Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1828 notas

135 Críticas do usuário

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Alan
Alan

16 seguidores 358 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de junho de 2024
O filme retrata a vida de um casal de jovens lésbicas, como se fosse um casal de heterossexuais. Não dá muita ênfase na questão do preconceito, o que é um ponto positivo para o filme não ser clichê. Está de acordo com a aceitação da sociedade atual, especificamente a francesa, que é mais liberal. E claro, os diálogos são sempre um destaque nos filmes franceses. Um bom filme, se não visto de forma preconceituosa.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 367 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de janeiro de 2022
Assisti esse filme sem expectativa nenhuma, mas o mesmo me causou uma grata surpresa. Um filme de temática polêmica e complicado para os que vivem este processo, onde em poucos filmes vi atuações brilhantes como as de Adelle e Emma. A primeira transmite todas as emoções e sensações apresentadas no filme, primeiramente o seu lado menina, ingênua, pura e curiosa, depois suas dúvidas, medos inseguranças, em alguns momentos do filme é como se ela estivesse desconfortável em determinadas situações. Aos poucos a personagem vem vivendo essa busca de auto conhecimento que parece ser encontrado ou ficado próximo disso, mas o passar do filme e o final mostra q mesmo vivendo a grande paixão, para uns a certeza do q é ou quer é fato, para outros existe uma complexidade muito maior.
Nicolas
Nicolas

19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de outubro de 2022
Primeiro, antes de falar o que eu acho, é preciso tirar o "elefante da sala": as atrizes alegaram que sofreram abusos do diretor, e ficaram desconfortáveis de terem que fazer cenas de sexo que demoraram horas na frente de uma equipe enorme.

Agora analisando apenas a obra: filme excelente. Pra mim é um "coming of age" da Adele. A Emma passa na vida dela como um furacão, vira de cabeça pra baixo. Com a Emma, a inexperiente Adele aprende o que é sexo, amor, paixão, ciúmes. Depois, segue sua própria vida. Ela é lésbica? Bissexual? Fica em aberto no final do filme, e isso não importa tanto. O papel da Emma na vida da Adele já se cumpriu.

Transformou a garotinha tímida e sexualmente confusa, numa grande mulher pronta pra viver relações mais saudáveis, onde os papéis sociais e afetivos sejam mais equilibrados.
ReneAndroid.apk
ReneAndroid.apk

17 seguidores 170 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de dezembro de 2023
O filme é excelente, embora seja muito explicito. Ele mostra como é um romance, e como é a vida das garotas que se apaixonam. Um bom filme romântico.
Roberio Lima
Roberio Lima

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de maio de 2020
Quando estreou no cinema, "Azul é A Cor Mais Quente" (La Vie D' Adele), teve grande repercussão pelas cenas quase explícitas de sexo entre duas garotas. Agora, já tendo se passado algum tempo, é possível constatar que as cenas mais "quentes", não são a melhor parte do filme. Aliás, o que existe de mais belo na película não foi encenado. Ou seja, a beleza está nas entrelinhas de cada cena.
Em pouco mais de três horas, o diretor franco-tunisino Abdellatif Kechiche, desconstrói uma relação entre duas pessoas e exalta a evolução de sentimentos contidos na personagem do titulo original. Alias, Adèle reproduz o personagem com excelência, e nos convence do que esta sendo mostrado na tela, a ponto de termos a sensação de se tratar de um documentário, tamanho o teor de realismo contido nas cenas. Não há uma uma definição muito obvia sobre a questão homo afetiva, até porque o filme poderia ser tranquilamente retratado por um casal hétero, mas acredito que o ´´grande barato´´ do filme ficaria diluído à uma trama boba, e sem a captação da mesma delicadeza transmitida pela áurea feminina.
Para alguns o filme em si, será uma grande decepção, pois as ´´máximas do amor`` são dissecadas sem fantasia ou final previsível. Afinal, estamos falando de um retrato amargo dos que insistem no ``final feliz``.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 15 de abril de 2020
O filme é de uma sensibilidade imensa!Não tem medo de falar de um assunto tão delicado, que é a sexualidade e fala de uma forma muito boa disso!A fotografia é impecável.As atuações são muito boas principalmente a de Adèle Exarchopoulos!É emocionante, tendo um final bem triste e de certa forma inesperado!Entretanto o filme fica cansativo em alguns momentos, quase não andando e talvez a forma como a relação das duas atrizes principais é retratada em algumas ocasiões cause um certo desconforto em algumas pessoas!De forma geral o filme não deixa de ser muito bom e ter sim seu valor artístico, muito forte e de ser muito bonito tanto esteticamente quanto pela história de amor!Aprovado!
Dango
Dango

