Média
2,5
33 notas
5
3 críticas
4
0 crítica
3
0 crítica
2
0 crítica
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Euuuuuu adoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooro esse FIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIILMEEEEEEEEEE !!!!!
Xuxa em Sonho de Menina (2007) não é apenas um filme, é uma declaração de arte disfarçada de aventura infantil. Para aqueles que, na época, apressaram-se em descartá-lo como "o pior da Xuxa", eu, como crítico e eterno fã, afirmo: vocês cometeram uma injustiça histórica com uma das produções mais profundas e sensíveis da nossa Rainha!
Este filme exige um olhar que vá além do mero espetáculo. Sob a direção sensível de Rudi Lagemann, a história de Kika, a professora de matemática que anseia ser atriz, se transforma em uma poderosa metáfora metafísica. O que os detratores chamam de "artifício batido" (a volta à infância via um bolo mágico) é, na verdade, o coração simbólico do filme. Kika precisa se despir das inseguranças e frustrações da vida adulta para reencontrar a pureza e a intuição da "Kikinha", a única que pode realmente enxergar o caminho certo. É uma reflexão filosófica sutil sobre a redescoberta da essência.
A estética do filme, ao contrário de produções anteriores mais grandiosas, aposta na simplicidade calorosa e no afeto. O ônibus "Stromboli" e o "Hotel Paratodos" são cenários que se tornam personagens, repletos de vida e oportunidades de aprendizado. Lagemann evita a dependência de efeitos megalomans, focando na magia do ordinário, o que confere ao filme uma autenticidade tocante e um visual surpreendentemente aconchegante.
O elenco brilha. Xuxa Meneghel entrega uma de suas atuações mais vulneráveis e maduras como Kika, complementada perfeitamente pela doçura e carisma de Letícia Botelho. Mas o que eleva a produção é o elenco de apoio: a ternura de Dirce Migliaccio (Vozinha), o alívio cômico certeiro de Serjão Loroza e até mesmo a breve participação da inesquecível Betty Lago. É um filme generoso com seus coadjuvantes, enriquecendo o tecido narrativo.
Longe de ser uma aventura sem propósito, o roteiro tece mensagens atemporais: a importância de prestar atenção aos sinais da vida e a máxima de que o caminho é mais importante que a chegada. Além disso, há uma inserção delicada e necessária da consciência ambiental, algo crucial para o público infanto-juvenil.
Xuxa em Sonho de Menina é uma celebração poética da inocência e do amadurecimento, um bálsamo que merece ser retirado da gaveta do esquecimento e ovacionado por sua coragem e sensibilidade. É, sem dúvida, um dos momentos mais singulares e brilhantes da filmografia da nossa Rainha. Quem não gostou, simplesmente, não estava pronto para essa lição de vida.
Este filme exige um olhar que vá além do mero espetáculo. Sob a direção sensível de Rudi Lagemann, a história de Kika, a professora de matemática que anseia ser atriz, se transforma em uma poderosa metáfora metafísica. O que os detratores chamam de "artifício batido" (a volta à infância via um bolo mágico) é, na verdade, o coração simbólico do filme. Kika precisa se despir das inseguranças e frustrações da vida adulta para reencontrar a pureza e a intuição da "Kikinha", a única que pode realmente enxergar o caminho certo. É uma reflexão filosófica sutil sobre a redescoberta da essência.
A estética do filme, ao contrário de produções anteriores mais grandiosas, aposta na simplicidade calorosa e no afeto. O ônibus "Stromboli" e o "Hotel Paratodos" são cenários que se tornam personagens, repletos de vida e oportunidades de aprendizado. Lagemann evita a dependência de efeitos megalomans, focando na magia do ordinário, o que confere ao filme uma autenticidade tocante e um visual surpreendentemente aconchegante.
O elenco brilha. Xuxa Meneghel entrega uma de suas atuações mais vulneráveis e maduras como Kika, complementada perfeitamente pela doçura e carisma de Letícia Botelho. Mas o que eleva a produção é o elenco de apoio: a ternura de Dirce Migliaccio (Vozinha), o alívio cômico certeiro de Serjão Loroza e até mesmo a breve participação da inesquecível Betty Lago. É um filme generoso com seus coadjuvantes, enriquecendo o tecido narrativo.
Longe de ser uma aventura sem propósito, o roteiro tece mensagens atemporais: a importância de prestar atenção aos sinais da vida e a máxima de que o caminho é mais importante que a chegada. Além disso, há uma inserção delicada e necessária da consciência ambiental, algo crucial para o público infanto-juvenil.
Xuxa em Sonho de Menina é uma celebração poética da inocência e do amadurecimento, um bálsamo que merece ser retirado da gaveta do esquecimento e ovacionado por sua coragem e sensibilidade. É, sem dúvida, um dos momentos mais singulares e brilhantes da filmografia da nossa Rainha. Quem não gostou, simplesmente, não estava pronto para essa lição de vida.
quero ver esse filme como faço pra ver???? mande resposta no meu comentario
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa