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Um visitante
3,0
Enviada em 13 de janeiro de 2014
Cecília Amado,tem um difícil trabalho,ao assumir a direção de Capitães de mostra a obra de seu avô,Jorge Amado,e que tem também que garantir a originalidade e uns agradou,pra outros,nem tanto.A verdade é que,o filme vem com a riqueza da Bahia,em todos os aspectos,personagens,fotografia e sotaques bem adequados.O que mas chama atenção também,é a grande quantidade de personagens mirins que o filme fazendo com que o filme,fique movimentado e cheio de vida.A preparação do elenco,foi bem trabalhado por Cecília,onde dava prioridade a cada um,a mostrar e dar mas valor ao ado,é que o filme,é lento,mas ainda assim consegue divertir e principalmente encher os olhos com as atuações.
A primeira parte é formada por uma troca grande de sentidos e assuntos que não fazem total agrado de certas pessoas.Mas com o tempo a história começa a fazer sentido e muda repetitivamente de assuntos,mas desta vez de forma mais interessante como na primeira parte.Com o tempo,mostra mais fielmente a pobreza da região de Salvador,surtos de doenças,brigas de gangues,prisão de menores entre outros assuntos que não são 100 por cento classificados como ficção.Boa trilha também de Carlinhos Brown.
Talvez o meu livro favorito da cultura brasileira, é um filme muito importante e interessante mas que deixa a desejar em alguns aspectos, principalmente em comparação com a genialidade do livro.
Ótima adaptação do livro. O filme não foge muito daquilo que é narrado por Jorge Amado, porém, é claro, é muito mais proveitoso ler a obra e depois assistir a adaptação ao cinema.
Uma obra como essa de Jorge Amado é difícil de resumir num filme de 2h, mas, acredito que os atores foram em sua grande maioria bem fracos pros papéis. Com o decorrer do filme, mesmo assim, você se envolve por alguns personagens.
Um bom filme com boa interpretações e um belo cenário. A adaptação, como quase sempre acontece em filmes cujos roteiros são baseados em obras literárias, limita um pouco o romance de Jorge Amado. Mas, neste caso, não desfigura a obra - pelo contrário, a ilustra com sensibilidade.
Triste mesmo é a realidade que ele retrata: a infância jogada na lata do lixo, o crime tratado com naturalidade, o sexo como meio de ganhar a vida, a exploração infantil tolerada, as autoridades corruptas e a vida vivida bem longe da ideia e da presença de um Deus pessoal.
RAZOÁVEL... O filme tem seus altos e baixos, uma trilha sonora impecável, porém com um desfecho que era pra ser emocionante, mas ficou raso... A atuação dos atores é boa, com destaque para a menina Dora. A fotografia é excelente e, para seu primeiro longa, a diretora se sai muito bem. Infelizmente a apresentação dos personagens é feita de uma forma que somente quem leu o livro entende, além da primeira parte do filme ser um pouco corrida. Não é uma obra prima como o livro, mas não deixa de ser uma adaptação válida. Nota: 6.8/10
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