Somos Tão Jovens
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4,0
988 notas

108 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de maio de 2014
Um Filme para Aplaudir varias vezes!! com certeza o melhor Biografia já feito no cinema Nacional! Thiago Mendonça surpreendeu com uma atuação espetacular, sendo igual de ++ ao nosso grande Renato Russo!! O melhor poeta do Rock Brasileiro de todos os smente nostálgico.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de março de 2014
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana. Bom filme , boa história e boas atuações recomendo nota 8.5
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Antes de tudo, a interpretação de Thiago Mendonça é primorosa do começo ao fim ao estabelecer o "Renato" do filme não apenas como a sombra de um ídolo, mas a própria persona se construindo através de suas referências culturais. O uso de sua voz é um dos pontos fortes: usando aos poucos entonações que vão aos poucos revelando o Renato Russo que os fãs conhecem, é uma surpresa agradável poder observar sua própria evolução como cantor, engrossando a voz aqui e ali, tentando encontrar o seu estilo. Isso nos aparece de forma completamente natural e discreta. A música e poesia das letras do vocalista parecem sair prontas do seu intelecto, e parte dessa experiência é devido ao interessante roteiro de Marcos Berstein (Central do Brasil) com a colaboração de Victor Atherino que vai construindo as situações e expressões de suas poesias no dia-a-dia casual.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de março de 2014
Legal!!!!!!!!Faz um registro autêntico de uma época tão importante para a música nacional.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de maio de 2013
De uma certa maneira, o filme “Somos Tão Jovens”, dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, dialoga bastante com o documentário “Rock Brasília: A Era de Ouro”, dirigido por Vladimir Carvalho. Em comum entre os dois longas, além do fato de se passarem em Brasília, existem as personagens que movem a história e que são aqueles jovens que, no final da década de 70/início da década de 80 se reuniam no pátio localizado em frente aos edifícios da Colina e ali começaram a germinar as primeiras sementes de um movimento musical que modificou a cena brasileira nos anos 80.

Entretanto, para o filme dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, a personagem mais importante é aquela que é considerada um dos maiores letristas do rock nacional: Renato Manfredini Júnior, que ficou conhecido como Renato Russo. O roteiro escrito por Marcos Bernstein (com a colaboração de Victor Atherino) segue Renato (Thiago Mendonça), no período de 1976 a 1982, quando ele, um adolescente tímido, afeiçoado à literatura e à música, começa a dar os seus primeiros passos como compositor e como músico no Aborto Elétrico, numa curta trajetória solo e, enfim, na Legião Urbana.

Ao contar a história de Renato, em “Somos Tão Jovens”, é inevitável ao diretor Antonio Carlos da Fontoura tocar nos nomes conhecidos do mesmo cenário musical e que também estavam no documentário “Rock Brasília: A Era do Ouro”. Porém, a equação nova acrescentada à essa história foi o relacionamento de Renato com seus pais (Sandra Corveloni e Marcos Breda) e a irmã (Bianca Comparato) – uma família amorosa e que o encorajou em tudo aquilo que ele quis fazer e ser – e com aquela que podemos considerar a sua melhor amiga, Ana (Laila Zaid), com quem ele teve os primeiros contatos com sentimentos como amor, dor e decepção – que, não custa nada lembrar, foram boa parte da matéria-prima das músicas escritas por ele.

Existe um elemento curioso a se observar na estrutura narrativa de “Somos Tão Jovens”. Várias cenas nos levam por trás das situações que, provavelmente, inspiraram Renato Russo a compor sucessos como “Que País é Este”, “Faroeste Caboclo”, “Ainda é Cedo”, “Geração Coca-Cola”, “Tédio (com um T bem grande pra você)”, “Eu Sei” e “Química”. Por isso mesmo, o roteiro se sujeita a situações meio “forçadas”, como, por exemplo, numa cena em que Ana, Renato e seus amigos entram numa festa de uma filha de um embaixador e trocam o seguinte diálogo: “que festa estranha!”, “que gente esquisita!”.

Além disso, o diretor Antonio Carlos da Fontoura poderia ter sido mais cuidadoso na direção de seus atores. É inegável a dedicação e a entrega de Thiago Mendonça ao papel de Renato Russo. Porém, o ator vive numa linha tênue entre aquilo que podemos chamar de performance e imitação, na medida em que ele exagera em vários trejeitos que faziam parte daquilo que Renato Russo era, como, por exemplo, a forma enfática de falar, com muitas caras e bocas. A mesma situação é vista com o ator Edu Moraes, que interpreta Herbert Vianna. A forma como esse ator faz o papel, a maneira como ele imita a forma de Herbert falar, chega a ser constrangedora de se ver em cena.

