Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1829 notas

135 Críticas do usuário

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Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2015
Uma coisa chata nos cinemas brasileiros é essa mania de não pagar direitos autorais e o nome original de um filme. Porque, algo acontece, ou erra total ou entrega todo o filme.

E, foi o que aconteceu neste, pois, o título original é La vie d’Adele, o que não chega a estragar todo o filme, mas dá a entender do que se trata toda trama. Mas Azul é a cor mais quente, não só estraga, como quase nos chama de idiotas que não conseguiríamos ver a associação de vários aspectos do filme, seja no cenário, da fotografia, da estética se voltar para a cor azul.

La Vie d’Adele se trata de uma história muito complexa, pois tenta mostrar algo muito individual, muito particular e extremamente confuso. É a passagem de vida juventude para a vida adulta. É nessa fase da vida que escolhemos vários fatores que podem influenciar todo o resto de nossas vidas. E partindo dessa problemática, cheio de duvidas, incertezas com relação ao futuro e, é claro, seus descobrimentos que o diretor Abdellatif tenta mostrar nesse filme.

O filme começa contando às duvidas e incerteza que afloram na adolescência de Adéle e por conseqüência o amor que surge por Emma, uma passagem difícil de viver e muito mais difícil de explicar. Daí se desenrola um amor ímpar entre as duas meninas e cenas verdadeiramente lindas. O fato das duas atrizes não usarem maquiagem realça ainda mais a beleza de cada uma de uma forma única.

Há três cenas que vela pena de ver de novo, a primeira cena de sexo entre as duas, a cena da briga e a cena do café.

O preconceito se mostra, eu diria até discreto neste filme, pois se você não prestar a atenção não vai perceber. A única cena de preconceito “normal”, Adéle vive na escola por parte de sua amiga. Nas famílias, o preconceito ficou por conta do diretor, que expôs as duas famílias de forma diferente, na Emma, uma família mais abastarda, não há de forma alguma um preconceito. Já na família de Adéle, uma família simples,elas nem se quer se apresentam como namoradas. Isso dá pra botar na conta do diretor.

Azul é a cor mais quente, não se refere na cor do cabelo da atriz que interpreta Emma, mas vemos o azul em toda parte do filme. Do início até o fim. Desde o quarto de Adéle, até a inscrição, que identifica o banheiro feminino. Bom o titulo original é, em francês: La Vie d’Adéle, o que pelo pode se perceber é que pode ter continuação e esse é o gosto que se tem quando termina de se assistir esse filme.

Há muito mais que uma simples bandeira hasteada a favor das relações homoafetivas nesse filme. O diretor consegue fazer nos pequenos detalhes da história um emaranhado de relações e contrapontos relevantes.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
“Azul é a Cor Mais Quente”, filme dirigido e co-escrito por Abdelatif Kechiche, não é a primeira obra a falar sobre o desabrochar da juventude e sobre a descoberta do primeiro amor. Mas, sem dúvida, o filme francês vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes 2013, é uma obra que quebra padrões, especialmente na forma como retrata uma história de amor tão intensa e verdadeira quanto os seus dois principais vértices.

Para os franceses, a cor azul já simbolizou a liberdade na trilogia dirigida por Krzysztof Kieslowski. Aqui, no filme de Abdellatif Kechcihe, a cor azul tem um significado completamente oposto àquilo que está normalmente ligado (tranquilidade, serenidade, harmonia, frieza, monotonia e depressão). Para a jovem Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma estudante do colegial, o azul da cor dos cabelos de Emma (Léa Seydoux) que tanto lhe chamam a atenção, passam a representar para ela o calor, o conforto e o companheirismo advindos da descoberta e da vivência do primeiro amor.

