Somos Tão Jovens
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4,0
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108 Críticas do usuário

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Vica M.
Vica M.

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3,0
Enviada em 7 de maio de 2013
Fã xiita?? Ok eu aceito, o filme pra Legionarios como eu que tenho 37 anos e ouvi Legiao pela primeira vez aos 11,12 anos la em 1986/1987 o filme sim é superficial,peca em muito com a historia como realmente aconteceu, alguns personagens ficaram caricatos que beira ao ridiculo, poderia ser melhor montado mostrando uma passagem de tempo pra situar o telespectador , ficou muito solto, como se todas as mudanças fossem de apenas uns meses e não de anos como realmente aconteceu. O Aborto tem uma vida de 2, 3 como desculpa pra ver Renato Manfredini e ouvir as musicas e preencher as fantasias de qualquer fã de como era esse cara na adolescencia e que todo mundo gostaria de ter um amigo como ele o filme funciona, poderia ser melhor sempre pode ser melhor,poderia não ser tao ficcional em algumas partes sim poderia , pois quando o filme se propoem a mostrar as coisas como de fato aconteceram ficam otimas , as cenas que nós Legionarios que realmente conhecem e sabem como foi a pra esse pessoal de 20 e poucos anos e o pessoal de 15 anos ou menos que mal conhece A Legiao e não tem noção de como foi ligar o radio e ouvir lançamento de LP nas radios, ligar a Tv e ver eles nos programas,bom o filme realmente fica como sendo a verdade maxima e absoluta. E nós Legionarios que vimos e ouvimos a Legiao no Programa Livre , no Globo de Ouro onde eram socios , pois toda semana tinha musica do Legiao devemos perdoar os deslises , pois só podemos Celebrar que a historia do cara que ate hoje significa algo e da voz a todos nossos questionamentos seja contado, mesmo com falhas a esses novos Legionarios que alguns nem eram nascidos quando o Renato Morreu, eu tinha 21 anos quando ele morreu e ele ja tinha forjado todo meu carater e me ensinado a pensar por mim mesmo e questionar tudo que me despejavam querer saber se era assim mesmo.O filme é Bom, mas poderia ser Excelente.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de maio de 2013
De uma certa maneira, o filme “Somos Tão Jovens”, dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, dialoga bastante com o documentário “Rock Brasília: A Era de Ouro”, dirigido por Vladimir Carvalho. Em comum entre os dois longas, além do fato de se passarem em Brasília, existem as personagens que movem a história e que são aqueles jovens que, no final da década de 70/início da década de 80 se reuniam no pátio localizado em frente aos edifícios da Colina e ali começaram a germinar as primeiras sementes de um movimento musical que modificou a cena brasileira nos anos 80.

Entretanto, para o filme dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, a personagem mais importante é aquela que é considerada um dos maiores letristas do rock nacional: Renato Manfredini Júnior, que ficou conhecido como Renato Russo. O roteiro escrito por Marcos Bernstein (com a colaboração de Victor Atherino) segue Renato (Thiago Mendonça), no período de 1976 a 1982, quando ele, um adolescente tímido, afeiçoado à literatura e à música, começa a dar os seus primeiros passos como compositor e como músico no Aborto Elétrico, numa curta trajetória solo e, enfim, na Legião Urbana.

Ao contar a história de Renato, em “Somos Tão Jovens”, é inevitável ao diretor Antonio Carlos da Fontoura tocar nos nomes conhecidos do mesmo cenário musical e que também estavam no documentário “Rock Brasília: A Era do Ouro”. Porém, a equação nova acrescentada à essa história foi o relacionamento de Renato com seus pais (Sandra Corveloni e Marcos Breda) e a irmã (Bianca Comparato) – uma família amorosa e que o encorajou em tudo aquilo que ele quis fazer e ser – e com aquela que podemos considerar a sua melhor amiga, Ana (Laila Zaid), com quem ele teve os primeiros contatos com sentimentos como amor, dor e decepção – que, não custa nada lembrar, foram boa parte da matéria-prima das músicas escritas por ele.

