Era uma Vez no Oeste
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4,4
645 notas

50 Críticas do usuário

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Neo2011
Neo2011

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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O roteiro é de Sergio Donati e Sergio Leone com base em argumento dos outros mestres que vc citou(?); por isso o resultado final é essa obra ímpar!
Pablo Moraes da Silva
Pablo Moraes da Silva

3 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de novembro de 2013
Tenho gravado da tv. Um dos melhores faroestes que eu já vi. Atuação perfeitas e impecáveis, produção direção roteiro figurino cenário também. Um filme pra ser visto e olhado muitas vezes. Existem outras grandes produções do gênero, mas esta é imbatível.
Otacílio F.
Otacílio F.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de outubro de 2013
Excelente!!! Um dos melhores Western!!! Grande Sérgio Leone..
Davi O.
Davi O.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de julho de 2013
O filem tem uma história muito boa, pra quem gosta de um bom faroeste esse é um dos clássicos que você não pode deixar de ver.
Marcos Paulo ''MP''
Marcos Paulo ''MP''

5 seguidores 39 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Simplesmente magnífico! Cada cena, cada close, cada um dos poucos diálogos, tudo perfeitamente em sincronia. Nunca fui muito fã do gênero, assisti Os Indomáveis, gostei, e comprei esse meio na sorte, e que sorte!!! Me deparei com um dos melhores diretores do século passado e pelo jeito um mestre do Western. Seria muito dar nota 10 a qualquer filme porque a perfeição não existe mas 9 eu daria sim. EXCELENTE!!!
CSB17
CSB17

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2016
Assisti ontem no Telecine Cult por ser credenciado com a direção de Sergio Leone (por ter assistido a Trilogia faroeste de Clint Eastwood), concluindo uma bela tarde de domingo com um clássico do faroeste com um roteiro muito inteligente (com nomes Bernardo Bertolucci, Sergio Leone e Dario Argento como autores da idéia) que te faz ficar três horas de filme serem muito agradáveis desde da belíssima abertura sem trilha sonora até o seu final. Destaque para Henry Fonda em um papel fora de seus padrões, Charles Bronson e Jason Robards dando um show de interpretação. Nota 10 e mais alguma coisa.
Luciano Natividade de Jesus
Luciano Natividade de Jesus

2 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de julho de 2020
um dos melhores filmes westerns ja feitos. direcao, atuacao, montagen e claro, sonografia de Ennio Morricone! tudo isso faz com a gente se delicie e nao veja o tempo passar (quase 3 horas e meia de filme).
Alessandro Z.
Alessandro Z.

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5,0
Enviada em 2 de outubro de 2013
Para mim, o melhor filme de faroeste já feito, obra prima.
Murilo De Moraes Franco
Murilo De Moraes Franco

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5,0
Enviada em 8 de outubro de 2020
Era uma Vez no Oeste é muito mais do que um dos maiores faroestes já feitos. Essa obra de Sergio Leone transcende qualquer categorização por gêneros ou subgêneros e alcança facilmente o panteão dos melhores filmes que já sagraram as telonas. É, talvez, o ponto alto da carreira do diretor, que demonstra uma impressionante maturidade de temas, fotografia, cenografia, montagem, trilha sonora e um controle absoluto de seu elenco, para alcançar um resultado de se aplaudir de pé.

E olha que Leone nem mesmo precisou se distanciar muito da estrutura que lhe deu todo o renome que tinha quando ele, tentando fugir das ofertas da United Artists e outros estúdios para dirigir mais westerns, não conseguiu recusar o orçamento generoso da Paramount, que vinha encabeçado pela oferta dele trabalhar com Henry Fonda, seu ator preferido e que era sua escolha original para o papel que consagrou Clint Eastwood na Trilogia dos Dólares. Novamente preso ao gênero do qual queria fugir, Leone não se fez de rogado e arregimentou a ajuda de Dario Argento e Bernardo Bertolucci (ambos, à época, críticos de cinema e roteiristas ainda em começo de carreira, com Bertolucci já tendo dirigido, mas nada relevante) para criar a linha narrativa de Era uma Vez no Oeste.

Essa trinca colaborativa foi extremamente importante para o sucesso que o filme alcançaria e, também, para a atemporalidade dessa fantástica obra (sim, essa fita é merecedora de hipérboles!), pois Leone, Argento e Bertolucci extraíram a essência dos faroestes americanos de grande sucesso à época e trabalharam na inserção desses elementos representativos ao longo de toda a narrativa, mas sem esquecer dos elementos característicos do faroeste característico do próprio Leone, como o misterioso personagem sem nome (no caso Harmonica – ou “Gaita” – vivido por Charles Bronson) e o passo desacelerado, que ganhou contornos próprios em Era uma Vez no Oeste que, logo em sua longa abertura, nos apresenta às aventuras de uma mosca sobrevoando pistoleiros sujos e suados.

