Azul é a Cor Mais Quente
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4,2
1830 notas

135 Críticas do usuário

5
61 críticas
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Bárbara M.
Bárbara M.

3 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de julho de 2014
Com toda sinceridade, fiquei constrangida em muitos momentos. Mas é um filme tão simples e tão real que é impossível não se sentir um pouco afeiçoado por ele. Mais uma prova de que o cinema francês é encantador.
Joelma d.
Joelma d.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2014
Filme muito bom, uma adolescente descobrindo o amor por outra garota, confusa no seus sentimentos deixa viver o wue está sentindo. Adorei!!
Iracelma Bombo
Iracelma Bombo

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de junho de 2024
Será que não tem filmes completos,ou seja nada completo sério estou cansada além disso quais são os objetivos dos anúncios só atrapalham sério

spoiler:
Ísis O.
Ísis O.

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4,0
Enviada em 17 de outubro de 2016
"Trava uma guerra com a família"?? A pessoa que fez a sinopse não viu o filme, só pode. Família ta longe de ser o foco do filme, que mal aparece e não existe conflito algum.
Hernane B.
Hernane B.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2013
Filme ótimo, principalmente pra quem ver além do romance. Adèle e Emma são de realidade diferentes. Este furioso amor vive lutas por influência do contexto sócio-cultural que cada uma vem.
Dango
Dango

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de outubro de 2019
Um filme que mostra o que realmente é cinema. O elenco, o roteiro, mostra um desapego da vida real e uma entrega profunda a arte. O empenho do elenco, é realmente maravilhoso. Gosto muito de filmes que retratam uma vida comum com ênfase nos detalhes, traços de cada personagem e como a vida acontece. Tudo isso acompanhado de uma trilha sonora bem aplicada que nos faz sentir muito nostálgicos. spoiler: A traição foi muito bem aplicada no roteiro, já que o filme retrata a vida real, um romance perfeito fica pra outra história.
Recomendo a todos!
Maayara A.
Maayara A.

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de novembro de 2014
Muito bom!! Sem palavras  recomendo super
Ana Carolina N.
Ana Carolina N.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Três horas de filme podem parecer intermináveis, mas em Azul É a Cor Mais Quente elas são muito bem-vindas. O título original francês divide o filme: A Vida de Adèle – Capítulos 1 e 2. Talvez a primeira ideia tenha sido lançar em duas partes, mas o impacto não seria o mesmo. O diretor Abdelatiff Kechiche é conhecido por contar histórias realistas, cruas, que tomam distância do embelezamento quase automático que o cinema dá aos fatos. Paradoxalmente, as verdades de Kechiche não poderiam ser mais belas. E é justamente a banalidade das situações que nos faz sentir que a vida de Adèle é real. É o catarro que escorre pelo nariz toda vez que ela chora, ou a calça que ela levanta no meio da rua. E, mesmo assim, a poesia surge. As passagens do romance A Vida de Marianne lidas em aula se encarregam das únicas narrações filosóficas durante todo o filme, e funcionam: Marivaux faz bem a ligação entre a boca que tem diálogos vazios, a boca que come, e as outras bocas e as outras coisas que a boca de Adèle viria a experimentar.

Apesar da temática, Kechiche não tem intenção de ser político. Em um momento em que a França vive uma clara oposição ao casamento gay, sua jogada genial foi a de fazer um filme de amor, que não pode ser desacreditado pelos que nadam contra a corrente. Quem ousa se opor ao amor? No entanto, nada o impede de levantar questões sociais. A diferença de classe é marcada nos detalhes. Adèle quer a segurança da carreira de professora, cita Bob Marley, janta espaguete. Emma é artista, leu Sartre, sabe comer ostras. E Emma tem certeza que gosta de meninas, enquanto Adèle só sabe que gosta de Emma.

Em um filme cheio de arte, de closes, de pele e de lágrimas, alguns dirão que o tropeço de Kechiche foi enchê-lo também de sexo. Sexo que é amor, mas que é mais sexo. Sexo retratado de forma fria, sem iluminação, sem roteiro, sem maquiagem, sem música. Na sua sequência mais longa, por sete minutos. Só mais uma verdade na banal vida de Adèle. E sexo ainda que conta uma história aos espectadores mais tolerantes, uma história de amadurecimento, de confiança. Adèle começa aprendendo, mas aprende bem e aprende rápido, ganha nota sete já depois de alguns encontros.

A transição de capítulos é sutil em relação à passagem do tempo. Emma muda o penteado, Adèle muda o guarda-roupa. Mas a relação do espectador com Adèle também muda aos poucos. Os closes que garantiam a intimidade na primeira parte se tornam menos frequentes. Somos afastados, talvez para sermos bons juízes de suas ações. Emma se torna mais séria, mais segura e, com isso, mais cativante. Depois de alguns anos de fortes emoções, de um período de descoberta, a vida se mostra normal de novo. Mas as fortes emoções podem ser viciantes. Adèle quer mais vezes o frenesi da primeira troca de olhares, do primeiro sonho com Emma, aquele sentimento que muita gente não vive nem ao menos uma vez, mas que por um minuto nos realiza, mesmo que só vendo ali, em uma tela de cinema.

Nos apaixonamos por Adèle, e depois por Emma. E nos desapaixonamos por Adèle, e depois por Emma. E depois da cena final (obviamente banal), resta uma inquietação: três horas é um tempo curto demais para termos o coração partido por duas pessoas tão diferentes.
Cinthia Alencar
Cinthia Alencar

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de dezembro de 2013
Uiiiiiii .. Vai ser qenteee o filme heimm .. Azul acabou de virar minha cor favoritaaa haha ..

8
Ricardo A.
Ricardo A.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2014
Filme lindo, performances convincentes, descoberta do amor e da sexualidade retratadas com sensibilidade. Recomendo.
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