Somos Tão Jovens
Média
4,0
988 notas

108 Críticas do usuário

5
34 críticas
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22 críticas
3
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2
21 críticas
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Danilo M.
Danilo M.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de maio de 2013
O filme é superficial, passa de raspão nos assuntos "delicados" e mostra um Renato Russo sem densidade. Gosto muito da banda e o filme não está a altura do biografado. A impressão que tive é a parecida com a de assistir a um episódio de Malhação.
Denise B.
Denise B.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de maio de 2013
A atuação de Thiago Mendonça foi grandiosa e a do ator que fez o Hebert Vianna também. No mais, o filme é bem mediano.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 21 de dezembro de 2013
Pra quem conhece bem a história de Renato Russo,irá perceber um grande vazio em Somos Tão Jovens.A história é super resumida,ou talvez,esquecida.A quem esperava ver uma biografia de luxo,(igual a eu),com certeza foi decepcionado.O diretor Antônio Carlos da Fontoura,teve uma história interessante e difícil em suas mã tentar mostrar para uma legião de fãs a vida íntima e profissional de um dos mas maiores poetas/compositores desse paí fica bem visível a sua falha em relação a uma direção do para trás momentos interessantes,que ele mesmo deixa passar despercebido.Não executando de uma forma em que todos gostariam de ver...Um grande momento no filme,é a bela atuação de Thiago Mendonça,trazendo os trejeitos e se mostrando sensacional em um trabalho difícil.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de maio de 2013
REGULAR. Apesar da ótima interpretação de Thiago Mendonça, atuando e cantando, o filme por ser uma biografia não é tão interessante, não segue adiante quando Renato começa a fazer sucesso e fica como um filme sem final, dando a impressão de um filme inacabado, interrompido na metade.
Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de março de 2014
O roteiro deixou a desejar, muito pobre para retratar Renato Russo, entretanto a interpretação do Thiago Mendonça foi ótima.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Somos Tão Jovens

Regular

A expressão "cultura de almanaque" - tomar conhecimento de um assunto de forma casual, rápida, sem se aprofundar - já não faz muito sentido na era da Internet. Hoje tudo se aprende online em pílulas e listas, com a velocidade que os tempos exigem. Então dizer que Somos Tão Jovens é uma cinebiografia de almanaque pode parecer antiquado, mas a expressão define bem o filme do diretor Antonio Carlos da Fontoura sobre a juventude de Renato Russo.

Thiago Mendonça (o Luciano de 2 Filhos de Francisco) interpreta o músico no fim da adolescência, nos anos de formação do Aborto Elétrico, grupo que daria origem a duas das principais bandas de Brasília, Capital Inicial e Legião Urbana. O Renato Russo de Mendonça tem a energia de quem está descobrindo o punk rock, o sexo e a política, mas já tem também os trejeitos e as afetações do mito - porque, enquanto filme de almanaque, operando na superfície, Somos Tão Jovens precisa que seu biografado seja imediatamente reconhecível pelo espectador.

Mesmo antes do auge, Renato Russo tinha consciência de que era, acima de tudo, uma figura midiática, e o filme mimetiza isso sem moderação: de um lado a atuação de Mendonça se apoia nas excentricidades, do outro os diálogos do roteirista Marcos Bernstein carregam na predestinação: "Esse é o meu novo eu", "esse é o som do futuro", fica dizendo Renato no filme. É como se Somos Tão Jovens fosse um retrato do artista enquanto... artista. Aos coadjuvantes que orbitam Mendonça resta preencher o álbum de figuras (quando Marcelo Bonfá surge em cena, alguém diz, "olha, ele é o Marcelo Bonfá", só para constar).

A essa caracterização, que trata o personagem como ícone e, por isso, se exime de colocá-lo em crise, procurar entendê-lo, Fontoura adiciona a música - elemento indispensável para completar o exercício de nostalgia que é Somos Tão Jovens. Carlos Trilha, arranjador e produtor de discos solo de Renato Russo, colabora na trilha sonora - inclusive com versões instrumentais de sucessos da Legião - para manter os hits tanto em cena quanto na trilha incidental, e assim consumar, na lógica de almanaquismo, a vocação que Somos Tão Jovens tem para sing-along, para música-de-acampamento.

Então o que se cria, no fim, é uma sessão de pequenos fetiches que só contribui para alimentar a mítica. Ficamos sabendo no filme como surgiram canções como "Eduardo e Mônica", "Faroeste Caboclo" e "Ainda É Cedo", por exemplo, e é essa compilação de curiosidades que move o filme. (E o culto da personalidade é instantâneo, porque sempre tem alguém no filme para ver Renato tocando.) Quem espera uma investigação histórica - o que movia Renato Russo no fundo, além da óbvia disposição para a contestação da Ditadura? - vai ter que se contentar com o best of.
Tamyris B.
Tamyris B.

