Eu esperava mais, sinceramente. O filme não tem enredo, é uma história saturada, que não flui, super clichê. Não valeu á pena ter perco tempo para ver isto. A única coisa de interessante é de como ela saiu de casa e como foi a aceitação de seus "familiares".
O momento que resume a ascenção de Bruna e ao mesmo tempo a visão do primeiro trabalho de Marcus Baldini é quando, em seu discurso na festa preparada por sua amiga, ela diz que acredita em si mesma e encoraja seus antitriões a fazerem o mesmo, pois se o fizerem, "conseguirão chegar aonde eu cheguei". E é precisamente nesse ponto que o filme deixa de ser uma visita convencional ao mundo da prostituição e vira uma discussão instigante sobre a capacidade das pessoas de fazer o seu melhor, não importando em que profissão ou atividade.
Está muito evidente que o povo brasileiro tem bom gosto para filmes, nós até nos criticamos sem pena. Foi como um dos usuários disse, que os norte-americanos tem “moral” para fazer filmes bestas e de comédia, pois eles têm um histórico fabuloso de filmes grandiosos, filmes que marcaram gerações. E nós temos o quê? Nada. Se for fazer uma proporção de 10 filmes norte-americanos, 8 bons e 1 ruim. Agora a proporção de filmes brasileiros, de 10 filmes, 1 bom e 9 horríveis. Nós espectadores também temos que colocar mão na massa, temos que fazer algo prático (além de críticas) para o nosso Cinema.
Interessante e picante.Não sou muito de filmes brasileiros e esse foi um dos poucos que gostei.Bruna Surfistinha retrata bem o cotidiano de uma prostituta, alem de contar com uma bela atuação de Deborah Secco.
Adaptado do livro o Doce Veneno do Escorpião, o filme conta a história da Raquel Pacheco (Deborah Secco), adolescente de classe média paulistana que se torna garota de programa por vontade própria. É um filme corajoso, que não maquia a história da mulher em que se baseou e mostra as várias facetas experimentadas pela moça tímida que ganha status de celebridade com sua profissão. Há momentos tristes e alegres. Do início difícil, ao prazer que ela encontrava nos programas que fazia e ao se tornar a mais procurada pelos clientes, no uso das drogas, em seu declínio e sua volta à razão, ajudada pelo seu primeiro cliente, todos bem intercalados pelo diretor. Ousado sem jamais ser explícito e vulgar. Curiosidade. Mais de 2 milhões de espectadores foram conferir a produção nos cinemas. Um sucesso brasileiro. Nota do público: 6.1 (IMDB) Bilheterias BRASIL - R$19 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Raquel (Deborah Secco) era uma jovem da classe média paulistana, que estudava num colégio tradicional da cidade. Um dia ela tomou uma decisão surpreendente: saiu de casa e resolveu virar garota de programa. Com o codinome de Bruna Surfistinha, Raquel viveu diversas experiências "profissionais" e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas num blog, que depois acabou virando um livro e tornou-se um best seller. Bem Eu Nao Curto Muito Filme Nacional Mais Esse Foi Bom Com Uma Boa Historia e Excelentes Atuaçoes e O Filme Tem umas Partes Quentes Recomendo Nota 8.5
A atuação de Débora Secco esta maravilhosa, mais parecia uma novela do que um filme. Mostra um lado obscuro da vida....e uma escolha que poderia ter sido melhor. O trabalho honesto e limpo nos faz dormir e viver em paz. O dinheiro facil vem sempre com muita desgraça.
O filme é bem apelativo mesmo...Mas ele não conta a história fiel do livro. Eu li o livro...é bem diferente...o filme inventa algumas coisas, não conta outras...mas o filme é interessante...o livro porém, é bem melhor. A Raquel Pacheco(Bruna Surfistinha) participa de uma cena...A Débora está ótima como sempre..
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