Faroeste Caboclo
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3,7
1000 notas

110 Críticas do usuário

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Eduardo H.
Eduardo H.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de outubro de 2013
Esperava muito mais do filme. Não ficou a altura da obra de Renato Russo. Se houvesse simplesmente seguido a música teria ficado muito bom.
Elaine C.
Elaine C.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de outubro de 2013
Algumas partes são parecidas com a música, eu só acho que não deveria levar o nome da música se não segue a risca, o final por exemplo, foi ridículo, na música agente imagina as pessoas vendo, filmando, o diabo a quatro, o estupro dele seria na cadeia, e ele ficaria rico, depois voltaria e veria que Maria Lucia teria se casado, se a história era boa, por que mudar? Acho que Renato Russo não teria gostado da adaptação não, mas quem sou eu pra julgar, minha opinião, ruim.
Paulo D
Paulo D

12 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de setembro de 2013
Filme inspirado na música de renato russo onde conta a história de João de santo cristo e Maria Lucia. Falando um pouco do roteiro é inevitável que você tente encaixar o filme com a música mas isso é um pouco confuso pois ficou muita coisa de fora, posso dizer que este filme é levemente baseado na história da música. Obviamente algumas falas são idênticas a letra original, logo de início já da pra perceber que não é exatamente fiel apenas o enredo central, mas apesar disso é um bom filme. O Fabrício Boliveira está bem no papel principal apesar de ele se ferrar o todo todo no filme, o que mais me incomodou neste filme foi a Isís Valverde que apesar dela ser muito linda é muito ruim como atriz, mas o melhor dela é que ela paga um peitinho no filme, para uma personagem tão dramático como a Maria Lúcia precisaria de uma atriz melhor pois ela chega a ser irritante em alguns momentos e o Jeremias também deixou a desejar pois como o Felipe Adib é comediante ele não é mal o suficiente como um vilão deve ser quem sabe um Wagner Moura seria muito melhor. Mas o ponto alto do filme é lógico o duelo que fecha a música, mas também é totalmente diferente a não ser pelo local na Ceilândia no lote 14, no mais é tudo diferente, como termina não precisa dizer pois é só ouvir a música novamente ... E a trilha sonora é totalmente de música da Legião mas a música título é tocada apenas nos créditos ... na minha opinião é um bom filme mas teria potencial para ser melhor se fosse melhor adaptado o roteiro
Vavá
Vavá

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de setembro de 2013
Bom ..............................................
Vanessa T.
Vanessa T.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de junho de 2014
Me decepcionou por não ser fiel a música como acho que todos esperavam. Foi interessante e nada de diferente dos filmes nacionais, em especial os que tem Brasília com o cenário.
Michele R.
Michele R.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de julho de 2013
nao tem muito a ver com a musica de renato russo mas e muito q fosse uma versão mas realista sobre a letra da musica mas gostei e recomendo.
Alex S.
Alex S.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2013
não ficarei surpreso em ver este filme concorrendo ao oscar. Estão de parabens producao, direcao e atores....Eete filme foi uma surpresa boa pra este ano.
Tassiana
Tassiana

13 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2013
Definitivamente, o melhor do filme é matar a saudade da Legião. Isso tudo se torna ainda melhor com a interpretação de Fabrício Boliveira, que tem sangue nos olhos ao incorporar João de Santo Cristo.
A fotografia é de bom gosto, as atuações convencem e o filme acaba envolvendo do início ao fim. A adaptação da música é sensata sem ser extrema e esse é o ponto chave do filme.
Bastante positivo o fato do cinema se apropriar de uma história tão rica e adaptá-la para as telas. Essa transposição é muito compreensível e, ao contrário do que muitos defendem, o barato está na diferença com que ambas as artes – literatura e cinema – lidam com a história de Santo Cristo.
No filme Faroeste Caboclo, as armas usadas são a fotografia, a trilha sonora, os movimentos de câmera, especialmente que fazem lembrar cenas memoráveis do faroeste nos cinemas (referências inclusive são feitas). O audiovisual impera. Agora, se pensarmos na música, na história em si, as armas usadas são outras: a julgar pela narração, as metáforas, o vocabulário propriamente dito, enfim, a nossa própria imaginação diante da criatividade de Renato Russo.
É legal que sejamos menos críticos quando pensamos em entretenimento, ainda mais algo com caráter “nostálgico” como Legião.
E pensar que Faroeste Caboclo, antes mesmo do disco ser lançado, quando tocada pela primeira vez no Rio (se não me falha a memória no Morro da Urca) foi vaiada... Sem contar o problemão que gerava nas rádios, devido ao seu tamanho e aos palavrões. Era o tempo dos radialistas fazerem um pit stop para o lanche, para o banheiro... Uns a consideravam chata, outros exaustiva. A verdade é que era um misto de tudo e esse era o grande barato da música, e continua sendo. Apesar de tudo isso, Faroeste Caboclo foi um sucesso! E com o filme não podia ser diferente.
Finalmente o mito de Santo Cristo é concretizado. E Boliveira o interpreta de corpo e alma.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de julho de 2013
Adaptação ao cinema desconstrói a música para deixá-la mais trágica e atual

Desta vez João não quer falar com o presidente, para ajudar "toda essa gente" que sofre. Faroeste Caboclo, a adaptação ao cinema da canção da Legião Urbana, não tem essa ambição, essa vocação midiática. Ao contrário de Somos Tão Jovens, em que Renato Russo sempre tem espectadores quando canta, o João de Santo Cristo do filme não é visto pelas "câmeras de TV", nem pelo "povo a aplaudir".

