Azul é a Cor Mais Quente
Média
4,2
1830 notas

135 Críticas do usuário

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ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de abril de 2014
Tenho basicamente dois problemas com este tipo de filme.. primeiro- é frances- e eles nao perdem a mania do "nouvelle vague" que detesto, by the way.. a falta de musica e diálogos com caretas e interminaveis silêncios, me irritam bastante..e a segunda coisa é que relaçao sexual entre duas mulheres
nao me atrae.. me cansa.. falta testosterona nisso.. como este filme é exageradamente sobre relaçoes sexuais entre duas criaturas que nao teem o essencial ( na minha modesta opiniao o "essencial") se tornou cansativo e por consequencia - um grande tédio..demorou pra acabar..Isto reforçou minha idéia de que.. relaçoes lesbicas nao me interessam, pelo menos nao da forma que me interesso pelas relaçoes gays..é o ultimo filme no gênero que assisto.. nao foi o primeiro por muito pouco...A mais velha tinha uma familia super interessante.. a mais nova uma familia altamente chata.. daí a mais velha ser resolvida e a mais nova.. um nó..Me perdoem os críticos de plantao.. mas so falei o que realmente sinto.. Um filme pra esquecer rapidinho.. as atrizes sao ótimas..se nao forem lesbicas.. parabens.. convenceram..!! Nao acho o filme ruim, nem lixo como escreveram alguns colegas.. mas eu passo... respeitosamente.. eu passo!
Will B.
Will B.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de janeiro de 2014
Um filme longe, porém não chega a ser cansativo. Visualmente muito natural que da um ar muito bom ao filme(bem diferente dos filmes norte-americanos) Azul é a cor mais quente é uma obra de arte nesse quesito. Porém peca nos detalhes, com cenas desnecessárias e um drama mal resolvido.

Gostei de assistir ao filme e vpi recomenda para meus amigos. É um filme legal e divertido.
Hudson D.
Hudson D.

16 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de janeiro de 2014
Fazer um filme para dar certo, que fale sobre homossexualismo na adolescência, deve ser difícil. E nessa obra, o que mais foi falado, e que o grande maioria do público adorou, e outro sentiu um "certo" incomodo, foram as cenas de sexo lésbico que repercutiram de uma certa forma polêmica, que quase deu uma impressão equivocada de que o filme foi feito para atrair heterossexuais "machistas" ; uma vez que, se fosse essa a proposta da película, seria melhor assistir a sites pornográficos, como já foi até exposto pela atriz protagonista, Adèle Exarchopoulos, em uma entrevista. Todavia, não entendi a real necessidade de tais cenas serem tão longas e aproximadamente explícitas, dando ao filme um juízo de valor de quase cansativo e entediante; por conseguinte, talvez tenha sido uma maneira de chocar os espectadores e servir de propensão para contar uma história das descobertas e conflitos de uma adolescente que vive a liberdade de experimentar sua sexualidade. Outrossim, parece que o filme demonstrar uma nova tendência do cinema de arte: "que o que assusta, não espanta"; além disso, um filme que conta uma boa história, sendo bem dirigido e com ótimas atuações, não há risco de se tornar uma "pornochanchada".
Frantisco d.
Frantisco d.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Fotografia linda, ótima atuação de ambas atrizes porém o filme peca na falta de ritmo e exagera tanto nas cenas de sexo que acaba perdendo o foco. O que era pra ser uma historia de amor entre uma jovem insegura e que está se descobrindo quase vira uma fantasia de um adolescente punheteiro. Más vale a pena ver.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Azul é a Cor Mais Quente e Um Filme Bem Interessante , Atuaçoes Excelentes e Uma Boa Historia Filme Tem Cenas Fortes De Sexo Entao Nao é Bom Assisti Com Alguem De Menor Contudo Recomendo Bom Filme Nota 8.5
Nelson Tadeu P.
Nelson Tadeu P.

4 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de dezembro de 2013
filme francês que mostra uma adolescente que não sabe bem o que um amor lesbico intenso mas sozinha procura outros relacionamentos. Chega a ser cansativo e com cenas de sexo que parecem ou são reais
Fernanda M.
Fernanda M.