Na forma como é retratada, especialmente no início de “Azul é a Cor Mais Quente”, Adèle nos passa a imagem de uma adolescente confusa, que ainda precisa encontrar seu lugar no mundo. E ela tenta isso por meio dos relacionamentos amorosos que estabelece, primeiramente, com Thomas (Jérémie Laheurte), e, posteriormente, com Emma. A verdade é que, com Emma, Adèle experimenta o amor na sua forma mais plena, na medida em que ela passa por um grande processo de amadurecimento, se descobre como mulher, expande seus horizontes e encontra o seu caminho. São essas transformações em Adèle, por meio da vivência do mais belo dos sentimentos, que são retratadas, de uma forma muito real, no filme de Abdelatif Kechiche.
Gabriel B.
Gabriel B.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2015
O filme retrata o belo amor e de uma forma me cotidiana ao longo do enredo. Problemas financeiros, sexuais e entre outros. O gay não e maior dos problemas. O amor e pra todos.
Cristiane M.
Cristiane M.

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5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2015
E maravilhoso adoro esse filme
❤❤❤❤........................ FERFEITO
Raphael M.
Raphael M.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Um filme excelente, sem grande orçamento, de reflexão provocante. Não tenho muito o que dizer, amei.
Gauthier M.
Gauthier M.

10 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de dezembro de 2014
O filme começa bem! Desenvolve a personagem central, Adele e o universo adolescente francês no qual ela vive. Logo nos é apresentado o garoto pelo qual ela, devido à influência e pressão do círculo de amigas, se sente no dever de ter um relacionamento interpessoal, inclusive sexual. E de cara ela nota que não deseja àquilo. Confusa, procura por coisas novas se sentindo envolvida por uma amiga. Mas encontra sua grande paixão mesmo em Emma, a mulher exótica dos cabelos azuis, descolada, classe alta, culta e envolvida com pessoas de grande influência no meio artístico. Fica nítido devido aos excelentes diálogos entre elas no parque, nos jantares em casa, a diferença social entre Adele - apresentada claramente como classe média/baixa - e Emma.
O filme consegue retratar bem o que é a cabeça de uma adolescente que se apaixona de forma muito intensa por uma mulher mais velha e diferente em termos sociais, culturais, e se sente confusa e pressionada a tomar decisões.
Mas é somente isso que o filme propõe. Somente isso. O que torna a proposta da trama muito pobre, tendo em vista que poderia explorar e discutir de forma mais abrangente temas como: aceitação social sobre a liberdade de escolha da sexualidade, valores morais, diferença social, preconceito.
O que deixa a desejar também é o fato de a linha temporal na narrativa do filme não ser clara o bastante; em alguns momentos passaram-se dias, em outros passaram-se anos e os pontos que estavam começando a ser levantados para uma reflexão passam batido ou são pouco explorados.
O filme vai se encaminhando para o desfecho final, mas não há. Ele não pontua nada do desenvolvimento da trama e fica uma frustração, pois a proposta do filme é só apresentar a paixão intensa que Adele teve e desperdiçou devido à escolha errada que fez.
Como ponto forte, vale destacar as atuações das atrizes principais, o figurino com tons de azul em momentos diferentes vividos por Adele, o filtro azul muito bem usado, juntamente com a fotografia.
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de dezembro de 2014
Eu fiquei apaixonada pelo longa. Entretanto uma das coisa que me incomodou muito foi a linha do tempo que para mim ficou mal explicada, eu não sabia quanto tempo tinha passado a cada mudança de cena e o fato de não deixar muito em evidência o relacionamento da protagonista Adele com os pais dela. Agora todo o resto ficou perfeito, a interpretação, o roteiro, tudo. Vale muito a pena assistir.
Ana Flávia L.
Ana Flávia L.

61 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2014
Azul, azul, azul! Ah, esse filme é uma delicia. Francesas são maravilhosas. Um dos melhores filmes LGBT na minha opinião, fotografia de tirar o fôlego. Preferido!
Andreza C.
Andreza C.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de novembro de 2014
Achei lindo...Adèle Exarchopoulos foi perfeita. Uma bela interpretação.
Maayara A.
Maayara A.

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de novembro de 2014
Muito bom!! Sem palavras  recomendo super
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