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de outubro de 2019
Um filme que mostra o que realmente é cinema. O elenco, o roteiro, mostra um desapego da vida real e uma entrega profunda a arte. O empenho do elenco, é realmente maravilhoso. Gosto muito de filmes que retratam uma vida comum com ênfase nos detalhes, traços de cada personagem e como a vida acontece. Tudo isso acompanhado de uma trilha sonora bem aplicada que nos faz sentir muito nostálgicos. spoiler: A traição foi muito bem aplicada no roteiro, já que o filme retrata a vida real, um romance perfeito fica pra outra história.
Recomendo a todos!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.290 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de abril de 2018
França na área com filme Erótico, romântico e dramático! Aqui temos um roteiro de 3 horas que não cansa e muito menos se arrasta, trás consigo atos bem definidos e uma direção eficiente, atuações fortes, essas meninas mereciam óscar, pois são atuações de cair o queixo. Azul é a cor mais quente nos transmite o melhor do cinema francês.
Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de março de 2018
Esse filme superou todas as minhas expectativas positivamente. O filme conta a história da adolescente Adèle, uma estudante que está em busca de ser feliz e encontra no amor sua plena realização. Uma jovem doce que se entrega de corpo e alma ao grande amor de sua vida, a estudante de artes Emma. O grande ponto do filme é a espetacular atuação da jovem atriz francesa Adèle Exarchopoulos, que mesmo tendo o desafio de interpretar um papel extremamente difícil consegue encantar os expectadores com sua leveza e delicadeza. Sua beleza, seus olhares nas cenas dramáticas, suas expressões e até mesmo suas falas são dignas de aplausos. Roteiro muito bem escrito mesmo nos extensos diálogos que parecem não ter fim. Ótima direção do então desconhecido Abdellatif Kechiche que consegue conduzir com maestria essa obra prima do Cinema Francês ... Vale muito a pena conferir !!!
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de janeiro de 2017
................................... UAU! Que história INTENSA na arte de amar, de se apaixonar, de se entregar, de gozar de umas das coisas mais prazerosas nesta vida.....(.....e eu sozinho aqui.....). Tive até que tomar uma ducha gelada, que calor!!!!! Que romance..... E desde já declaro amor (e T) incondicional pela bela atriz Adèle Exarchopoulos ("donde"?) de 23 anos. Nascida em Paris, França, ela é linda com seu rosto angelical e sexy. Seu olhar é de congelar. E sua boca....os deuses a desenharam, não é possível, que perfeição (Angelina Jolie, me perdoe)! E que atriz.... ela já tem 11 filmes na carreira que nunca ouvi falar deles, mas irei assistir, com certeza.....L'amour, L'amour, como sou viciado em tu!
Acho que daria liga Portugal e França, hein? E o sobrenome? "Exarchopoulos de cerveja" combina com "Tomás uma cerveja" não combina? Aaaaah sonho meu.....
Inspirado em uma HQ homônima de Julie Maroh que o diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche (quem?), livre de amarras à obra original, nos entrega algo profundo, intimista, bonito, interessante e cotidiano. Um enredo que vai da perfeição em sua construção à falhas no contexto.
Perfeito na construção de sua trama, que é rapidamente detalhista em seu começo ao mostrar o dia a dia da vida da protagonista de 15 anos, Adèle (interpretada por Adèle Exarchopoulos.....aiaiuiui), como na discussão em classe sobre amor à primeira vista e como o acontece ao cruzar uma rua (Exarchopoulos já convence nesta cena). Kechiche se preocupa em que o espectador saiba que nossa "heroína" é uma garota simples, normal e que está se descobrindo para a vida. E assim que conhecemos a personagem é que as falhas no contexto geral começam (na minha opinião, of course!) pois temas que seriam importantes