Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
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135 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,5
Enviada em 12 de abril de 2018
França na área com filme Erótico, romântico e dramático! Aqui temos um roteiro de 3 horas que não cansa e muito menos se arrasta, trás consigo atos bem definidos e uma direção eficiente, atuações fortes, essas meninas mereciam óscar, pois são atuações de cair o queixo. Azul é a cor mais quente nos transmite o melhor do cinema francês.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Azul é a Cor Mais Quente e Um Filme Bem Interessante , Atuaçoes Excelentes e Uma Boa Historia Filme Tem Cenas Fortes De Sexo Entao Nao é Bom Assisti Com Alguem De Menor Contudo Recomendo Bom Filme Nota 8.5
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
É um filme de temática gay, e isso fica bem claro na forma com que a relação entre Emma e Adèle é explorada em seus preconceitos, diferenças e... sexo. De verdade: ou o sexo é tão primordial ou ele é enfocado de forma tão exaustiva, quase pornográfica, que consegue nos tirar do filme. O diretor Abdellatif Kechiche acertou em cheio ao usar a proximidade da câmera no excelente O Segredo do Grão para determinar uma tensão crescente, tanto sexual quanto em seu suspense. Aqui essa proximidade é gratuita ou, mais uma vez, ele está explorando a beleza física da atriz Adèle Exarchopoulos sob todos os ângulos, posições e bocas. Só há algo que exagera mais em tela do que o sexo: o azul. Tanto azul que fica difícil interpretar qualquer simbolismo deixado pelo caminho.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
“Azul é a Cor Mais Quente”, filme dirigido e co-escrito por Abdelatif Kechiche, não é a primeira obra a falar sobre o desabrochar da juventude e sobre a descoberta do primeiro amor. Mas, sem dúvida, o filme francês vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cinema de Cannes 2013, é uma obra que quebra padrões, especialmente na forma como retrata uma história de amor tão intensa e verdadeira quanto os seus dois principais vértices.

Para os franceses, a cor azul já simbolizou a liberdade na trilogia dirigida por Krzysztof Kieslowski. Aqui, no filme de Abdellatif Kechcihe, a cor azul tem um significado completamente oposto àquilo que está normalmente ligado (tranquilidade, serenidade, harmonia, frieza, monotonia e depressão). Para a jovem Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma estudante do colegial, o azul da cor dos cabelos de Emma (Léa Seydoux) que tanto lhe chamam a atenção, passam a representar para ela o calor, o conforto e o companheirismo advindos da descoberta e da vivência do primeiro amor.

Na forma como é retratada, especialmente no início de “Azul é a Cor Mais Quente”, Adèle nos passa a imagem de uma adolescente confusa, que ainda precisa encontrar seu lugar no mundo. E ela tenta isso por meio dos relacionamentos amorosos que estabelece, primeiramente, com Thomas (Jérémie Laheurte), e, posteriormente, com Emma. A verdade é que, com Emma, Adèle experimenta o amor na sua forma mais plena, na medida em que ela passa por um grande processo de amadurecimento, se descobre como mulher, expande seus horizontes e encontra o seu caminho. São essas transformações em Adèle, por meio da vivência do mais belo dos sentimentos, que são retratadas, de uma forma muito real, no filme de Abdelatif Kechiche.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de dezembro de 2013
Um excelente filme. Um doce romance homossexual de duas mulheres. O tema tem aparecido com bastante normalidade nas telas, mas não com a simplicidade, qualidade e realidade do filme francês. Mesmo assim, não havia necessidade de quase 3 horas de filme. Acredito que as filmagens ficaram tão boas que tiveram pena de cortar muito. Adèle Exarchopoulos, no papel de Adèle e Béatrice
Anne Loiret, como Emma, estão perfeitas. A direção, também. O filme é quase todo feito para explorar as emoções faciais. Os olhos, a boca, o sorriso, as preocupações, as alegrias, a felicidade, a tristeza. As muitas e duradouras cenas explícitas de sexo entre elas, embora selvagens, não eram pornográficas, talvez educativas. O filme é simples, sem apelações, sem clichês, sem exibicionismo, sem criar situações agressivas. Imperdível, para quem gosta de cinema e de desafios.
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2014
Um dos filmes mais perfeitos, mais ousados e mais verdadeiros que já assisti. Não consigo imaginar esse filme em outra língua, que não seja a francesa. Sair da sala de cinema completamente chapada com a atuação dessas duas atrizes talentosas e corajosas. Um filme libertador, pena que seja para poucos pois o preconceito ainda está nos olhos de muitos.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de abril de 2014
Tenho basicamente dois problemas com este tipo de filme.. primeiro- é frances- e eles nao perdem a mania do "nouvelle vague" que detesto, by the way.. a falta de musica e diálogos com caretas e interminaveis silêncios, me irritam bastante..e a segunda coisa é que relaçao sexual entre duas mulheres
nao me atrae.. me cansa.. falta testosterona nisso.. como este filme é exageradamente sobre relaçoes sexuais entre duas criaturas que nao teem o essencial ( na minha modesta opiniao o "essencial") se tornou cansativo e por consequencia - um grande tédio..demorou pra acabar..Isto reforçou minha idéia de que.. relaçoes lesbicas nao me interessam, pelo menos nao da forma que me interesso pelas relaçoes gays..é o ultimo filme no gênero que assisto.. nao foi o primeiro por muito pouco...A mais velha tinha uma familia super interessante.. a mais nova uma familia altamente chata.. daí a mais velha ser resolvida e a mais nova.. um nó..Me perdoem os críticos de plantao.. mas so falei o que realmente sinto.. Um filme pra esquecer rapidinho.. as atrizes sao ótimas..se nao forem lesbicas.. parabens.. convenceram..!! Nao acho o filme ruim, nem lixo como escreveram alguns colegas.. mas eu passo... respeitosamente.. eu passo!
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de dezembro de 2014
Eu fiquei apaixonada pelo longa. Entretanto uma das coisa que me incomodou muito foi a linha do tempo que para mim ficou mal explicada, eu não sabia quanto tempo tinha passado a cada mudança de cena e o fato de não deixar muito em evidência o relacionamento da protagonista Adele com os pais dela. Agora todo o resto ficou perfeito, a interpretação, o roteiro, tudo. Vale muito a pena assistir.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de janeiro de 2017
................................... UAU! Que história INTENSA na arte de amar, de se apaixonar, de se entregar, de gozar de umas das coisas mais prazerosas nesta vida.....(.....e eu sozinho aqui.....). Tive até que tomar uma ducha gelada, que calor!!!!! Que romance..... E desde já declaro amor (e T) incondicional pela bela atriz Adèle Exarchopoulos ("donde"?) de 23 anos. Nascida em Paris, França, ela é linda com seu rosto angelical e sexy. Seu olhar é de congelar. E sua boca....os deuses a desenharam, não é possível, que perfeição (Angelina Jolie, me perdoe)! E que atriz.... ela já tem 11 filmes na carreira que nunca ouvi falar deles, mas irei assistir, com certeza.....L'amour, L'amour, como sou viciado em tu!
Acho que daria liga Portugal e França, hein? E o sobrenome? "Exarchopoulos de cerveja" combina com "Tomás uma cerveja" não combina? Aaaaah sonho meu.....
Inspirado em uma HQ homônima de Julie Maroh que o diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche (quem?), livre de amarras à obra original, nos entrega algo profundo, intimista, bonito, interessante e cotidiano. Um enredo que vai da perfeição em sua construção à falhas no contexto.
Perfeito na construção de sua trama, que é rapidamente detalhista em seu começo ao mostrar o dia a dia da vida da protagonista de 15 anos, Adèle (interpretada por Adèle Exarchopoulos.....aiaiuiui), como na discussão em classe sobre amor à primeira vista e como o acontece ao cruzar uma rua (Exarchopoulos já convence nesta cena). Kechiche se preocupa em que o espectador saiba que nossa "heroína" é uma garota simples, normal e que está se descobrindo para a vida. E assim que conhecemos a personagem é que as falhas no contexto geral começam (na minha opinião, of course!) pois temas que seriam importantes abordar, mesmo que rapidamente como em seu início, não acontece (e olha que são praticamente 3 horinhas de película.....). Ok, ok, o foco é no romance, mas coisas externas sobre tal "love" dariam certo impacto, sei lá. Veja, temos sim o preconceito (abordado mais uma vez ligeiramente), temos o medo (presente o tempo todo no olhar de Adèle, mas o porquê disse se não temos o preconceito em cena?), temos a relação pais/filhos sobre aceitação (mais uma vez no vapt/vupt e aqui também é demonstrado as diferenças sociais) mas conforme nossa adolescente cresce esses temas são esquecidos, menos o medo dela de se assumir. Outra coisa que causa um leve desconforto é a linha temporal porque quando a noite cai e esperamos o dia seguinte, a estória já segue meses adiante e isso pode causar certa confusão.
