Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Daniella O.
8 seguidores
1 crítica
Seguir usuário
0,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2015
Filme cansativo e entediante.Quando começa a ficar interessante está perto do fim.O que salva é claro são os atores brilhantes.Adoro musicais e esse até nisso ficou a desejar.Deveria ter assistido ao Bob Esponja!
Embora não seja muito afeitos a musicais, este foi um dos poucos que me fizeram querer saber o que iria acontecer. Só uma correção à mini-resenha deste site: não é um cavalo branco e, sim, uma vaca branca como leite.
Um bom filme musical. Uma mistura de diversas histórias infantis onde a floresta faz parte do contexto. Nesse filme o finais das histórias são um pouco modificados. Nada de excepcional para ter direito a concorrer com o Oscar com a atriz coadjuvante, Maryl Streep, como a bruxa. Dá prá assistir.
Você já leu histórias infantis para seus filhos, ou seus pais já leram pra vocês? Muitas delas se tornaram animações da Disney: Rapunzel, João e o Pé de Feijão, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, por aí vai. Pois bem, na Broadway essas histórias se misturaram para dar ao público o musical Into The Woods, o apelo da obra é simples: Qual o seu desejo? O que você estaria disposto a fazer para realiza-lo? É no ritmo de belas músicas que a trama se desenvolve, trama muito bem elaborada e estruturada durante o primeiro momento do filme.O "Era Uma Vez" começa quando uma bruxa pede a um padeiro e sua esposa artefatos para realização de um feitiço que realizará o maior sonho do casal: ter um filho; a jornada atrás dos objetos leva ambos à floresta, onde as histórias citadas acima se cruzam com a das personagens do musical. Essa farofa é muito bem dirigida, e a cada canção o filme te puxa para dentro da floresta e você se sente mais um personagem do musical de Rob Marshall - diretor. O fim é surpreendente, principalmente quando as historinhas infantis e ingênuas se embaralham e muitos acontecimentos chocantes te deixam perplexos na poltrona. Interrompo a crítica para elogiar todo a produção, tanto pelo roteiro musical que está excelente e muito bem interpretado quanto pelas atuações dramáticas de Meryl Streep - mito do cinema - Chris Pine e Anna Kendrick muito bem, mas o que mais impressiona é Emily Blunt revivendo seus momentos excelentes de O Diabo Veste Prada e A Jovem Rainha Victoria roubando a cena. Talvez pelo genero musical, muitas pessoas o esnobem, mas Into The Woods não cansa pelas músicas e pelo roteiro lírico, mas sim pela duração do filme. Quando tudo parece estar em seu devido lugar a história dá uma reviravolta - que deve ser enaltecida pois as mudanças nos contos é muito bem vinda, mas não foi bem desenvolvida - e os 30 minutos restantes ficam cansativos, para no fim apresentar a mensagem mais importante do filme. Calma, a mensagem tá aqui. Depois das perguntas iniciais serem respondidas - pessoalmente - mais uma pergunta finaliza com maestria e inteligencia os caminhos da floresta: Qual história você conta para as crianças? Qual a história que você quer ver? Aquela que tem príncipes e fadas onde termina com o clichê "Felizes Para Sempre", ou a aquela onde tudo é possível até mesmo o amor da sua vida cair de um penhasco e te deixar sozinho nesse amargurado mundo. Decida qual história você quer com sabedoria, minha dica: conte um pouco das duas, afinal o que melhor que um conto depois de uma desilusão.
Bem, imaginem um musical da Disney misturando diversos contos de fadas e com um elenco com ótimos atores e um diretor especialista em musicais de sucesso (e alguns fracassos também, mas enfim)? Tudo levava a crer que Caminhos da Floresta fosse um filme ao menos interessante, e muita expectativa foi criada em torno de tal projeto. Pois bem, o resultado não poderia ter sido mais meia boca. Apesar da premissa bem pensada, o roteiro do filme é muito ruim. O filme começa introduzindo vários personagens amplamente conhecidos pelo grande público, e nos minutos iniciais a temível bruxa (Meryl Streep) surge na padaria vizinha de sua casa para levar uma conversa com o padeiro atrapalhado, inseguro e de bom coração (James Corden) e sua esposa (Emily Blunt), que sonham ter um filho. Porém, a bruxa diz que para quebrar o feitiço que paira sobre a família do rapaz - onde como resultado o casal seria incapaz de gerar filhos - seria necessário que eles conseguissem em até três noites quatro itens que eles achariam na floresta: uma vaca branca como o leite (que vem a ser a vaca do João, aquele do Pé de Feijão); um capuz vermelho como sangue (claro, da Chapeuzinho Vermelho); cabelos amarelos como espigas de milho (olha a Rapunzel entrando na história); e um sapato dourado como ouro (esqueçam o sapato de cristal da Cinderela, que subiu de patamar e agora é de ouro, ok?). Deste instigante enredo, surge uma miscelânea de situações estapafúrdias, forçadas e absurdamente ridículas. Cenas extremamente constrangedoras pipocam na tela, como a dos dois príncipes cantando em uma cachoeira (onde o que deveria surgir como alívio cômico só resulta em pura demonstração de vergonha alheia), ou a do lobo depois de surgir na casa da vovó da Chapeuzinho Vermelho (na cena disparadamente mais bisonha e surreal de todas que aparecem nesse filme), dentre várias outras. Apesar do elenco afinado, a maior parte das atuações são exageradas e fora do tom (como principalmente no caso de Chris Pine no papel do príncipe com ares de sangue latino de galã de novela mexicana) ou insossas (como principalmente a de Anna Kendrick e sua chatíssima Cinderela). A única que realmente dá show é mesmo Meryl Streep que brilha em todas as suas cenas. A participação medíocre de Johnny Depp como Lobo é algo que dispensa comentários, de tão tolo que é. Fora isso, os deslizes do roteiro são gritantes. Situações muito mal explicadas, erros grosseiros de continuidade, e falta de fôlego total. Parece um filme que não termina nunca, e que em sua parte final toma um ar triste e sombrio bem diferente do que costumamos ver em filmes da Disney. Mas o que é pior no filme? Definitivamente as músicas. Elas são muito ruins! Uma ou outra se salvam e são inspiradas, como a de quem é culpado pela sucessão de problemas que acontecem no reino, ou outras cantadas por Meryl Streep (mais pelo vigor da atriz do que pela letra em si), porém outras são sofríveis e que em determinado momento o espectador acaba suspirando e dizendo em voz baixa ou mentalmente: “Ah, não! Mais uma vez essa cantoria desenfreada!”. Enfim, o filme tem uma boa ideia e gente muito talentosa envolvida, mas como não tem uma boa espinha dorsal, não funciona. Nisso Caminhos da Floresta fracassa retumbantemente. O filme não se sustenta na sua boa ideia, e atira para tudo que é lado, trazendo à tona somente aquela temível sensação de insatisfação. Tinha tudo pra ser um filmaço, mas só consegue ser um filme chato e ridículo. Obrigado Meryl Streep por não deixar o filme ser um fiasco quase que total.
Into The Woods (Caminhos da Floresta) peca pela duração excessiva e um segundo plot desnecessário. Apesar de possuir vários furos o filme é belo pelas incríveis performances e as atrizes Emily Blunt e Anna Kendrick que trazem incríveis canções e ótima interpretação.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade