Somos Tão Jovens
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4,0
988 notas

108 Críticas do usuário

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Telma S.
Telma S.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de maio de 2013
gostei muito do filme mas acho que faltou mais!!!!!!!!!!! O filme só foi até o ponto em que eles fizeram o inicío do sucesso... Tinha que ter mais, tinha que ir até o ponto em que acontece a morte de Renato Russo e a continuação da banda depois disso ou não...
JMesquita G.
JMesquita G.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de maio de 2013
Um grande videoclipe... Foi isso que me soou o curtíssimo filme sobre a vida do ícone de uma geração... Tomadas precisas, trilha sonora bem interpretada pelos atores, tecnicamente um bom filme, mas raso em suas pretensões .
Ricardo F.
Ricardo F.

23 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de maio de 2013
Um bom filme, mas que termina deixando a sensação de que faltou muita coisa a se contar dessa biografia. Uma filmagem bem menos intensa que Cazuza, por exemplo, mas que consequentemente intriga bem menos a platéia também. Muito legal descobrir a inspiração de músicas que cantamos há anos, além de alguns momentos emocionantes, mas ter contado a história de um músico e uma banda, que marcaram tanto uma geracao, de maneita tão superficial me deixou de certa forma frustrado.
Carol C.
Carol C.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de julho de 2013
Esperava mais do filme, achei meio superficial, a Aninha que foi a melhor parte da história é fictícia, que pena!
Rayane G.
Rayane G.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de maio de 2013
O filme em si é legal, mas acho que a vida pessoal do Renato ficou meio de lado, enquanto o destaque maior foi para música. Eu sinceramente esperava mais do filme, principalmente por ser uma biografia do Renato Russo, que não era uma pessoa digamos... tão fácil assim de entender. O filme passou por alguns momentos "importantes" muito rapidamente, o que em alguns momentos dificultou o entendimento. Mas quem é realmente fã, vai gostar do mesmo jeito e não aguentar na hora de cantar algumas músicas. Mas enfim, vale a pena assistir.
ziul
ziul

47 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de maio de 2013
Legião é o coletivo de anjo. E demônio também. Sério, pode procurar no dicionário. Uma Legião Urbana é então uma horda de cidadãos, meio angelicais e meio diabólicos que circulam pela cidade, buscando vida, sobrevida, ultravida, buscando extrapolar os limites cotidianos e assumir um nível de experiência colada ao corpo e ao espírito, que os façam sentir grandes, semideuses, que compartilham a mudança que o mundo precisa. É essa a Legião Urbana que funda Renato Russo.

Somos Tão Jovens (2013), filme de Antonio Carlos da Fontoura, é sobre a adolescência de Renato Russo (Thiago Mendonça), um dos maiores expoentes da nossa música nacional e um dos fundadores do rock de Brasília, cuja galera ele costumava chamar de “candangos”. Aqueles jovens, crescidos na barra da saia da ditadura, que viam os absurdos políticos mais próximos que os outros do litoral, aprenderam na criatividade do tédio desértico da cidade mais planejadamente fria que seria a partir da atitude rock’n roll que algumas transformações se dariam em nosso país.

O interessante é que, por se localizar nos anos da juventude de Renato, o filme nos faz conhecer um lado peculiar da vida do cantor: a fundação da sua primeira banda, – o Aborto Elétrico – suas primeiras amizades, descobertas sexuais, dos “meninos e meninas”, bebedeiras, encontros nos gramados de Brasília e da gradual maturidade que atinge o poeta que, aos poucos, começa a entender o mundo não de um viés individual, mas por uma dimensão coletiva.

Entretanto, por ser um filme localizado muito na adolescência do cantor está ainda repleto de caprichos adolescentes. Grande parte da rebeldia é exposta apenas com rasgos nas roupas, penteados proto-punk, gritos aqui e acolá. Em algum momento, é possível se crer que o lado contestador de Renato se limitava a invasão festas e troca de fitas k7 do som por algum punk com três acordes. O legal disso é que, de alguma forma, a obra escapa das idealizações comuns aos filmes biográficos que insistem em superlotar os diálogos de frases de efeito.

Somos Tão Jovens nos dá a conhecer também um pouquinho daquela cena do rock que nascia, ganhava espaço e se formatava como uma importante voz da cultura nacional, junto com os rapazes do Rio de Janeiro – Cazuza, Lobão – e de São Paulo – Ultraje a Rigor, Titãs, entre outros. Triste é perceber como essa cena desapareceu e, nossa juventude, foi gradualmente mantendo aquele tédio de lá, porém sem qualquer vestígio de rebeldia ou vontade de mudança. Ele expõe, em última análise, nossa pasmaceira geral completamente distinta daquela efervescência cultural.

O filme, no geral, me parece feito de um modo apressado e demasiadamente apegado às canções de Renato, como se o diretor e o roteirista se esforçassem para fazer caber todas as músicas daquela época dentro do filme que, em muitos momentos, fica parecendo um imenso ensaio de garagem com alguns fatos em shows de pequenos bares. Tal fato, no entanto, não deixa de emocionar, principalmente aos saudosos fãs que veem ali uma possibilidade de matar saudades e acompanhar a ascensão de um de seus ídolos. É claro que os fãs mais histéricos e participativos insistem em apontar os erros biográficos aqui e acolá sem em nenhum momento imaginar que uma cine-biografia é uma construção ficcional baseada em relatos, não um projeto científico de verdade. Mas, vá lá, sabemos todos que fãs são pessoas a se levar muito a sério.

Somos Tão Jovens é mais um filme dessa nova leva de um país que repensa seus excluídos, seus párias, seus filhos que ficaram no limbo, dando a eles destaque, buscando redimir um prejuízo histórico cujo preço vamos pagando só agora.
Gabriel C.
Gabriel C.

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de maio de 2013
Goostei do filme do Renato Russo
mais achei que faltou muuita coisa ! Tipo, o filme começa, eles criam a banda e quando começam a fazer sucesso o filme acaba..
Tem que ter o 2 !!
Vica M.
Vica M.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de maio de 2013
Fã xiita?? Ok eu aceito, o filme pra Legionarios como eu que tenho 37 anos e ouvi Legiao pela primeira vez aos 11,12 anos la em 1986/1987 o filme sim é superficial,peca em muito com a historia como realmente aconteceu, alguns personagens ficaram caricatos que beira ao ridiculo, poderia ser melhor montado mostrando uma passagem de tempo pra situar o telespectador , ficou muito solto, como se todas as mudanças fossem de apenas uns meses e não de anos como realmente aconteceu. O Aborto tem uma vida de 2, 3 como desculpa pra ver Renato Manfredini e ouvir as musicas e preencher as fantasias de qualquer fã de como era esse cara na adolescencia e que todo mundo gostaria de ter um amigo como ele o filme funciona, poderia ser melhor sempre pode ser melhor,poderia não ser tao ficcional em algumas partes sim poderia , pois quando o filme se propoem a mostrar as coisas como de fato aconteceram ficam otimas , as cenas que nós Legionarios que realmente conhecem e sabem como foi a pra esse pessoal de 20 e poucos anos e o pessoal de 15 anos ou menos que mal conhece A Legiao e não tem noção de como foi ligar o radio e ouvir lançamento de LP nas radios, ligar a Tv e ver eles nos programas,bom o filme realmente fica como sendo a verdade maxima e absoluta. E nós Legionarios que vimos e ouvimos a Legiao no Programa Livre , no Globo de Ouro onde eram socios , pois toda semana tinha musica do Legiao devemos perdoar os deslises , pois só podemos Celebrar que a historia do cara que ate hoje significa algo e da voz a todos nossos questionamentos seja contado, mesmo com falhas a esses novos Legionarios que alguns nem eram nascidos quando o Renato Morreu, eu tinha 21 anos quando ele morreu e ele ja tinha forjado todo meu carater e me ensinado a pensar por mim mesmo e questionar tudo que me despejavam querer saber se era assim mesmo.O filme é Bom, mas poderia ser Excelente.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de maio de 2013
De uma certa maneira, o filme “Somos Tão Jovens”, dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, dialoga bastante com o documentário “Rock Brasília: A Era de Ouro”, dirigido por Vladimir Carvalho. Em comum entre os dois longas, além do fato de se passarem em Brasília, existem as personagens que movem a história e que são aqueles jovens que, no final da década de 70/início da década de 80 se reuniam no pátio localizado em frente aos edifícios da Colina e ali começaram a germinar as primeiras sementes de um movimento musical que modificou a cena brasileira nos anos 80.