Existe um elemento curioso a se observar na estrutura narrativa de “Somos Tão Jovens”. Várias cenas nos levam por trás das situações que, provavelmente, inspiraram Renato Russo a compor sucessos como “Que País é Este”, “Faroeste Caboclo”, “Ainda é Cedo”, “Geração Coca-Cola”, “Tédio (com um T bem grande pra você)”, “Eu Sei” e “Química”. Por isso mesmo, o roteiro se sujeita a situações meio “forçadas”, como, por exemplo, numa cena em que Ana, Renato e seus amigos entram numa festa de uma filha de um embaixador e trocam o seguinte diálogo: “que festa estranha!”, “que gente esquisita!”.

Além disso, o diretor Antonio Carlos da Fontoura poderia ter sido mais cuidadoso na direção de seus atores. É inegável a dedicação e a entrega de Thiago Mendonça ao papel de Renato Russo. Porém, o ator vive numa linha tênue entre aquilo que podemos chamar de performance e imitação, na medida em que ele exagera em vários trejeitos que faziam parte daquilo que Renato Russo era, como, por exemplo, a forma enfática de falar, com muitas caras e bocas. A mesma situação é vista com o ator Edu Moraes, que interpreta Herbert Vianna. A forma como esse ator faz o papel, a maneira como ele imita a forma de Herbert falar, chega a ser constrangedora de se ver em cena.

Apesar disso, não dá para negar que “Somos Tão Jovens” é um filme muito vibrante e feito com muita paixão, que consegue captar um momento mágico vivido na capital federal, quando jovens oriundos da classe média alta, filhos de funcionários públicos federais, diplomatas, professores universitários, embaixadores e militares mudaram o curso da música brasileira, por meio de um movimento musical com influências do punk rock e do pós-punk inglês, porém com letras bem adaptadas à realidade nacional. Isso foi muito bem representado por Renato Russo, cujas canções, sem dúvida alguma, e já pedindo perdão pelo trocadilho, continuam a mover legiões e gerações pelo Brasil inteiro.
Thata A.
Thata A.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de maio de 2013
"assisti o filme e me emocionei por esperado tanto tempo para ser lançado,
sinceramente esperava mais do filme...cho que todos q conhecem a historia do legião esperava um pouco mais do filme, mas enfim vale a pena assistir,pois resgata a vida de um grande cantor

FORÇA SEMPRE!
Flávia Aline V.
Flávia Aline V.

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5,0
Enviada em 6 de maio de 2013
O filme é excelente! Como o próprio título diz, conta a história dos jovens, dos encontros e desencontros que levaram à criação e ao fim de Aborto Elétrico e sua divisão surgindo Capital Inicial e Legião Urbana. Conta o início, a formação das bandas. Dá uma sensação que poderia ser maior descrevendo o fim da vida de Renato Russo, mas fugiria totalmente do filme descontraído e com muitos toques de humor que trata da VIDA de jovens, sonhadores, loucos e geniais. Não tem como quem curte Legião não curtir o filme!
Carlos R.
Carlos R.

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4,5
Enviada em 5 de maio de 2013
Tenho orgulho de ter presenciado uma década repleta de simbologia como foi a geração do Rock Brasil e principalmente as letras e melodias de Renato Russo e poder reviver isso mo filme é um privilégio. Naturalmente que o filme deixou de s informações sobre Renato ou então seria indicio para se esplicado o filme. Porém, é inegavel o prazer de sentir um saudosismo que talves para alguns possa parecer um clichê ou puro sentimentalismo. Mas para outros como eu o importante é saber que você pertemceu a algo, viveu, compartilhou e hoje pode ver que essa geração nunca morreu.
Dayana A.
Dayana A.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de maio de 2013
Excelente filme, uma história muito bonita..... Espero que venha a 2° parte deste filme, ficou com gostinho de quero mais! =D
Amanda Nunes
Amanda Nunes

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3,5
Enviada em 5 de maio de 2013
Eu ainda sentia os efeitos da última sessão.
É, posso dizer que durante toda a semana, vez ou outra, lembrava dos olhos azuis, maliciosos, ameaçadores e penetrantes de Alex De Large, personagem do Malcolm Macdowell em Laranja Mecânica.
Novamente é fim de semana e a cinéfila aqui precisava de mais uma dose da sétima arte.