22 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de maio de 2013
O filme é leve. Muito um filme teen. Se compararmos com um outro filme biográfico nacional de um outro ícone do Rock "Cazuza - O tempo não pára", "Somos tão jovens" será trucidado,pois o primeiro é muito mais denso,ousado e profundo que o segundo.
Como fã de Legião Urbana,eu curti,pois o filme está repleto de músicas verdadeiramente adoradas. Mas o filme não ousa em nenhum momento,o que me deixou desconfortável e me deixou duvidando de sua credibilidade,no que tange fundamentação biográfica. Não acredito que Renato tenha sido tão "sugar & spice and everything nice". Apesar de não ter sido a fase mais turbulenta da história do Renato, a história tinha muito material dramático que foi pouco aproveitado.O filme foi feliz demais. A forma como tudo,até mesmo as cenas que deveriam ser dramáticas, era levado para o lado cômico não me agradou.
Mas eu adorei as cenas musicais do filme!! Foram os pontos altos. Thiago Mendonça realmente arrasou nas cenas musicais em que interpretava a voz do Renato e sua fisicalidade. Destaque para a cena de "Ainda é cedo". Emocionante até mesmo pela história por trás.
spoiler: Uma parte que me deixou emocionadíssima foi o vídeo da verdadeira Legião Urbana cantando "Será" ao final do filme. Bela homenagem e uma ótima maneira de encerrar a película.
Renato H.
Renato H.

21 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de agosto de 2013
Fui ao cinema e esperava ver um filme muito melhor que o do Cazuza ,eu tenho um certo preconceito em filmes baseados na vida de pessoas que não servem de bom exemplo, o que no caso do Renato Russo, eu não vejo como tal, por que ao contrario do Cazuza ele aparentemente era um bom filho, estudioso, inteligente, não apenas talento musical, e muito ao contrario da Bruna Surfistinha, ele tem uma mensagem a passar e não apenas contar uma histórinha de uma prostituta que na minha opinião decidiu apenas por decidir ter essa vida, aqui tem o link para a crítica deste filme caso queiram ler.

No geral é um filme "bonzinho", o personagem como muitos sabem é muito interessante, as aparições de outros personagens da historia da música e a importância deles na vida de Renato Russo faz nos parecer próximos, o filme nos deixa com um ar de que estamos revivendo a vida de um amigo, pois conhecemos, de certa forma, as pessoas com quem ele convive, é confortável de assistir.
A atuação de Thiago Mendonça é espetacular, nas expressões e trejeitos do personagem. Relamente rouba a cena.

Em contrapartida, a ideia é boa e o roteiro é bem trabalhado em questão de fazer referências às suas músicas, existem trechos do filme em que você realmente vê ele vivendo uma situação que o fará compor uma letra. Porém mesmo sendo bem trabalhado o roteiro continua sendo extremamente MUITO fraco.
Muito superficial.

Não tem um prólogo interessante e muito menos um desfecho convincente.
parece que pegamos o filme do meio e paramos de ver durante um intervalo comercial.
E essa sensação no final do filme que gera todo o desconforto. Mesma sensação que os NÂO fâs de O Senhor dos Anéis devem ter sentido ao final da Sociedade do Anel, só que este já era sabido que teria uma continuação. E acredito que os FÃS da legião não gostarão do filme tanto quanto um fã de Tolkien gostou do O Senhor dos Anéis. Renato Russo tem muito à contar. E o filme não conta nada é apenas um ótimo portfólio para a excelente atuação de Thiago Mendonça e salvas algumas boas tomadas do diretor Antonio Carlos da Fontoura
Carlos H.
Carlos H.

8 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de maio de 2013
O filme focou muito no lado homossexual de Renato Russo. Não gostei pois o filme quando começa a ficar bom termina com banda tocando pela primeira vez no circo voador.
Hernane A.
Hernane A.

28 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de maio de 2013
Não sei se foi minha expectativa ou o fato de ter visto o documentário da Globo "por toda minha vida" sobre o Renato Russo, mas não gostei desse filme. Os atores fizeram bem seu trabalho, inclusive o ator que interpreta o Renato Russo é muito parecido com ele e não deixou nada a desejar, mas o que no meu ponto de vista empobreceu o filme foi o enredo. Quem assistiu o documentário que citei acima deve entender o que estou falando, pois o mesmo possui muito mais riqueza de detalhes e é muito mais interessante. O pior de tudo é o final do filme, ninguém acredita que o filme acaba ali. Ao contrário do filme sobre a vida do Cazuza, que mostra sua ascensão e fim, este só mostra a fase inicial quando o Renato Russo monta suas Bandas. Nem o Sucesso da Banda o filme mostra, ou melhor, nem a gravação do primeiro disco e muito menos o fim da vida do cantor com a doença. Muito fraco. Conseguiram encher linguiça em mais de uma hora e nem assim superaram o documentário, que enfatiza com muito mais maestria até o pouco que o filme pretende mostrar. Decepcionante.
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