Entretanto, para o filme dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, a personagem mais importante é aquela que é considerada um dos maiores letristas do rock nacional: Renato Manfredini Júnior, que ficou conhecido como Renato Russo. O roteiro escrito por Marcos Bernstein (com a colaboração de Victor Atherino) segue Renato (Thiago Mendonça), no período de 1976 a 1982, quando ele, um adolescente tímido, afeiçoado à literatura e à música, começa a dar os seus primeiros passos como compositor e como músico no Aborto Elétrico, numa curta trajetória solo e, enfim, na Legião Urbana.

Ao contar a história de Renato, em “Somos Tão Jovens”, é inevitável ao diretor Antonio Carlos da Fontoura tocar nos nomes conhecidos do mesmo cenário musical e que também estavam no documentário “Rock Brasília: A Era do Ouro”. Porém, a equação nova acrescentada à essa história foi o relacionamento de Renato com seus pais (Sandra Corveloni e Marcos Breda) e a irmã (Bianca Comparato) – uma família amorosa e que o encorajou em tudo aquilo que ele quis fazer e ser – e com aquela que podemos considerar a sua melhor amiga, Ana (Laila Zaid), com quem ele teve os primeiros contatos com sentimentos como amor, dor e decepção – que, não custa nada lembrar, foram boa parte da matéria-prima das músicas escritas por ele.

Existe um elemento curioso a se observar na estrutura narrativa de “Somos Tão Jovens”. Várias cenas nos levam por trás das situações que, provavelmente, inspiraram Renato Russo a compor sucessos como “Que País é Este”, “Faroeste Caboclo”, “Ainda é Cedo”, “Geração Coca-Cola”, “Tédio (com um T bem grande pra você)”, “Eu Sei” e “Química”. Por isso mesmo, o roteiro se sujeita a situações meio “forçadas”, como, por exemplo, numa cena em que Ana, Renato e seus amigos entram numa festa de uma filha de um embaixador e trocam o seguinte diálogo: “que festa estranha!”, “que gente esquisita!”.

Além disso, o diretor Antonio Carlos da Fontoura poderia ter sido mais cuidadoso na direção de seus atores. É inegável a dedicação e a entrega de Thiago Mendonça ao papel de Renato Russo. Porém, o ator vive numa linha tênue entre aquilo que podemos chamar de performance e imitação, na medida em que ele exagera em vários trejeitos que faziam parte daquilo que Renato Russo era, como, por exemplo, a forma enfática de falar, com muitas caras e bocas. A mesma situação é vista com o ator Edu Moraes, que interpreta Herbert Vianna. A forma como esse ator faz o papel, a maneira como ele imita a forma de Herbert falar, chega a ser constrangedora de se ver em cena.

Apesar disso, não dá para negar que “Somos Tão Jovens” é um filme muito vibrante e feito com muita paixão, que consegue captar um momento mágico vivido na capital federal, quando jovens oriundos da classe média alta, filhos de funcionários públicos federais, diplomatas, professores universitários, embaixadores e militares mudaram o curso da música brasileira, por meio de um movimento musical com influências do punk rock e do pós-punk inglês, porém com letras bem adaptadas à realidade nacional. Isso foi muito bem representado por Renato Russo, cujas canções, sem dúvida alguma, e já pedindo perdão pelo trocadilho, continuam a mover legiões e gerações pelo Brasil inteiro.
Thata A.
Thata A.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de maio de 2013
"assisti o filme e me emocionei por esperado tanto tempo para ser lançado,
sinceramente esperava mais do filme...cho que todos q conhecem a historia do legião esperava um pouco mais do filme, mas enfim vale a pena assistir,pois resgata a vida de um grande cantor

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