Faroeste Caboclo
Média
3,7
1000 notas

110 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de setembro de 2014
Filme muito bacana! Atuação marcante de Boliviera e roteiro parecido com a canção original de Renato Russo, o cinema Nacional poderia seguir esse exemplo para fazer filmes melhores e ter boas atuações dos atores que aqui atuam! vale a pena assistir!!!
Barboza Wagner
Barboza Wagner

47 seguidores 58 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de junho de 2013
O filme é uma ótima adaptação da musica de Renato Russo. Não deixando de lado pontos cruciais e importantes que se passam na historia. René Sampaio fez uma ótima direção, e o elenco estavam afiados. Porém, acredito que a Ísis Valverde ficou devendo na atuações onde se exigia um pouco mais de drama, mas, mesmo assim, juntamente com Fabrício Boliveira foram muito bem dirigidos tendo destaque na atuação.
Recomento, vale apena o valor do ingresso.
ricardos8
ricardos8

15 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de maio de 2013
Hoje conheci o João de Santo Cristo,e preferia não telo conhecido,não que "Faroeste caboclo"seja um filme ruim,pelo contrário é bom.O problema é que a musica tem um tom de romantismo q não coube no só resta sangue e dor.E o João do Renato provavelmente morrera em suas memórias e seu lugar sera tomado por é um filme que não da pra ver mais de uma vez.
Guilherme S.
Guilherme S.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de abril de 2012
Mal posso esperar para assistir esse e Somos Tão jovens!
=D
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de junho de 2013
Existem certas músicas cujas letras são tão bem descritivas que a gente não hesita em imaginar a história por trás delas acontecendo em nossa mente. “Faroeste Caboclo”, música composta por Renato Russo, gravada pela Legião Urbana no álbum “Que País é Este”, com certeza é uma delas. A história de João de Santo Cristo, um traficante nascido no interior do Nordeste que se muda para Brasília, onde conhece um caminho de sacrifício, pobreza, riqueza, violência, amor e redenção, estava fadada a ser transposta para o cinema – seja num longa-metragem ou num curta-metragem.

É justamente esta canção que inspira o filme “Faroeste Caboclo”, do diretor René Sampaio. Ao nos depararmos com os acontecimentos retratados nos 106 minutos de duração do longa, chegamos à conclusão de que se trata de uma livre adaptação da música de Renato Russo, na medida em que a jornada de João de Santo Cristo (Fabrício Oliveira) perde alguns de seus elementos originais (notadamente a crítica social contida na letra de Renato Russo) devido ao fato do roteiro escrito por Victor Atherino, Marcos Bernstein e José Carvalho privilegiar a história de amor que surge entre João e a jovem Maria Lúcia (Ísis Valverde), estudante de Arquitetura e filha de um Senador (Marcos Paulo, em seu último papel no cinema).

Por meio do retrato desta história de amor entre duas pessoas de origens e culturas tão diferentes, temos o desenrolar daqueles elementos que faziam de “Faroeste Caboclo” uma história muito forte. João de Santo Cristo representa muito bem aquele tipo de visão que já é quase que ultrapassada da glamurização da violência. Na forma como é retratado em sua versão cinematográfica, João de Santo Cristo é uma vítima da realidade na qual estava inserido e suas ações eram somente uma reação a toda a dor e sofrimento a qual ele estava sujeito, de uma forma que nem o amor ou a vontade de ser alguém melhor conseguiria redimir o seu caminho.

Como está implícito no próprio nome da canção/filme, “Faroeste Caboclo” tem muita influência de um dos gêneros mais tradicionais do cinema norte-americano. João de Santo Cristo era um anti-heroi solitário, cuja zona de conforto era o uso da violência. Entretanto, o lado surpreendente – e corajoso – desta história é a sua falta de moralidade, especialmente se levarmos em consideração que o desfecho dessa trama é um resultado direto da vida e das escolhas feitas pelas personagens. Em sua estreia como diretor de um longa-metragem, René Sampaio surpreende ao entregar um filme bem realizado do ponto de vista técnico, com cenas belamente fotografadas e com atuações excelentes, principalmente do trio de atores central formado por Fabrício Oliveira, Ísis Valverde e Felipe Abib (que interpreta Jeremias, o terceiro vértice dessa história).
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de março de 2014
Ótima adaptação. e boa sacada do final! nostálgico na medida certa. certamente agradará aos fãs da legião urbana.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de maio de 2013
Acredito que o maior trunfo do filme seja Maria Lúcia. Todas as mudanças em relação à música que envolvem a personagem são magistrais e acertos enormes. Daí, Ísis Valverde entrega aquela que é a melhor atuação de sua carreira até então. A personagem transcende e a atriz vai junto. É uma surpresa do roteiro, então é bom que não se saiba muito a respeito de Maria Lúcia ao conferir o filme.

Fabrício Boliveira constroi um João de Santo Cristo que não se diferencia de muitos personagens do já tão conhecido Cinema marginal brasileiro, mas está bem no papel. Apesar de não arrancar grandes exclamações, não há do que reclamar. O problema aqui é Felipe Abib que transforma um personagem que poderia ser ÉPICO em algo caricato e até bobo. O seu Jeremias é extremamente esquecível e eclipsado até por Antônio Calloni no filme. Uma vergonha a escalação desse ator pro papel, qualquer bom ator faria uma caracterização muito melhor que ele. É de se lamentar.

Tem alguns furos no roteiro, e algumas transposições pro Cinema que não ficaram tão boas (a sequência final poderia ter sido muito melhor realizada), mas no geral o saldo é mais que positivo. A direção de René Sampaio tem um papel crucial pra que o filme funcione como tem que funcionar, com enquadramentos muito inteligentes, uma fotografia competente e, principalmente, uma montagem que é um absurdo de boa. E não economiza nas referências estéticas e visuais ao cinema de Sergio Leone, sem imitar, apenas referenciando, ou, porque não, homenageando. Dando luz e causa ao título da canção de Renato Russo... E isso é lindo! Espero que Sampaio continue nessa linha, porque com certeza, tem futuro no Cinema Nacional.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de junho de 2013
Se Renato Russo fosse assistir o filme, ele aprovaria. Filme muito bem roteirizado, com um belo trabalho de montagens das cenas em cima das passagens da música. Em alguns momentos, fica visível que ponto da música está sendo retratado. As interpretações não são sensacionais, mas seguram muito bem o filme. A trilha sonora, impecável! Em certos momentos, o diretor tenta usar características de " Tarantino", que até se encaixam muito bem! Existe alguns momentos do filme que chega a ser monótono, onde eu acabei dando uma "pescada", mas nada que estrague o filme. Vá ao cinema apoiar o cinema nacional. Recomendo.
Dieferson D.
Dieferson D.

54 seguidores 58 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2013
Faroeste Caboclo é uma canção que esta no hall de maiores clássicos do Rock Nacional, lançada pela lendária banda de Brasília Legião Urbana em seu álbum de 1987 “Que país é este” está canção com 168 versos e mais de 9 minutos de duração foi composta pelo líder da banda e um dos maiores ícones da música brasileira Renato Russo que á compôs no fim dos anos 70 quando ele se apresentava como O Trovador Solitário abrindo shows e participando de alguns eventos em Brasília. Quando á canção foi lançada em 1987 o impacto foi imediato e as rádios a tocavam initerruptamente mesmo com a restrição da censura na época, a música se tornou um hino e muitos já discutiam sobre a estrutura da historia que ela contava e de como era completa com toda sua ação e seus contextos dramáticos, durante anos vários projetos foram engavetados por falta de verba e de um roteiro que empolgasse as produtoras. Finalmente Paulo Lins escreveu um roteiro que chamou a atenção e Rene Sampaio aceitou o desafio de levar esse clássico aos cinemas, mas será que eles foram capazes de criar um bom filme sem perder o espirito e a essência da canção?

Aqui vão duas explicações já que não encontrei outra forma de falar sobre este filme pois senti que o público que iria se dirigir ao cinema para vê-lo ia se dividir em dois tipos de público que classifiquei da seguinte forma:

· Quem nunca ouviu a música Faroeste Caboclo.
Para este público o filme convence é uma grande produção nacional com uma história da ascensão e a queda meteórica de um candidato a chefão do crime que teve sua vida marcada por perdas e dramas familiares que p levaram a se revoltar com o mundo e com as autoridades e viver em uma vida de fora da lei cheia de morte e vingança, até o momento em que conhece o grande amor da sua vida e esse amor faz com que ele repense toda sua vida e largue o crime mas o surgimento de um algoz e a perda desse amor faz com que ele volte a trilhar o seu caminho, um caminho no mundo sombrio direto a morte. Profundo né!!!!

· Quem ouviu a música Faroeste Caboclo e é fã de Legião Urbana.
Para este público no qual eu me encaixo a expectativa era assistir o filme e sentir estar ouvindo cada um de seus 168 versos a cada cena, era um roteiro já pronto uma história muito bem estruturada, com todos os aspectos necessários para um filme de sucesso, o filme muda toda a cronologia da história troca os fatos e muda a origem e o final dos principais personagens cria um João de Santo Cristo muito calado e pouco destemido e acaba com o melhor momento da música o grande duelo entre João e Jeremias limitando a cena a um misero duelo em um campinho. Renato Russo está se revirando no túmulo tenho certeza!!!

Tire suas próprias conclusões e vá correndo assistir, espero que você se divirta mais do que eu e se você quiser entender o porque da minha revolta depois de assistir o filme acesse o link abaixo e ouça este clássico do Rock Nacional.
Marcelo A.
Marcelo A.

5 seguidores 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2015
Há muito tempo eu não via um filme tão ruim como esse. Horroroso. Uma decepção. Ponto negativo para o cinema nacional. Elenco mal escalado. Estória muito mal contada. Sofrível, em todos os sentidos. Um Oscar para quem aguentar ver até o final.
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