Talvez o que importasse para o cineasta fosse apenas a relação entre as duas mulheres, e não estou falando apenas do sexo em si (que pelas barbas do Batman, o que é aquilo!?!?!), mas do relacionamento. E acho que é ai que Kechiche mereceu todos os elogios e o aclamado prêmio: a Palma de Ouro (junto com as atrizes). Sobre uma vida a dois, não importa se é hétero ou homossexual, é simplesmente e apenas complicada. Perfeito! Isso sim é construído com cuidado e atenção. Começa pelo olhar que se transforma em paixão, amor e após o tesão de se descobrir, vem todos os problemas que se tem em uma namoro/casamento como ciúmes, carência, solidão. É incrível que quando estamos focados em algo pessoal, nos tornamos ausente e quando carentes, nos cedemos a algo presente. Outro acerto de Kechiche foi em realçar os belos traços de suas atrizes (bem mais em Exarchopoulos) , como os olhos, os lábios, o cabelo, os braços, ou seja, tudo o que prestamos atenção quando estamos apaixonados. E o azul presente, não está só nos cabelos de Emma (Léa Seydoux), a par romântica de Adèle, mas sim em roupas, unhas e por ai vai.....
Lógico que tal dramaturgia só foi tão aclamada devido a atuação das duas atrizes, da Adèle Exarchopoulos "Tomás" (já casei a menina comigo.....) e da Léa Seydoux (linda demais com seu olhar sério e misterioso! Esta já conhecida, pois atuou em filmes como BASTARDOS INGLÓRIOS de 2009, MISSÃO IMPOSSÍVEL - PROTOCOLO FANTASMA de 2011 - comentários aqui no NP e sim, ela já foi uma Bond Girl em 007 CONTRA SPECTRE de 2015 - comentários aqui no NP). Ambas fantásticas em suas performances, que química, que entrega à suas personagens. Não deve ter sido fácil tamanha intimidade e realismo (tanto que gerou certo desconforto das duas com o diretor). Que se fo#@ as falhas ou perfeições, o que vale é a atuação delas e mais uma vez, não devido ao sexo explícito entre elas e sim pela sua interpretação sobre as protagonistas.
E vamos falar do tar sexo..... SENSACIONAL! Não por ser explícito e mostrar o corpo nu dessas atrizes lindas e maravilhosas (ok, isso também vai.....), mas por você conseguir enxergar paixão, desejo, amor, vontade, T em seu máximo esplendor. E que 69.....uma pintura (e se você reparar na cena da exposição, ela está la)!
E em seu final a lá CINQUENTA TONS DE CINZA ("Anastasia...".."Christian"....."fecha porta do elevador"..... Caaaaalma cocada, não termina assim), o vídeo finaliza com um "capítulo 1 e 2" deixando a entender que termos mais e diferentemente do movie cinzento citado, queremos ver a continuação da vida de Adèle, que mesmo adulta, ainda esta se descobrindo como ser humano (mas acho difícil, pois a troca de farpas entre diretor e atrizes após a premiação foi froid. Ma a aaaas, nunca duvide das "verdinhas americanas").
Um entretenimento sobre se apaixonar, se amar, se descobrir, se relacionar, se abalar, se restruturar, sobre nesta vida estar! E mais uma vez, não importa sua preferência sexual, quando se junta os trapos, sempre vai existir um "homem" e uma "mulher"...
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de dezembro de 2013
Esperava que me tocasse muito mais, diante do hype. Mas mesmo não tendo sido um filme emocionante (pra mim), é impossível não reconhecer a impecabilidade no discurso narrativo (principalmente no que concerne às tantas trajetórias pelas quais Adèle passa). Na direção, Kechiche também está mais afiado do que nunca. É o seu maior filme até então, e ele faz questão de mostrar isso. Não só pela duração recorde em sua filmografia, mas também nos tantos desconcertantes closes, na belíssima construção de uma personagem apaixonante e na orquestração das cenas de sexo, feitas de forma para que sejam, por si só, obras de arte (ainda que sejam alongadas um pouco demais). E claro, tudo isso coroado por duas atrizes entregues em duas interpretações viscerais e acima de tudo, muito naturais. Meu coração pende mais pro lado da Léa Seydoux como Emma, por sua transformação completa dentro da personagem, mas Adèle Exarchopoulos está simplesmente maravilhosa em todos os momentos do filme.
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