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cinetenisverde
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1.122 críticas
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4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Está é uma história estilo conto de fadas, em que uma famosa atriz, inalcançável pela maioria dos mortais, acaba visitando um pequeno bairro de Londres (o Notting Hill do título) e conhece o dono de uma loja de livros de viagem (e é curioso que provavelmente ela deve ter viajado para muitos dos lugares descritos nos livros de suas estantes) e vivem um inusitado romance.
Um bom filme, apesar de sua primeira metade ser bemmelhor que a parte final. O diretor Roger Mitchell fez uma comédia leve e divertida, quetoca num ponto em especial: a fama e como as pessoas reagem a ela. Para Anna Scott, a famaé por muitas vezes um incoveniente, que a impede de fazer o que quer, e faz com quedezenas de paparazzis a sigam onde quer que vá. Para a família de Hugh Grant, Anna éuma espécie de figura intocável e distante, como fica muito bem demonstrado na cena dojantar em que todos estão presentes. Já Hugh Grant fica entre estes dois mundos,espantado por conhecer a maior estrela de cinema do momento e, sem mais nem menos, entrarem seu mundo e ao mesmo tempo apaixonado pela mulher que se esconde por trás da fama.A dupla Julia Roberts e Hugh Grant não se sai mal. Hugh Grantrepete o seu papel de sempre: o de inglês meio abobalhado, enquanto que Julia não temmuito trabalho para compôr uma personagem que, a bem da verdade, parece ser espelhadanela mesma. Vale destacar ainda a participação especial de Alec Baldwin e uma cena,maravilhosa, em que Hugh Grant passeia por Notting Hill enquanto o tempo vai passando.Pena que em certo momento do filme ele se torne por demais melodramático.
Histórias de amor como as retratadas em filmes como Um Lugar Chamado Notting Hill, dirigido por Roger Michell, são difíceis de acontecer na realidade, mas não impossíveis de ocorrer…
No roteiro escrito por Richard Curtis, Julia Roberts interpreta o que podemos considerar ser a sua persona fictícia: Anna Scott, uma atriz famosa, que está em Londres, a compromissos profissionais, quando conhece William Thacker (Hugh Grant, no seu auge como galã do gênero), o modesto dono de uma livraria, morador do animado bairro Notting Hill, que fica localizado em Londres.
No decorrer dos 124 minutos de Um Lugar Chamado Notting Hill iremos acompanhar os encontros e desencontros desses personagens, enquanto eles tentam – se é que isso é possível – encontrar o timing perfeito para viver um grande amor.
Um Lugar Chamado Notting Hill é uma comédia romântica à moda antiga, do tipo que não se faz mais atualmente. Um filme genuíno, carismático, bem escrito e que, apesar de todos os clichês, emociona. Atenção à maneira como este filme dialoga com uma das melhores comédias românticas da vida: A Princesa e o Plebeu, de William Wyler.
Sem dúvida uma da smais bonitas comédias românticas das últimas décadas do cinema. Uma história simples que conta uma bela história de amor entre uma grande estrela do cinema e um pacato e simples inglês que supera o tempo, maus entendidos e que mostra que nunca é tarde para tomar a decisão certa e ter coragem de seguir adiante no que seu coração manda.
A química entre Julia Roberts e Hugh Grant está impecável, o que nos faz torcer a cada cena pela história do casal. A trilha sonora é impecável e marcante, combina perfeitamente com a história e embala esse amor de forma apaixonante.
Uma história linda para toda a família, que mostra os verdadeiros valores. Uma história leve, super divertida e que vai fazer você se apaixonar pelos personagens a cada cena!
Um filme simplesmente a-do-rá-vel. Júlia Roberts esbanja carisma em uma desuas melhores interpretações e está mais linda do que em Uma Linda Mulher. Já Hugh, consegue ser charmoso mesmo fazendo um patetão. Os coadjuvantes são ótimos, a música tema cantada por Elvis Costello é perfeita, um colírio para os olhos. Inesquecível!
Essa comédia romântica tem vários pontos altos: a química do casal central (Hugh Grant e Julia Roberts, ótimos), um enredo envolvente, bons desempenhos também dos coadjuvantes: o rapaz que mora com Will e a irmã do protagonista, e a bela trilha sonora, além das paisagens londrinas. Cenas que chamaram a atenção: quando Anna explica ao Will que a fama é ilusão e que ela é apenas uma mulher, e a entrevista coletiva, quando os dois fazem um pingue-pongue de perguntas e respostas compreensíveis só para eles.
-Realmente o que se salva mesmo é a linda trilha sonora que contém no filme. -O resto estamos costumados a ver nesses tipos de filmes.Julia e Hugh fizeram um belo casal,mas sem muitas pretensões.
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