Apesar disso, não dá para negar que “Somos Tão Jovens” é um filme muito vibrante e feito com muita paixão, que consegue captar um momento mágico vivido na capital federal, quando jovens oriundos da classe média alta, filhos de funcionários públicos federais, diplomatas, professores universitários, embaixadores e militares mudaram o curso da música brasileira, por meio de um movimento musical com influências do punk rock e do pós-punk inglês, porém com letras bem adaptadas à realidade nacional. Isso foi muito bem representado por Renato Russo, cujas canções, sem dúvida alguma, e já pedindo perdão pelo trocadilho, continuam a mover legiões e gerações pelo Brasil inteiro.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
Sabe-se que o cara era porra-louca e todo o agregado em virtude disso. Mas, o filme é muito chato, sem intensidade. Difícil ter paciência para assistir até o fim. O do Cazuza é bem melhor. Não sei se retratou exatamente a vida dele e, por isso, foi tão superficial. Entretanto, se o sujeito tem história para virar um filme, não deveria ser só porque compôs várias boas músicas, teve uma boa banda e ditava em desfavor da ditadura, já que vários músicos fizeram até mais. A história pessoal é uma merda. Nesse ponto, pegaram leve em face do que se sabe. Enfim, um drogado, que não respeita aos pais, e todas as consequências disso. Nesse país, tudo se releva quando se faz sucesso de alguma forma, seja com música ou ganhando o BBB, alguns viram, inclusive ídolos.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 21 de dezembro de 2013
Pra quem conhece bem a história de Renato Russo,irá perceber um grande vazio em Somos Tão Jovens.A história é super resumida,ou talvez,esquecida.A quem esperava ver uma biografia de luxo,(igual a eu),com certeza foi decepcionado.O diretor Antônio Carlos da Fontoura,teve uma história interessante e difícil em suas mã tentar mostrar para uma legião de fãs a vida íntima e profissional de um dos mas maiores poetas/compositores desse paí fica bem visível a sua falha em relação a uma direção do para trás momentos interessantes,que ele mesmo deixa passar despercebido.Não executando de uma forma em que todos gostariam de ver...Um grande momento no filme,é a bela atuação de Thiago Mendonça,trazendo os trejeitos e se mostrando sensacional em um trabalho difícil.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de maio de 2013
REGULAR. Apesar da ótima interpretação de Thiago Mendonça, atuando e cantando, o filme por ser uma biografia não é tão interessante, não segue adiante quando Renato começa a fazer sucesso e fica como um filme sem final, dando a impressão de um filme inacabado, interrompido na metade.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de maio de 2013
Quando vc escuta falar de Renato Russo, vc lembra automaticamente da Legião Urbana. Um filme q promete contar a criação da Legião, mas acaba usando uma linguagem um tanto qto de filmes adolescentes. O maior pecado do filme é a estruturação do roteiro, sendo um tanto qto desordenada. Agora, a interpretação de Thiago Mendonça é algo assim, sensacional. Vc consegue ver o gestual do artista, além do ator ainda mostrar o trabalho vocal feito para o filme como tbm o baixo q foi aprendido pro filme. Uma trilha sonora de encher os ouvidos tbm conta positivamente pro filme. Para fãs de Renato e da Legião, vale uma passadinha!!
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de abril de 2014
Nunca fui fã da Legião Urbana, mas reconheço a qualidade principalmente das letras elaboradas por Renato Russo. Neste filme somos apresentados a vida do cantor no começo de sua vida artística. A atuação do ator Thiago Mendonça realmente é o ponto alto do filme.
O filme se passa no fim dos anos 70 e início dos 80. A ditadura está presente. Nesse contexto somos apresentados ao nosso protagonista que vivia em Brasília em busca de um rumo em sua vida e que sonhava em ser um astro do rock. A partir daí é a história.
Ao analisarmos o filme temos como destaque absoluto o ator Thiago Mendonça que desenvolveu tão bem esse protagonista que conseguiu marcar gerações. É incrível como vemos o ator ser Renato Russo. A maneira como ele dança é idêntica à qual assistirmos durante o Legião Urbana. Até na hora que arriscar a cantar, o ator consegue atingir em tons graves uma voz semelhante a dele. É importante também ser imparcial e nessa parte acho que o roteiro acerta. Renato Russo não era nenhuma figura fácil de se lidar e isso é apresentado no filme, porém a nostalgia reina e junto com a composição realizada pelo ator conseguimos participar do começo da vida artística de um dos melhores letristas do Brasil.
Assim como há pontos de acerto no roteiro, acredito que há pontos pouco desenvolvidos. Por exemplo, (não sei por que) seus casos homossexuais não são tão avançados como é nos contado a história de amor dele com Ana Claudia (Laila Zaid). O roteiro também não consegue passar o clima em que Renato Russo viveu. Apesar de sempre dizer que está se passando na ditadura, tirando uma cena ou outra não conseguimos sentir realmente a temperatura da época. Em minha opinião a fotografia poderia ser mais anos 70/80, pois ajudaria mais a entrarmos naquela época. Como exemplo, cito o filme No que tem uma fotografia que é muito semelhante à época em que os protagonistas vivem.
Um filme que nos conquista principalmente por termos uma composição feita com tanta dedicação pelo ator e por sentirmos tanta falta da figura de Renato Russo que saiu de cena ainda cedo.
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