Acabou a sessão e fui embora mais que depressa.
Não queria passar em nenhum outro lugar, ou falar de nenhum outro assunto, nem ocupar a mente com nada que pudesse me roubar a emoção que estava sentindo ao terminar de assistir o filme ``Somos tão jovens ´´.

Pra quem espera uma biografia da vida do Renato, ou a história completa da Legião Urbana, aviso que não se trata nem de uma coisa nem de outra.
O filme retrata o comecinho da história do Renato Russo, antes de ele ter uma banda, ainda na época da ditadura militar, com seus 17/20 anos.
Um Renato Russo ainda se descobrindo como artista, como ser humano, com dúvidas, com muitos sonhos, como os jovens dessa idade. Que ainda descobria o Punk Rock através dos Sex Pistols, que dava aulas de inglês, morava com os pais e bebia com os amigos.
Um rapaz que tinha o sonho de montar uma banda e que queria ser conhecido não pra ficar famoso, ter status, fazer um vídeo clipe, e aparecer na mídia, mas queria ser conhecido enquanto artista, queria atingir as pessoas com a sua música, sair da cidade tediosa que era Brasília, viver novas experiências.
E talvez esse seja um dos grandes diferenciais das bandas que surgiram nessa época - O rock despretensioso, comercialmente falando, mas gigante enquanto arte e forma de expressão cultural de uma geração. E o filme mostra bem essa essência.

Mostra a formação do Aborto Elétrico, que resultou depois na Legião Urbana e no Capital Inicial, duas das mais consagradas bandas de rock nacional.

O filme de Antonio Carlos da Fontoura deu conta do recado, que nada mais era que falar da parte da história menos conhecida da vida do Renato, uma escolha bem assertiva, já que fazer um filme sobre o Renato ídolo e já consagrado, seria na minha opinião arriscado.
Thiago Mendonça, o ator que interpreta Renato Russo está impecável, em termos de aparência, voz, trejeitos, gestos e na forma de se movimentar nos palcos que o Renato tinha que era tão singular e conhecida do seu público.

As músicas da banda em versões instrumentais, emocionam, bem como as explicações sublimes sobre as motivações que originaram algumas das canções.

As letras do Renato tem um poder absurdo de me emocionar.
A sensação que tenho quando as ouço é de que nós fomos amigos, convivemos juntos porque eu entendo tudo o que ele escreve e canta e sinto que isso é tudo o que eu também diria e escreveria se tivesse o seu talento. E essa não é uma sensação exclusiva minha, mas de uma geração.
E o filme ``Somos tão jovens ´´, aproxima ainda mais os fãs do ídolo, porque o torna ainda mais humano aos nossos olhos.
É a primeira e a sétima arte aproximando pessoas e imortalizando histórias.
Danilo M.
Danilo M.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de maio de 2013
O filme é superficial, passa de raspão nos assuntos "delicados" e mostra um Renato Russo sem densidade. Gosto muito da banda e o filme não está a altura do biografado. A impressão que tive é a parecida com a de assistir a um episódio de Malhação.
ELIANE
ELIANE

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4,0
Enviada em 4 de maio de 2013
Filme bom, divertido, mostra a jovialidade a rebeldia dos anos 80. Mas o filme deixou um gostinho de quero mais, podiam dar contiuiidade, pois quando deu certo a banda, o filme acabou. Poderiam ter retradao sobre a história das músicas, a convivência do pessoal, fãs etc...
beatriz
beatriz

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de maio de 2013
Eu achei o filme divino, é uma parte do Renato que a gente não conhecia, eu sou muito fã dele e da legião... e o filme mostra como tudo aconteceu, não é para contar o quanto o legião foi um sucesso e é ainda hoje, isso a gente sabe, é para conter como que ele chegou até lá, ele mostra todas as duvidas, dificuldades que os jovem passa.... Ele não queria ser apenas mais um na sociedade ele queria ser ele mesmo e tentar mudar um pouco do mundo sendo assim.
O filme mostra exatamente isso um Renato que a gente não conhecia, e a gente pode conhecer a partir do filme, por isso que ele é maravilhoso em todos os sentidos

Recomendo muito vocês assistirem esse filme, vocês vão se encantar e se emocionar muito
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