Essa opção por um registro menos espetacular (ou espetaculoso) do que a letra da música sugeria é um dos acertos do diretor estreante René Sampaio. João, o sertanejo da cidade de Santo Cristo que no fim dos anos 1970 encontra em Brasília o amor e a morte, não tem como dividir com os outros sua sombria predestinação. É um herói solitário como os bons tipos condenados dos westerns, e ao tornar mais introspectiva essa jornada, ao negar a audiência da "Via Crúcis que virou circo", o filme deixa mais trágico o texto de "Faroeste Caboclo".

Essa opção por seguir um tom abaixo da canção (há discursos no filme, mas nada de santidades) permite que o espectador perceba os fatores que tornam Brasília um lugar alienante - a cidade do modernismo brutalista de Oscar Niemeyer cujos espaços de exclusão consumam o isolamento de João. A quadra onde mora Maria Lúcia (Ísis Valverde) é um desses lugares, e João consegue com algum malabarismo (a escalada é uma boa sacada do filme) burlar a distância que o separa da menina. Mas basta voltarmos à Ceilândia - cenário setentista que a produção, ao filmar em Jardim ABC, bairro mais afastado do Plano Piloto, consegue emular bem - para entender que João não pertence a Brasília, porque ninguém pertence a Brasília de fato.

Sampaio faz com competência essas escolhas que potencializam a história de João, e filma o esperado duelo contra Jeremias (Felipe Abib) com a gramática visual que se tornou regra nos faroestes depois de Sérgio Leone, cortando do plano aberto direto para os close-ups. O grande trunfo de Faroeste Caboclo, porém, é a escolha de Fabrício Boliveira para interpretar o protagonista. Como a canção não é precisa sobre a etnia (diz apenas que João sofria preconceito por sua cor), seria muito fácil, e até lógico do ponto de vista do mercado, colocar um ator mulato como herói, uma forma de atingir um público maior da nação "parda" brasileira.

Boliveira, porém, é inconfundivelmente negro. E Sampaio não se furta a enquadrar o ator na contraluz, contra aquele sol seco do Cerrado, que vez ou outra torna o rosto de Boliveira uma mancha na tela. Se o filme conta a história de como João de Santo Cristo foi anulado pelo Sistema (as capas de jornal na frente do rosto, a História acima do indivíduo, outra boa sacada), a fotografia completa a equação: sombra de dia, vulto de noite.

Faroeste Caboclo não é um filme perfeito, mas serve bem para nos lembrar de questões raciais que o Brasil - no eterno atropelo de querer que o nosso prometido Futuro chegue logo; atropelo do qual Brasília sempre foi símbolo - finge que não existem mais. Pois não é por acaso que o filme de Sampaio deixa de fazer referências à ditadura (nada de generais ou "bombas em bancas de jornal"): mais do que um Estado de Sítio, o Brasil do filme é o Brasil do presente.
Dieferson D.
Dieferson D.

54 seguidores 58 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2013
Faroeste Caboclo é uma canção que esta no hall de maiores clássicos do Rock Nacional, lançada pela lendária banda de Brasília Legião Urbana em seu álbum de 1987 “Que país é este” está canção com 168 versos e mais de 9 minutos de duração foi composta pelo líder da banda e um dos maiores ícones da música brasileira Renato Russo que á compôs no fim dos anos 70 quando ele se apresentava como O Trovador Solitário abrindo shows e participando de alguns eventos em Brasília. Quando á canção foi lançada em 1987 o impacto foi imediato e as rádios a tocavam initerruptamente mesmo com a restrição da censura na época, a música se tornou um hino e muitos já discutiam sobre a estrutura da historia que ela contava e de como era completa com toda sua ação e seus contextos dramáticos, durante anos vários projetos foram engavetados por falta de verba e de um roteiro que empolgasse as produtoras. Finalmente Paulo Lins escreveu um roteiro que chamou a atenção e Rene Sampaio aceitou o desafio de levar esse clássico aos cinemas, mas será que eles foram capazes de criar um bom filme sem perder o espirito e a essência da canção?

Aqui vão duas explicações já que não encontrei outra forma de falar sobre este filme pois senti que o público que iria se dirigir ao cinema para vê-lo ia se dividir em dois tipos de público que classifiquei da seguinte forma:

· Quem nunca ouviu a música Faroeste Caboclo.
Para este público o filme convence é uma grande produção nacional com uma história da ascensão e a queda meteórica de um candidato a chefão do crime que teve sua vida marcada por perdas e dramas familiares que p levaram a se revoltar com o mundo e com as autoridades e viver em uma vida de fora da lei cheia de morte e vingança, até o momento em que conhece o grande amor da sua vida e esse amor faz com que ele repense toda sua vida e largue o crime mas o surgimento de um algoz e a perda desse amor faz com que ele volte a trilhar o seu caminho, um caminho no mundo sombrio direto a morte. Profundo né!!!!

· Quem ouviu a música Faroeste Caboclo e é fã de Legião Urbana.
Para este público no qual eu me encaixo a expectativa era assistir o filme e sentir estar ouvindo cada um de seus 168 versos a cada cena, era um roteiro já pronto uma história muito bem estruturada, com todos os aspectos necessários para um filme de sucesso, o filme muda toda a cronologia da história troca os fatos e muda a origem e o final dos principais personagens cria um João de Santo Cristo muito calado e pouco destemido e acaba com o melhor momento da música o grande duelo entre João e Jeremias limitando a cena a um misero duelo em um campinho. Renato Russo está se revirando no túmulo tenho certeza!!!

Tire suas próprias conclusões e vá correndo assistir, espero que você se divirta mais do que eu e se você quiser entender o porque da minha revolta depois de assistir o filme acesse o link abaixo e ouça este clássico do Rock Nacional.
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