abordar, mesmo que rapidamente como em seu início, não acontece (e olha que são praticamente 3 horinhas de película.....). Ok, ok, o foco é no romance, mas coisas externas sobre tal "love" dariam certo impacto, sei lá. Veja, temos sim o preconceito (abordado mais uma vez ligeiramente), temos o medo (presente o tempo todo no olhar de Adèle, mas o porquê disse se não temos o preconceito em cena?), temos a relação pais/filhos sobre aceitação (mais uma vez no vapt/vupt e aqui também é demonstrado as diferenças sociais) mas conforme nossa adolescente cresce esses temas são esquecidos, menos o medo dela de se assumir. Outra coisa que causa um leve desconforto é a linha temporal porque quando a noite cai e esperamos o dia seguinte, a estória já segue meses adiante e isso pode causar certa confusão.
Talvez o que importasse para o cineasta fosse apenas a relação entre as duas mulheres, e não estou falando apenas do sexo em si (que pelas barbas do Batman, o que é aquilo!?!?!), mas do relacionamento. E acho que é ai que Kechiche mereceu todos os elogios e o aclamado prêmio: a Palma de Ouro (junto com as atrizes). Sobre uma vida a dois, não importa se é hétero ou homossexual, é simplesmente e apenas complicada. Perfeito! Isso sim é construído com cuidado e atenção. Começa pelo olhar que se transforma em paixão, amor e após o tesão de se descobrir, vem todos os problemas que se tem em uma namoro/casamento como ciúmes, carência, solidão. É incrível que quando estamos focados em algo pessoal, nos tornamos ausente e quando carentes, nos cedemos a algo presente. Outro acerto de Kechiche foi em realçar os belos traços de suas atrizes (bem mais em Exarchopoulos) , como os olhos, os lábios, o cabelo, os braços, ou seja, tudo o que prestamos atenção quando estamos apaixonados. E o azul presente, não está só nos cabelos de Emma (Léa Seydoux), a par romântica de Adèle, mas sim em roupas, unhas e por ai vai.....
Lógico que tal dramaturgia só foi tão aclamada devido a atuação das duas atrizes, da Adèle Exarchopoulos "Tomás" (já casei a menina comigo.....) e da Léa Seydoux (linda demais com seu olhar sério e misterioso! Esta já conhecida, pois atuou em filmes como BASTARDOS INGLÓRIOS de 2009, MISSÃO IMPOSSÍVEL - PROTOCOLO FANTASMA de 2011 - comentários aqui no NP e sim, ela já foi uma Bond Girl em 007 CONTRA SPECTRE de 2015 - comentários aqui no NP). Ambas fantásticas em suas performances, que química, que entrega à suas personagens. Não deve ter sido fácil tamanha intimidade e realismo (tanto que gerou certo desconforto das duas com o diretor). Que se fo#@ as falhas ou perfeições, o que vale é a atuação delas e mais uma vez, não devido ao sexo explícito entre elas e sim pela sua interpretação sobre as protagonistas.
E vamos falar do tar sexo..... SENSACIONAL! Não por ser explícito e mostrar o corpo nu dessas atrizes lindas e maravilhosas (ok, isso também vai.....), mas por você conseguir enxergar paixão, desejo, amor, vontade, T em seu máximo esplendor. E que 69.....uma pintura (e se você reparar na cena da exposição, ela está la)!
E em seu final a lá CINQUENTA TONS DE CINZA ("Anastasia...".."Christian"....."fecha porta do elevador"..... Caaaaalma cocada, não termina assim), o vídeo finaliza com um "capítulo 1 e 2" deixando a entender que termos mais e diferentemente do movie cinzento citado, queremos ver a continuação da vida de Adèle, que mesmo adulta, ainda esta se descobrindo como ser humano (mas acho difícil, pois a troca de farpas entre diretor e atrizes após a premiação foi froid. Ma a aaaas, nunca duvide das "verdinhas americanas").
Um entretenimento sobre se apaixonar, se amar, se descobrir, se relacionar, se abalar, se restruturar, sobre nesta vida estar! E mais uma vez, não importa sua preferência sexual, quando se junta os trapos, sempre vai existir um "homem" e uma "mulher"...
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