Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Sandro P.
7.487 seguidores
572 críticas
Seguir usuário
1,0
Enviada em 20 de julho de 2016
Eu confesso que não sou fã de musicais, mas esse aqui superou todos, o filminho chato, longo, cansativo e com diálogos e musiquinhas toscas. Não curti!
Mesmo com uma repetição de cenários, algumas músicas que não eram necessárias, e a mudança de tom no 3° ato (o que eu adorei!!), e o Jhonny Deppy desperdiçado com uma cena. Caminhos da Floresta necessita ser assistido por todos que amam musicais! E a última apresentação da Meryl Streep é de chorar! Amei!
Mais um filme sobre contos de fadas. A novidade seria que junta quatro contos (Cinderela; Chapeuzinho Vermelho; João e o Pé de Feijão; e Rapunzel) em uma única história, em formato de musical. Além disso, estes estão unidos por um drama, de um casal amaldiçoado por uma bruxa, que não pode ter crianças. Ambos farão de tudo para ter um herdeiro. Com um roteiro original e boas atuações, garantem uma boa diversão, com um final nem tão feliz.
Filme pouco focado, musical péssimo, sem sintonia e ritmo. Quase impossível conseguir assistir o filme até o fim. A ideia do diretor de misturar várias histórias de conto de fadas não foi encantadora.
Musicais que fazem uso de histórias já consagradas são raros de se ver no cinema, principalmente porque o estilo já não é tão bem aceito pelo público em geral. Mas, vez ou outra, surgem grandes produções que conseguem mesclar bem uma narrativa com canções dosadas e não cansativas, como é o caso de Caminhos da Floresta.
Uma das facetas mais interessantes nesta produção dos estúdios Dinsey está na ideia de usar grandes contos à uma narrativa inédita. Aqui, os protagonistas são o Padeiro (James Corden) e a mulher do padeiro (Emily Blunt), casal este que é instigado pela Bruxa (Meryl Streep, ótima como sempre) a buscar 4 itens essenciais para findar uma maldição, que no caso refere-se à infertilidade do padeiro. A missão envolve obter uma vaca, uma capa, um sapato e um pedaço de cabelo; soaria até estranho citar esses ingredientes, mas aí entra a parte curiosa, pois os itens referem-se, respectivamente a "João e o Pé de Feijão", Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Rapunzel, todos eles envolvidos metodicamente ao enredo. A busca pelos itens é feita durante o trajeto por dentro de uma floresta bem sombria, sendo esta o cenário de praticamente toda a produção.
Evidentemente que a busca pelos itens não seria tão simples, já que o padeiro e sua esposa precisam convencer alguns a ceder seus pertences voluntariamente ou em troca de algo valioso. E é exatamente nesta ideia que se desenvolvem a maioria das canções. O já experiente diretor Rob Marshal consegue aproveitar bem cada um de seus artistas de elenco sem soar forçado, muitos até divertem ou causam espanto pela competência musical, como é o caso de Emily Blunt.
A ideia de usar personagens famosos de forma sombria deixou a produção ainda mais atraente, pois príncipes e princesas não são tão ingênuos como de costume, tendo inclusive elementos fortes de cafajestagem; a trama com retoques adultos ajuda a fluir de forma mais natural, em alguns casos com elementos até pesados, como suicídio, poligamia, abandono de paternidade e outros menos complexos.
A direção de arte também é outro ponto de destaque, pois o figurino, maquiagem e o ambiente são sempre bem ajustados de forma coerente com a ideia da produção, auxiliados e muito pela floresta às vezes até cartunesca. A composição de elenco formada por grandes nomes como Meryl Streep, Emily Blunt, Chris Pine, Johnny Depp e Anna Kendrick facilitam o desenrolar de forma bem atrativa.
Certamente o único ponto que causa má impressão são alguns cenários fechados que parecem palcos de teatros bem ornamentados, e são várias as vezes que isso surge para compor um cena pequena. Decerto que tal escolha deriva do conceito de musical, mas poderia sem melhor ajustado em cena.
Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão, Rapunzel e demais figuras famosas surgem como divertidas peças para uma razão maior dentro de CAMINHOS DA FLORESTA. Uns mais bem aproveitados do que outros, mas sempre respondendo pela ideia máxima de antagonista. É um filme divertido, com boas doses de humor e canções razoáveis que não cansam e nem atrapalham, resultando em 2h de uma atração diferente mas agradável.
ótimo filme, história envolvente, te faz pensar o que vem a seguir, boas musicas, perdesse no final e te deixa pensando é só isso... mas apesar não deixa de ser ótimo
Caminhos da Floresta... um filme da Disney, que mostra claramente logo de início, que tenta mesclar vários dos contos de fadas: Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão, Cinderela e Rapunzel. As atuações do filme são muito boas, inclusive dando destaque para Meryl Streep, que até foi indicada ao óscar de melhor atriz. A direção de Rob Marshall é bem acertada, nada muito espetacular, mas é boa. O roteiro não chega a ser ruim, mas deixa a desejar em algumas cenas. Cinematograficamente o filme é lindo, com cenários muito bem construídos e a trilha sonora conta com músicas bastante divertidas. O final do filme é um pouco problemático e um tanto previsível, dando um ar clichê ao filme. Caminhos da Floresta é um bom musical da Disney que por um certo ponto, até me surpreendeu. Recomendo!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade