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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinema com Rapadura
O cineasta elabora uma trama soberba, em que o conflito existencialista bate diretamente com a reafirmação feminina, com o pudor (ou a falta dele) servindo como válvula de escape para a resolução momentânea dos problemas da protagonista.
The Hollywood Reporter
Impressionante em todos os sentidos, a crônica de Marcelo Gomes sobre a vida urbana moderna [...] é um dos melhores filmes sul-americanos do ano.
Cineweb
Além de revelar, em todas as suas camadas, uma complexa e sensível personagem feminina, [...] o filme se torna um poderoso contraponto à vulgarização da sensualidade feminina ...
Estado de São Paulo
O cineasta Marcelo Gomes conta que entrevistou uma série de mulheres jovens para compreender suas dúvidas, inquietações, medos, esperanças, desejos. Foi uma imersão no universo feminino, que, transformado em ficção, rendeu esse belo filme.
Folha de São Paulo
O filme de Gomes consegue, à sua maneira, um feito espetacular: mais do que agradar o espectador, permanecer com ele.
O Globo
Marcelo Gomes apresenta mais um estudo de caso — de Verônica, que se coloca, subjetivamente, na posição de paciente — do que uma trama. Estampa na tela a jornada de autoaceitação da protagonista, tomando o devido cuidado para não julgá-la.
Omelete
Inteligentemente, Gomes identifica os dilemas dessa nova classe média num registro semidocumental, sem tipificar comportamentos ...
Preview
"Era uma Vez Eu, Verônica" também fala de um mundo em mutação, seja pela transformação do papel da mulher ou a própria alteração física das cidades. Nem sempre a estrutura com narração em off funciona, mas o risco é válido.
CineClick
As hesitações e angústias existenciais de Verônica foram muito bem desenvolvidas por Hermila Guedes na tela [...] Só há desacerto em "Era Uma Vez Eu, Verônica" na condução do elenco assessório.
Críticos.Com.Br
Como retrato feminino, "Verônica" acaba sendo uma pequena babel de intenções que se comunica melhor quando Hermila usa sua língua em silêncio.
Revista Interlúdio
Ainda que não seja um grande filme, "Era uma vez eu, Verônica", tem uma verdade e uma simplicidade encantadora.
Zero Hora
Há algo de esquemático nessas relações de causa e consequência, que só não faz a história soar artificial devido à visceralidade de Hermila Guedes ao papel. [...] "Era uma Vez Eu, Verônica" merecia mais atenção do que angariou, para ser absorvido em suas virtudes e, também, para ser debatido em seus defeitos.
Cinética
E, assim como Verônica é uma personagem sem vida, Verônica é um filme sem filme; sobraram apenas momentos com cara "de cinema" (de arte), com sentidos plenamente decodificáveis capazes de camuflar uma história mal contada nas brechas da montagem ...