Com a narrativa pronta e uma versão do roteiro já escrita, Leone chamou Sergio Donati, que trabalhara com ele, sem receber créditos, em Por um Punhado de Dólares e outros, para fazer a sintonia fina do brainstorming que durara um ano. Donati, então, focou em destilar Era uma Vez no Oeste para sua essência, com o objetivo de tornar o filme o mais hollywoodiano possível, mas ao mesmo sem perder a alma do spaghetti. São de Donati os diálogos marcantes da projeção, além de ter sido ele o responsável por impedir que o filme, depois, fosse muito mutilado para lançamentos em mercados diferentes, ainda que as versões feitas tivessem oscilado entre 145 e 175 minutos, mas nenhuma delas realmente se sobrepondo de maneira relevante sobre a outra. Uma grande vitória, sem dúvida.

Trabalhando duas narrativas a princípio separadas, uma típica union pacific story, sobre o conflito gerado com a chegada dos trens e outra uma típica revenge story, ou uma história de vingança, que se misturam com as mais clássicas ainda outlaw stories (histórias de bandidos) e ranch stories (histórias envolvendo ameaças às terras de alguém), Leone constrói, sempre com seu passo preciso, detalhista e lento de um western spaghetti, uma rede de tramas envolvendo Harmonica, o herói silencioso que caça o pistoleiro Frank (Henry Fonda) que, por sua vez, assassina a família McBain para abrir espaço para a chegada da ferrovia e coloca a culpa em Cheyenne (Jason Robards), que se une à Harmonica para salvar Jill McBain (a estonteante Claudia Cardinale), ex-prostituta e herdeira da fazenda dos McBain da sana assassina de Frank. Reparem na circularidade do roteiro, que não deixa pontas soltas e encaixa uma narrativa aparentemente solta à outra, demonstrando o excelente trabalho na confecção da história e o cuidado na redação do roteiro.

E Leone não tem pressa em fazer revelações. Não sabemos bem que é o misteriosos homem que toca gaita é que é perseguido por três assassinos no começo, não entendemos exatamente as intenções de Frank ainda que sintamos um certo temor ao ver aquela figura de olhos azuis penetrantes e demoramos a perceber o exato papel de Cheyenne e de Jill na trama. Tudo é mostrado e pouco é dito, mas o desenrolar e a convergência das linhas narrativas é cadenciado à perfeição de forma que diálogos se tornam supérfluos. Os olhares, com os famosos planos detalhe de Leone, contrastados com tomadas em plano geral, dizem tudo. Somos tragados para a história naturalmente e a longa duração do filme parece passar em alguns instantes, tamanha é nossa fixação na tela.

E, permeando o embate, há, mais uma vez, a trilha sonora de Ennio Morricone, um de seus mais impressionantes trabalhos. Desde a gaita diegética coroando o leit motif de Harmonica, passando pela música mais forte que caracteriza Frank, até o belo vocal de Edda Dell’Orso, que empresta nobreza e força à Jill McBain. Talvez não tão memorável quanto a trilha de Três Homens em Conflito, a composição de Morricone para Era uma Vez no Oeste parece, por outro lado, ainda mais integrada à narrativa que no filme com Clint Eastwood e isso talvez se deva ao fato que Leone, em um movimento raro, pediu para Morricone compor a trilha antes das filmagens começarem, de maneira que o diretor pudesse tocá-la durante a fotografia principal, em atitude, hoje em dia, mimetizada por Quentin Tarantino, com suas músicas pop que escolhe pessoalmente e toca nas filmagens. Com isso, talvez, a música de Era uma Vez no Oeste tenha influenciado as atuações e não o contrário como é o usual, resultando em uma mescla que pouco se vê por aí.

Ainda falando em som, o trabalho do espectro sonoro em Era uma Vez no Oeste é perfeito, desde a edição de som até sua mixagem, com o uso de sons inspirados pelos westerns usados como referência aliado à um orçamento mais alto, que permitiu um trabalho melhor na finalização, especialmente se comparado com a Trilogia dos Dólares. A união da trilha sonora com os sons do filme e, em vários momentos, com a substituição da trilha pelos sons, aumenta a sensação de imersão que a fita proporciona, envolvendo-nos ainda mais profundamente na história da trinca principal de personagens.

Era uma Vez no Oeste é um grande triunfo cinematográfico, merecendo figurar em todas as listas dos melhores filmes já feitos. Leone merece todos os nossos agradecimentos profundos e uma eterna salva de palmas.
José Messias.
José Messias.

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de agosto de 2015
Excelente filme!! Peca talvez pelo perfeccionismo nos diálogos extensos, porém, quem dirige é o mestre do Wersten spaghetti (estilo italiano) Sergio Leone..o que é puramente perdoável. Trilha sonora impecável
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