14 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de dezembro de 2013
O filme chamou minha atenção antes de ir vê-lo por toda a história das atrizes com o diretor e pelo fato das duas terem recebido a Palma de Ouro junto com ele. Além disso, já esperava que um filme que mostra um casal homossexual causasse polemica, ainda mais com as tão faladas cenas de sexo,
Como em toda relação amorosa, o sexo está presente na vida do casal e o diretor não faz a mínima questão de esconder o ato ou deixá-lo implícito. Porém, o sexo, homossexual ou não, ainda é um tabu na sociedade. As várias cenas de sexo não deixam ninguém indiferente: tem os que gostaram, os que ficaram chocados, os que acharam exageradas e por ai vai.
Os closes do filme são extremos. A intimidade dos atores, principalmente de Adèle, é exposta de maneira quase que sufocante. Momentos em que ela fala enquanto come ou se debulha em lágrimas viram cenas que beiram a escatologia.
A história do filme é interessante, bastante realista. As duas atrizes parecem não atuar, mas sim viver a vida das personagens. O grande trunfo da história, para mim, não é retratar o amor entre duas mulheres, mas mostrar as diferenças entre as duas. Emma é mais velha, já segura de sua sexualidade, artista, fez faculdade e tem aquele ar acadêmico, assim como seus amigos. Já Adèle é mais jovem, insegura em vários aspectos, não pretende seguir carreira acadêmica e quer "apenas" ser professora de crianças. Esse desecontro de realidade e desejos tem um papel importante no filme e é a parte mais interessante da história. Acaba que muitas pessoas identificam-se com a jovem Adèle, muitas vezes perdida no mundo dos intelectuais que não lhe pertence.
Mas mesmo com um bom enredo, o filme ficou longo demais. Algumas cenas arrastaram-se sem motivos. As 3h poderiam ser 2h20, sem grandes perdas de conteúdo e sem prejudicar a compreensão da história.
Enfim, é um filme polemico que choca muitos dos que vão assistir e se prendem as partes de sexo. Mas a atuação das duas atrizes é muito boa, o que, por si só, é um motivo para assisti-lo.
Taiani M.
Taiani M.

39 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de dezembro de 2013
É tudo sobre Adèle. A dona da boca que toma conta da tela, que come com prazer, que tem sono agitado, que seduz, que não precisa de batom, que vai sem medo, que grita, que chora e come meleca, que ama, que chupa, que nunca cospe, que defende a profissão diante da pressão artística burguesa da namorada e seus pares. Satisfeita com o amor, tal qual a Pomme de "Um Amor Tão Frágil" (1977), interpretada por Isabelle Huppert, Adèle não precisa criar para existir. Felizmente ela tem o trabalho, igualmente amado, para livrá-la da loucura que o inevitável fim do intenso relacionamento poderia trazer.
Kechiche pode preferir a boca e a bunda, mas o olhar é também destaque no filme. Adèle é igualmente gulosa com os olhos e a eles recorre quando não consegue dizer. O flerte com o rapaz, o amor à primeira vista, a percepção do término – com Louise Brooks ao fundo, na mais bela cena do filme –, o reconhecimento da "derrota". E no fim ela se vai, de costas. Sem nada a mostrar.
Se cabe uma comparação, Adèle Exarchopoulos com Kechiche é como Sandrine Bonnaire com Pialat em "À Nos Amours" (1983). Que o talento não se perca por aí.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
As vezes ficamos fartos, atormentados com certas misérias cinematográficas, então corremos ladeira abaixo desesperados por uma produção digna, efetiva o bastante pra nos fazer chora é refletir. Mas não é isso que precisamos ou encontramos. Azul é a Cor Mais Quente é um filme entediante e fútil. Deparamos com personagem fortes, bem elaborados, eles são fantoches, mostram a realidade aleia, a realidade cujo a sociedade segui sem contestar. Azul é a Cor Mais Quente é bonito no sentido amoroso, mas é extremamento vazio com diálogos chatos. Podemos fecha nossos olhos é apenas ouvir os gemidos exagerados, o sexo compostor nesse filme é extremamente deselegante, somos obrigados a cada dia, ver aquilo que praticamos, aquilo que adorando! Sendo sujo ou delicioso, o sexo não passar de uma exibição ambiciosa e ridícula composta neste filme. Sentimos o amor queima ferozmente as personagem, apreciamos a beleza de amar alguém, vivenciamos o poder da traição, o desprezo da exibição. Mas Azul é a Cor Mais Quente é um filme feito pra exibir aquilo que praticamos, ele foi feito pra ser refletido, pois reflexão está presente em todos os cantos, acontecimento e momentos abusivos neste filme. O Fato de ser duas mulheres se amando não muda nada, seria a mesma coisa se fosse protagonistas héteros, seria mais um farto filme realista. O diretor apenas inverteu as peças, trocando o Hétero aceito pela sociedade, colocando o Lésbico quase aceito pela sociedade, sendo que o Homossexualismo está exposto no longa, que nem em todos os cantos é aceito pela sociedade. Todos sofrem, todos traem, todos são sujos, imundos, todos são malditos. O Filme é claro! Não existe barreira pra aqueles que ver a verdade nele. Apenas abra sua mente e veja diferente. Vejo as protagonista como um casal hétero. Pronto, está feito um filme que representa a sociedade.
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