se desenrola um amor ímpar entre as duas meninas e cenas verdadeiramente lindas. O fato das duas atrizes não usarem maquiagem realça ainda mais a beleza de cada uma de uma forma única.

Há três cenas que vela pena de ver de novo, a primeira cena de sexo entre as duas, a cena da briga e a cena do café.

O preconceito se mostra, eu diria até discreto neste filme, pois se você não prestar a atenção não vai perceber. A única cena de preconceito “normal”, Adéle vive na escola por parte de sua amiga. Nas famílias, o preconceito ficou por conta do diretor, que expôs as duas famílias de forma diferente, na Emma, uma família mais abastarda, não há de forma alguma um preconceito. Já na família de Adéle, uma família simples,elas nem se quer se apresentam como namoradas. Isso dá pra botar na conta do diretor.

Azul é a cor mais quente, não se refere na cor do cabelo da atriz que interpreta Emma, mas vemos o azul em toda parte do filme. Do início até o fim. Desde o quarto de Adéle, até a inscrição, que identifica o banheiro feminino. Bom o titulo original é, em francês: La Vie d’Adéle, o que pelo pode se perceber é que pode ter continuação e esse é o gosto que se tem quando termina de se assistir esse filme.

Há muito mais que uma simples bandeira hasteada a favor das relações homoafetivas nesse filme. O diretor consegue fazer nos pequenos detalhes da história um emaranhado de relações e contrapontos relevantes.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa