Sobrenatural: Capítulo 2
Média
4,2
947 notas

73 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 5 de junho de 2014
Pra quem virou fã de carteirinha de James Wan,por seus novos trabalhos (Sobrenatural e Invocação do Mal),com certeza esperava acompanhar mas uma história que trouxesse medo de montão,iguais a esses anteriores citados bem,Sobrenatural 2,envolve os mesmos personagens,e também uma mesma histó no seu início,que conta como foi a verdadeira luta de Josh na sua infâ passar esse momento o filme entra em um declínio sem vezes assusta,com boas cenas de suspense,bem estilão James peca por não manter o ritmo do primeiro,que a cada momento trazia cenas r o terceiro...
RonaldLuis
RonaldLuis

14 seguidores 26 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de dezembro de 2013
Não vi o primeiro filme. Talvez isso tenha feito com que não entendesse bem essa continuação. No entanto, o maior problema desse filme de terror, é o fato dele não se levar à sério. À todo instante, inclusive nos momentos de tensão, uma gag surge em tela provocando risos da platéia.

O longa mostra o destino da família em relação ao final do primeiro filme, "Sobrenatural" (2010). A família Lambert, formada por Josh (Patrick Wilson), Renai (Rose Byrne), Dalton (Ty Simpkins) e outras duas crianças, voltam a lidar com uma série de problemas sobrenaturais. O roteiro propõe uma interessante viagem no tempo espiritual, tendo uma dualidade interessante entre o mundo real e o mundo dos mortos, no entanto, falta liga ao filme.

Dirigido por James Wan, do espetacular "Invocação do Mal", este filme de baixo orçamento, rodado em menos de três meses, tem cara de caça níquel desse mercado que atrai muitos a sala escura. Tem sustos, provoca certo medo, mas falta uma história que faça sentido. No final, ainda vemos uma clara chamada para um terceiro filme. James Wan aprendeu com "Jogos Mortais" que pode lucrar e muito com séries de terror. Não recomendo.
Cauê Petito
Cauê Petito

