A Bruxa de Blair
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3,0
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Raildon L.
Raildon L.

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3,5
Enviada em 4 de setembro de 2013
A Bruxa de Blair é um desses filmes pequenos que surgiu de uma ideia inovadora.

Os diretores (Daniel Myrick e Eduardo Sanches, ambos na casa dos 30 anos) criaram uma página na internet contando detalhes sobre o desaparecimento de três jovens que faziam um documentário sobre a lenda de uma bruxa na floresta de Burkittisville. Nesse site era possível encontrar informações detalhadas sobre o trabalho de busca dos corpos e até ler jornais da época em que o fato ocorreu.

Tudo isso, na verdade, era um blefe. Uma jogada de marketing para promover o filme que seria um pseudo-documentário editado com material encontrado na tal floresta e filmado pelos próprios jovens. Muita gente que viu acreditou na história. Câmara tremida e desfocada, uma tosqueira artesanal que "jamais poderia ser cinema". Pois bem, a brincadeira que custou míseros 35 mil dólares teve faturamento estratosférico, algo em torno dos 248 milhões de dólares mundiais.

Não tive a oportunidade de ver A Bruxa de Blair no cinema. Contudo, mesmo em vídeo, o filme impressiona. O espectador é transportado para a "história" (ou para os pedaços dela) e vai sendo envolvido até a perturbadora cena final. O clímax! Até lá, quem sabia que era tudo de mentirinha, ou não, já tinha tomado uma leva de sustos. Afinal, a realidade assusta bem mais do que a ficção.

Hoje, isso é tão comum, basta ver filmes como a franquia Atividade Paranormal. A fórmula é a mesma. Só que A Bruxa de Blair nasceu numa época onde ainda não tínhamos tanta familiaridade assim com a internet e, muito menos, com as mídias sociais. É por assim dizer vanguardista na arte de assustar.

Utilizando técnicas de marketing e atiçando a curiosidade, A Bruxa de Blair foi um dos fenômenos cinematográficos do profícuo ano de 1999. Não é um filme para se ver e rever. Serviu bem àquele propósito, naquele momento e valeu mais por saber atiçar o seu público-alvo de forma inteligente e criativa.
Jorge H.
Jorge H.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de agosto de 2016
Com a Comic-Con International 2016 realizada na cidade de San Diego-Califórnia, veio a revelação de que o filme cujo nome estava sendo divulgado como ''The Woods" é na verdade o segundo filme derivado de ''The Blair Witch Project" de 1999, e que seu verdadeiro título será "Blair Witch". O aparecimento de um terceiro filme foi uma grande surpresa para o público, que entrou para a lista dos mais esperados do segundo semestre de 2016. O filme não só levará muitas pessoas a rever o clássico (instantâneo) de 1999, como também fará com que pessoas que nunca viram - como era o meu caso -, vejam.

Apesar de se ouvir muito por ai que "Ther Blair Witch Project" foi o primeiro filme found footage a ser idealizado na sétima arte, isto não é verdade. Um exemplo de filme anterior ao Bruxa de Blair que usou esta técnica de filmagem é o "Cannibal Holocaust", de 1980. Mas uma coisa não se pode negar: "Ther Blair Witch Project" realmente foi o responsável pelo boom dos filmes deste gênero de filmagem. E vamos concordar, não é pra menos.

Toda a atmosfera criada pelos diretores Daniel Myrick e Eduardo Sánchez em torno do filme resultou em uma ótima atuação por parte dos três atores principais, que inclusive acreditaram que a lenda da Bruxa de Blair era verdadeira até o dia da estreia do filme no Sundance Film Festival de 1999, quando os criadores do filme admitiram ser também os criadores da lenda. Não só por isso, a bela atuação do elenco foi o resultado de um longo trabalho de imersão sobre os atores que não parou por ali: os três atores realmente foram deixados sozinhos com as duas câmeras, se comunicando apenas via walkie-talkie com os diretores; spoiler: a cena da barraca mexendo foi uma surpresa para os atores, que realmente se assustaram; a cena em que os atores andam o dia todo na direção sul e acabam retornando para o mesmo lugar realmente aconteceu, e o que se vê é uma reação de verdadeira indignação por parte dos atores, que andaram todo aquele tempo para nada.


Com a aliança entre o estilo de filmagem found footage e a bela atuação dos atores, o filme proporciona uma ótima atmosfera imersiva e assustadora que consegue se manter até o final do filme, conseguindo passar ao espectador os sentimentos que os personagens estão sentindo. spoiler: A não ser por uma falha de roteiro na cena em que Heather (Heather Donahue) encontra o dente, sangue e cabelo de Josh (Joshua Leonard), e grita de maneira que qualquer um que estivesse por perto em um ambiente como uma floresta teria ouvido. Apesar disso, Mike (Michael C. Williams) que momentos atrás estava na barraca, ao lado de onde Heather grita, age como se nada tivesse acontecido, e até pergunta porque ela está agindo de maneira estranha, se portando como alguém que não ouviu o grito. Nesse momento pode até se dizer que a imersão é momentaneamente cortada, mas é uma coisa realmente momentânea.


Para dar sentido à história do filme a personagem Heather teve que apresentar uma mania de filmar tudo o que acontece, mesmo depois da merda acertar o ventilador, o que seria estranho, se não fosse a função de Mike como o personagem que diz o que o espectador pode estar pensando, com falas ironizando a mania de filmagem da personagem, e até pedindo várias vezes para que aquilo parasse. spoiler: Na cena final do filme, a maneira com que o som dos gritos de Heather aumenta paulatinamente, e ao mesmo tempo rapidamente, à medida que ela se aproxima da câmera de Mike que estava gravando o áudio, deu um tom sombrio ao filme, e ao mesmo tempo genial.


Estes são alguns dos fatos que evidenciam o ótimo e original trabalho de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez em "The Blair Witch Project", e provam que o sucesso do filme não se devem somente à grande estratégia de marketing que deixa muita gente pensando até hoje se o filme é uma história real ou não. Apesar disso, não vimos até hoje um trabalho à altura, e muito menos digno, dos autores/diretores, infelizmente.
Felipe R.
Felipe R.

8 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de setembro de 2015
pra mim não foi assustador e sim tenso o filme todo , só não entendi muito o final .
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de agosto de 2016
Mistério. Real. Trio. Perdidos. Floresta. Bruxa. Documentário. Lenda. Imaginação. Agonia. Parado. Lento. Interessante.
Andre C.
Andre C.

17 seguidores 34 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de maio de 2013
Assisti no cinema, na estreia, os comentários eram de uma história real. Achei o máximo, foi muito inovador e fiquei perplexo do inicio ao fim do filme. Logico que na trata-se de história real, mas foi muito bem bolado, embora com filmagens muito toscas, mas que passam sensação de medo o tempo todo! POr ser diferente, vale a pena tentar ver.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2014
Não foi uma boa ideia,o trio de amigos Heather,Josh e Mike,pegar suas mochilas e fazer um documentário mata três passam por momentos desesperador,e consegue transmitir isso a quem assiste ao filme não mostra absolutamente ainda assim,é um tipo de terror único,que na verdade foi um dos pioneiros a fazer esse tipo de produção.A forma em que o trio,perde a cabeça em cada cena,é completamente um certo tipo de emoção a mas na angústia deles.O final é simples,mas que se encaixa perfeitamente a histó um ar onde tudo aquilo ali fosse ensaiado.
João Pedro
João Pedro

15 seguidores 86 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Esse é mais um daqueles exemplares ame ou odeie do gênero terror!!!E também é mais um exemplar de que não se precisa de orçamentos absurdos para produzir um bom filme.(o filme custou pouco mais de $60.000 e rendeu mais de 140.530.114 $)O tema falso documentário nos joga dentro do filme e nos transmite a atmosfera de pavor que os jovens Heather Donahue,Michael C. Williams e Joshua Leonard estão sentindo.Todo o terror do filme é sugerido,nos fazendo pensar em quem ou o que está provocando aqueles acontecimentos,esse é o maior acerto do filme.O filme foi mais aterrorizante para mim,que nunca gostei muito de florestas ou acampar!!!
Guifen
Guifen

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Em busca de algum suspense bom pra assistir nas férias, entre opiniões de fóruns e yahoo acabei me deparando várias vezes com esse filme.Já tinha muito ouvido falar, mas nunca me dei ao trabalho de assisti-lo, até que hj ele me deu o ar da graça.E não decepcionou. A tensão é o principal elemento utilizado para fazer jus ao gênero. A emersão que é oferecida ao telespectador é convincente. Das brincadeiras e deboches iniciais dos aventureiros enpolgados com uma grande reportagem aos gritos de pavor e as fortes discussões na hora do desespero. O roteiro é aceitável por trabalhar com uma lenda,mas poderia ser bem mais elaborado (no caso de uma superprodução). Os atores se saem bem, cumprem a proposta a risca,mesmo pq quase não são exigidos,eles estão ali apenas como abre-salas para o foco real da história. A direção tbm não deixa a desejar, os pré-lances de sustos são bem sacados já muito bons para a época (1999) e que nos fazem lembrar prontamente longas atuais, o mais parecido - Atividade Paranormal -,porém, a exemplo desse, "faltam sustos reais", o telespectador,envolto numa atmosfera altamente desesperadora, espera "monstros" surgirem a todo instante, coisa que não acontece, e que dá a sensação de "vazio", o que nos dá espaço para lembrar associá-lo a expressão "cachorro que late, não
morde". Enfim, "A Bruxa de Blair" não é necessariamente um clássico e explêndido filme do gênero, como já vi muitos rotularem, nem o "filme mais chato q já vi" como outros disseram, mas sim um meio termo:(assim como a maioria dos suspenses atuais)produção pequena , bem organizada, apresentando a sua proposta àqueles que se interessam em vê-las (o meu caso) e é sim capaz de divertir num fim de tarde ou numa madrugada em que se está entediado. Nota:6
Diogo s
Diogo s

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de junho de 2019
Sinceramente gostei do filme, é um filme que funcionou bem pra sua época e que ainda funciona se você estiver em um clímax certo. O filme investe em climas tensos onde o medo desenvolvido é o psicológico, e não o visual. Pena que o terceiro ato de conclusão demora a se desenvolver, o que faz a tensão cair lá pra baixo.
Resumindo: O filme é bom, que ainda funciona pra época atual, MAS não assista se esperar sustos visuais.
Márcio Braz
Márcio Braz

9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Através de uma floresta obscura e uma atmosfera pesada, Bruxa de Blair trás alguns sustos e algumas cenas marcantes para o gênero. Impossível não sentir medo em meio ao inexplicável. Pena que a continuação tenha sido tão fraca. Nota 7,0
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