Somos Tão Jovens
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4,0
988 notas

108 Críticas do usuário

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Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Somos Tão Jovens

Regular

A expressão "cultura de almanaque" - tomar conhecimento de um assunto de forma casual, rápida, sem se aprofundar - já não faz muito sentido na era da Internet. Hoje tudo se aprende online em pílulas e listas, com a velocidade que os tempos exigem. Então dizer que Somos Tão Jovens é uma cinebiografia de almanaque pode parecer antiquado, mas a expressão define bem o filme do diretor Antonio Carlos da Fontoura sobre a juventude de Renato Russo.

Thiago Mendonça (o Luciano de 2 Filhos de Francisco) interpreta o músico no fim da adolescência, nos anos de formação do Aborto Elétrico, grupo que daria origem a duas das principais bandas de Brasília, Capital Inicial e Legião Urbana. O Renato Russo de Mendonça tem a energia de quem está descobrindo o punk rock, o sexo e a política, mas já tem também os trejeitos e as afetações do mito - porque, enquanto filme de almanaque, operando na superfície, Somos Tão Jovens precisa que seu biografado seja imediatamente reconhecível pelo espectador.

Mesmo antes do auge, Renato Russo tinha consciência de que era, acima de tudo, uma figura midiática, e o filme mimetiza isso sem moderação: de um lado a atuação de Mendonça se apoia nas excentricidades, do outro os diálogos do roteirista Marcos Bernstein carregam na predestinação: "Esse é o meu novo eu", "esse é o som do futuro", fica dizendo Renato no filme. É como se Somos Tão Jovens fosse um retrato do artista enquanto... artista. Aos coadjuvantes que orbitam Mendonça resta preencher o álbum de figuras (quando Marcelo Bonfá surge em cena, alguém diz, "olha, ele é o Marcelo Bonfá", só para constar).

A essa caracterização, que trata o personagem como ícone e, por isso, se exime de colocá-lo em crise, procurar entendê-lo, Fontoura adiciona a música - elemento indispensável para completar o exercício de nostalgia que é Somos Tão Jovens. Carlos Trilha, arranjador e produtor de discos solo de Renato Russo, colabora na trilha sonora - inclusive com versões instrumentais de sucessos da Legião - para manter os hits tanto em cena quanto na trilha incidental, e assim consumar, na lógica de almanaquismo, a vocação que Somos Tão Jovens tem para sing-along, para música-de-acampamento.

Então o que se cria, no fim, é uma sessão de pequenos fetiches que só contribui para alimentar a mítica. Ficamos sabendo no filme como surgiram canções como "Eduardo e Mônica", "Faroeste Caboclo" e "Ainda É Cedo", por exemplo, e é essa compilação de curiosidades que move o filme. (E o culto da personalidade é instantâneo, porque sempre tem alguém no filme para ver Renato tocando.) Quem espera uma investigação histórica - o que movia Renato Russo no fundo, além da óbvia disposição para a contestação da Ditadura? - vai ter que se contentar com o best of.
LoveCinema
LoveCinema

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de junho de 2013
Amei. Filme perfeito. Amo o Renato Russo , e esse filme me ajudou a conhecer um pouco mais da história dele.
Thiago M.
Thiago M.

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de junho de 2013
Filme legalzinho para quem curte o Legião, merecia um final mais elaborado.
Thomaz L.
Thomaz L.

12 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de junho de 2013
O filme é legalzinho, mas acaba sendo meio bobo em alguns quesitos!!!! Não gosto dos trocadilhos feitos com a letra das músicas!!! ficou chato!!! Alguns trechos das histórias não batem com algumas bibliografias também!!! É recomendável pra quem não sabe nada a respeito do ídolo somente!!
luzia O.
luzia O.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de junho de 2013
Muito bom, a Interpretação do Thiago, primorosa!!!
Os trejeitos ficaram iguais!!!
O filme foi maravilhoso!!
Dá uma saudade danada do nosso saudoso Renato Russo, o filme deixa a gente muito próximo, do que se passava naquela cabeça pensante.
Alex D.
Alex D.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de novembro de 2013
Interessante a história do Renato ou 'Rei na to' Russo. Mesma época do Cazuza. Recomendo.
Susan_s
Susan_s

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2013
Dei nota 5 por se tratar de um filme sobre Renato Russo.

Mas sinceramente, não foram nem um pouco a fundo na história do mesmo.O momento da doença dele, por exemplo, parece que ele ficou no máximo 15 dias de cama, quando na verdade ficou 6 meses, quase que sem movimentos. Imaginei que iriam contar a história até o final da vida dele, mas infelizmente não foi assim. Também não retratou nenhum momento da infância dele.

O filme é muito superficial, não mostra muito do Renato. O tempo passa e não dizem quanto tempo se passou. Em um momento é o Aborto Elétrico, logo é o Trovador Solitário e de repente já vem a Legião Urbana. Gostaria que tivessem ido mais à fundo, colocado mais detalhes da vida dele.

Enfim, o filme poderia ter sido bem melhor, se não fosse a vida de Renato Russo talvez não ficasse tão interessante.

Os atores foram muito bem, sensacionais. Estão de parabéns.

Quanto ao Renato Russo, que descanse em paz e faça a alegria dos anjos lá em cima, pois aqui deixou muitas saudades.
ricardos8
ricardos8

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2013
Acabei de ver o filme "somos tão jovens" e não é um filme q possa ser definido como bom ou ruim.É algo para ser ouvido e sentido como uma bela musica q selebra a vida.É uma biografia de um poeta moderno.E se vc assim como eu viveu o Rock Brasil 80,vai ser inevitável as lágrimas pois parte de sua história estara nas se vc não gostava do trabalho do Renato ( Tem doido pra tudo) pode ser que interprete as estrofes desta poesia e os momentos melancólicos do poeta como cansativos,pra mim serviu como pausa pra enxugar as lagrimas.
Tiago Paiva P.
Tiago Paiva P.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de maio de 2013
um filme raso, algumas atuações chegam a ser cômicas, como herbert vianna que fala forçado demais, o filme passa por cima de tudo muito superficialmente, com certeza só utilizou-se da imagem do renato russo e sua legião urbana para conseguir bilheteria, falta roteiro, a maioria dos personagens são meros coadjuvantes mal apresentados e outros coadjuvantes parecem mais figurantes, o filme vai emocionar os saudosistas de plantão fãs do som do renato russo, pois o filme traz vária músicas do cantor, algumas mto bem interpretados pelo thiago mendonça, apesar de ser completamente audível a produção sonora utilizada na voz dele, ele conseguiu trazer alguns maneirismos do próprio renato russo, ficou parecido sem aquele tom de imitação, como o de Herbert vianna, outro ponto negativo é a enfase nos dialogos para trechos de musicas de renato russo, os versos tão conhecidos poderiam ter sido colocados de forma mais natural e menos caricata, por fim fica aquele gosto de filme desnecessário cheio de apelo comercial com o uso da imagem do renato russo e a legião urbana.
Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de março de 2014
O roteiro deixou a desejar, muito pobre para retratar Renato Russo, entretanto a interpretação do Thiago Mendonça foi ótima.
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