10 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de novembro de 2013
Sobrenatural: Capítulo 2 é um filme diferente. Ainda mais que o primeiro. No original, a família Lambert é assombrada por insidiosas forças do além, e Renai (Rose Byrne) descobre que um de seus filhos, Dalton (Ty Simpkins) e seu marido Josh (Patrick Wilson) possuem a habilidade de realizar projeções astrais, viajando pra fora de seu corpo físico e deixando um compartimento vazio para quaisquer forças malignas o queiram preencher. O primeiro filme surpreendeu pelo "twist" que deu na velha fórmula de "Família que se muda para casa assombrada", incluindo aspectos pouco utilizados nos filmes de terror atuais, como a própria Viagem Astral, tema pouco aproveitado no terror. E em épocas de filmes com a fórmula de Atividades Paranormal e suas infinitas sequências e derivados, Algo diferente no cinema de Terror é revitalizador. E Sobrenatural inovou ao voltar as origens, com influências de filmes como Poltergeist e O Iluminado. E, para voltar as origens do cinema de Terror, James Wan voltou as suas próprias. Depois de ter criado a galinha dos ovos de ouro da Lionsgate: a série Jogos Mortais, e inspirado toda a geração do Torture Porn (para o bem e para o mal), Wan realizou o fraco Gritos Mortais e o subestimado Sentença de Morte. Ambos os filmes não chegaram a ser um fracasso de bilheteria, mas as críticas amenas e desinteresse do público fez com que os filmes fossem esquecidos, apesar das vendas razoáveis no mercado Home e Video. E a alcunha de "novo talento do horror" dada a Wan se diluía lentamente conforme a filmografia do diretor aumentava. Wan, após um hiato e replanejamento de carreira , se juntou ao seu amigo Leigh Whannel (com quem escreveu Jogos Mortais, seu primeiro filme), e ao produtor Oren Peli (Atividade Paranormal) e realizou, finalmente, Sobrenatural, uma mistura de gêneros que resgatava o terror trash new wave oitentista e renegava o sangue e violência tão comuns que o próprio Wan havia popularizado. Com um orçamento de pouco mais de 1 milhão de dólares, o filme rendeu 12 vezes o seu valor somente no fim de semana de estreia, e colocou Wan nos holofotes novamente. Uma sequência era certa. Wan então realizou o ótimo Invocação do Mal (outro filme que homenageia o terror setentista, desta vez o de exorcismo), e logo em seguida voltou ao universo que o relançou no cinema neste Sobrenatural: Capítulo 2. Neste segundo filme, a família Lambert é colocada já no centro de uma investigação e mistério, como o gancho final do 1º filme indicava. Após resgatar seu filho Dalton do "além", algo mais voltou com Josh, e Renai deve descobrir o quê. Whannel acerta já no enredo, trazendo de volta a família do primeiro (algo pouco visto nos terrores de hoje) para concluir (mesmo) sua história. Todos estão bem nos seus respectivos papeis. Com destaque para Patrick Wilson, que é o que tem mais a se fazer desta vez, já que ele deve incorporar, literalmente, duas personas, com direito a sorriso a lá Jack Torrance. A direção de James Wan é segura, sem "sustos fáceis" e com movimentos de câmera perfeitamente planejados. Percebe-se que ele entende do que faz. Fica apenas a impressão de que, após o impecável trabalho que fez em Invocação do Mal, Wan "arquitetou" menos seus quadros, algo como uma direção mais "light". A fotografia de John R. Leonetti (Sobrenatural, Invocação do Mal) é igualmente eficiente, transitando entre a paleta mais viva (ainda que com seus tons de cinza) do mundo real ao azul sombrio e alegórico do "Além". Um dos elementos mais eficientes do primeiro filme (e de qualquer bom terror que se preze), a trilha sonora, volta com o mesmo compositor, Joseph Bishara, e seus violinos agudos e desconcertantes, nos momentos certos. O mais importante do filme, talvez, seja a própria reviravolta na fórmula. Wan transita entre gêneros, passando por Fantasia, Ficção Científica, Horror e o elemento mais curioso: Comédia. É a homenagem que havia se visto em pequenas porções do primeiro de volta na maior parte de Sobrenatural: Capítulo 2. E de homenagens, o filme está cheio: há referências das mais diretas, como aos já citados O Iluminado, Poltergeist e Horror em Amityville, até as menores, como o horror com pé no ridículo e debochado de Evil Dead. E isso é perceptível no roteiro. O filme tem dificuldade em equilibrar os vários gêneros e o ritmo fica confuso, com momentos de comédia pastelão procedendo momentos de terror, etc. Sobrenatural: Capítulo 2 é, enfim, um filme diferente. Um terror que abraça os diferentes gêneros e tenta resgatar o trash oitentista, popularizado por Sam Raimi. A série Sobrenatural é um amontoado de referências e ideias que nem sempre funciona, mas que diverte pelo auto deboche e por reintroduzir algo de novo - e sim, diferente - ao cinema de terror atual. E eu não me importaria em ver um Capítulo 3.
Raphaela L.
Raphaela L.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2013
Muito bom mais gostei mais do 1 e eu tbm esperava mais ¡!!!!!!!!!!!!!!!!! hahahahah mais bon e assustador he he he
Maicon L.
Maicon L.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de novembro de 2013
O Filme certamente nos surpreendeu, agora a trama está muito mais envolvente e assustadora, o convívio familiar nos da uma curiosidade em saber alguns segredos a cada cena estrigante, o filme foca em vários personagens, sem deixar o público aterrorizado a cada momento, quanto achamos que já sabemos tudo, ainda têm muito mais, certamente o melhor terror do ano.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de dezembro de 2023
Uma obra bem abaixo da média, abaixo da sua antecessora que tem um bom suspense, um baita ator que é o Patrick Wilson. Mas a direção parece que não soube aproveitar bem o embalo do filme anterior, o início é muito morno e frio. A história do Josh Lambert é contada sem grande suspense, emoção. Apenas do desfecho da obra ganha-se com alguma surpresa trazendo a personagem da franquia Elise (interpretada pela Lindsay Seim) que é o melhor parte do filme, conhecendo o vilão espirito. Também o desfecho é um quanto aquém. Vou assistir o ultimo capitulo apenas porque a direção caiu no colo do Patrick Wilson que estrelou paralelamente o grande Invocação do Mal, do contrário nem assistiria a sequência. Vamos dar mais um crédito.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de agosto de 2021
Tem boas cenas de terror, mas não conseguiu manter o padrão do anterior, acredito ter sido um bom trabalho entretanto nada grandioso.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de julho de 2019
Sobrenatural: Capítulo 2 é uma bagunça repleta de clichês do gênero e que não faz sentido algum. O filme descarta digamos, todas as regras e condutas estabelecidas no primeiro filme (que já era bem meia boca). O filme joga na tela várias sustos que não correspondem ao que está sendo vivenciado na trama, além claro de atuações robotizadas, além de situações ridículas e atitudes idiotas tomadas pelos personagens. Filme ruim, o que salva é a boa fotografia e trilha sonora.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de novembro de 2013
Quando assisti o primeiro sobrenatural no cinema, sai da sala com cabelo em pé e o coração acelerado. Infelizmente isso não não se repetiu com essa continuação. Sobrenatural: Capítulo 2 melhora muito em sua história, dando mais enfase na trama que por sinal é legal, mas Wan não consegue repetir aquela dose de tensão do primeiro longa. Pela boa estória, poderiam ter aproveitado mais, e com isso por aquela pressão como foi no primeiro. Mas mesmo assim, sobrenatural continua sendo um filme de suspense/terror diferente, sem falar que o humor nesse é maior, o que diferencia dos demais do gênero.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de junho de 2016
Manteve o bom ritmo do primeiro filme, com mais tensão, efeitos sonoros e sustos, mas perdeu um pouco do ar de novidade. Com certeza vale a pipoca! Agora falta assistir o terceiro...
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