Babel
Média
4,0
1018 notas

48 Críticas do usuário

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Luciano
Luciano

4 seguidores 28 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O melhor filme do ano! Sustentado por uma direção segura e precisa,por excelentes interpretações e por uma trilha sonora impecável, o filme nos revela a dificuldade de comunicação e compreensão entre as pessoas.
Jônatas
Jônatas

7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Melhor Filme do Ano! O Filme todo é perfeito. Direção, Atuação, Trilha Sonora, Edição, Roteiro, enfim um filme muito bom. Babel é um filme muito complexo, que necessita de concentração o filme todo.
Anderson_Aguiar
Anderson_Aguiar

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não vale nenhuma de suas indicações ao oscar, destarte muito provavelmente não levará nenhum prêmio da academia. Avaliemos caso a caso. Na categoria de melhor atriz coadjuvante: Adriana Barraza não convence em seu sofrimento após abandonar as crianças no deserto, assim como o papel de surda e muda da atriz Rinko Kikuchi também foi fraco em seu desempenho, ao contrário, a pequenina Abigail Breslin de 10 anos de idade no filme Pequena Miss Sunshine encanta, comove e convence, sendo assim, favorita para ser a mais nova atriz a receber um prêmio da academia. Na categoria melhor roteiro original: O que tem de original nesse roteiro? São vários curtas-metragens de muito baixo nível que tiveram a sorte de serem interligados, aliás, mal interligados, fazendo com que algumas pessoas que não entenderam o filme, fizessem elogios sem conteúdo. Nessa categoria estão os dois melhores roteiros originais que são Pequena Miss Sunshine e o filme mexicano O Labirinto do Fauno. Já na categoria Melhor Trilha Sonora Original, seria talvez, a única chance do filme Babel arrematar uma estatueta, se não fosse a beleza da trilha sonora de A Rainha e de O Labirinto do Fauno. Na categoria Melhor Montagem, Babel não tem chance contra Os Infiltrados e tampouco contra o Diamante de Sangue. Na categoria Melhor Direção: Inarritu chegou com truques antigos de movimentação de câmera, momentos surdos também são truques antigos, ou seja, apesar de dirigir um filme difícil, isso não dá merecimento ao prêmio de melhor diretor, principalmente quando está infrentando diretores e filmes muito melhores e filmes brilhantes, acredito que o vencedor do prêmio de melhor diretor será Stephan Frears pelo filme A Rainha, ou então Clint Eastwood pelo brilhante filme Cartas de Iwo Jima.. esses são os dois favoritos a ganhar este prêmio, embora eu considere o Martin Scorsese acima desses, mas eu não posso esquecer que os críticos da Academia sempre desvalorizam o trabalho desse grande mestre. Na categoria melhor filme: Acredito que deu para perceber o quão fraco é o filme Babel e que, certamente, os favoritos são Os Infiltrados e Pequena Miss Sunshine. A não ser que ocorra alguma "marmelada" nesse Oscar, Babel não receberá nenhum prêmio porque não merece. Filme pobre, fraco e inexpressivo.
mario
mario

3 seguidores 9 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme caiu num lugar comum. O seu lado bom é chamar a atenção para problemas que, apesar de não serem atuais, ainda preocupam a sociedade mundial. Não sai da mediocridade porque não apresenta exemplos de como as injustiças apresentadas podem ser combatidas. Não traz referência de atitudes que podem melhorar esse estado de coisas. Ser pessimista no diagnóstico é admissível, mas deixar de apresentar otimismo em soluções é inaceitável. Pela repercussão, sem dúvida que poderia ser melhor.
ricardo
ricardo

11 seguidores 73 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A presunção do diretor é tão grande que dedicou o filme aos seus filhos. Já estava que tinha feito uma obra-prima. Para justificar sua idéia de barreira de comunicação entre pessoas de mundos diferentes, o roteirista criou uma história absurda do tipo "Acordei com o pé esquerdo hoje" - todo mundo dá azar de estar no lugar errado na hora errada, coisas do tipo "ah, sou imigrante ilegal e vou dar um pulo no México com umas crianças americanas e já volto para os Estados Unidos. A polícia de fronteira vai me receber de braços abertos...".
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Deus teria condenado os homens a falarem idiomas diferentes - e o que é pior, não se entenderem - devido à arrogância dos nossos antepassados. A situação parece não ter se modificado após milhares de anos. A única diferença é que a torre de Babel está globalizada; internet, televisão a cabo, celulares, enfim, a comunicação é imediata entre todas as nações. O mesmo não se aplica à universalidade da riqueza, mas isso é uma outra estória. A humanidade ainda parece estar sob os efeitos da condenação Divina: o entendimento mútuo inexiste. Iñarritu e seu ex-colega de vários filmes, Guillermo Arriaga (os dois brigaram e não estão se falando sabe-se lá por quais motivos) levaram à telona três tramas pararelas que tentam mimetizar o que acontece no mundo atual globalizado. A idéia de histórias pararelas que se entrecruzam em algum momento não é nova no cinema de Iñarritu (vide "21 GRAMAS" e "AMORES BRUTOS", tampouco no cinema. O vencedor do Oscar de 2006, "CRASH" fazia apresentava várias tramas tendo como fundo a cidade de Los Angeles. Sem falar no recém falecido diretor, Robert Altman, que deitava e rolava neste tipo de narrativa. Voltemos à babel-terra onde todos gritam e ninguém se entende. Susan (Cate Blanchett) e Richard (Brad Pitt) vão passar férias no Marrocos. Parece que o casal vai tentar encontrar num local exótico a serenidade para manter o relacionamento de ambos vivo, pois os problemas são evidentes entre eles. A escolha por dois rostos tão conhecidos de Hollywood foi proposital. Desta maneira, Iñárritu conseguiu dar maior visibilidade ao seu filme. Fossem outros atores a abordagem da mídia seria infinitamente menor. O casal não imaginava que uma criança marroquina munida com um rifle que deveria servir para proteger as cabras de sua família, numa brincadeira atira em direção a um ônibus que se encontra bem distante e o pior acontece: Susan é alvejada no seu ombro esquerdo por uma bala. No meio de um lugar inóspito, Richard com a ajuda de uma alma boa (ainda existem neste mundo babilônico), o guia da excursão fazem de tudo para salvar a vida de Susan. Simultaneamente temos a trama de Amelia (Adriana Barraza), babá do casal de filhos de Susan e Richard. Eles moram em Los Angeles. O filho de Amelia irá casar no Mexico. Como não há ninguém que possa substituí-la no seu trabalho, ela que cuida das crianças desde o nascimento delas, decide levá-las para o Mexico. Os problemas começarão no regresso do México, mais precisamente ao atravessar a fronteira México-Estados Unidos. A terceira trama ocorre em Tóquio, onde uma filha surda-muda, atormentada pela sua condição e pelo suicídio recente de sua mãe, se entrega a uma procura desenfreada de carinho, porém, de forma caótica. As famílias sejam elas marroquinas, mexicanas, americanas ou japonesas se fragilizam, se esgarçam e se unem. O grande mérito dos realizadores foi o de mostrar algumas chagas do mundo atual (tensão racial, imigração ilegal, problemas na compreensão do "mundo" do adolescente), porém, sem fazer julgamentos a respeito. A tragédia humana pode ter solução no futuro, talvez longínquo, é verdade, mas quem sabe... Iñárritu e Arriaga colocaram alguma luz no final do túnel.
PedroConrado
PedroConrado

70 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É um filme obrigatório para a compreensão de boa parte dos conflitos que vivemos entre os países e dentro deles. Não há nada de ideológico; o diretor prima pela apresentação estética e conceitualmente forte.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Richard e Susan estão em viagem pelo Marrocos, em uma tentativa de reconciliação no casamento. Quando viajam de ônibus subitamente Susan é atingida por um tiro de fuzil, dado por dois garotos que estavam testando a arma recém-comprada pelo pai. Este fato gera consequências na vida de quatro grupos de personagens: Richard e Susan; os garotos e seu pais; a babá mexicana que cuida dos filhos de Richard e Susan e deseja ir ao casamento do irmão; e um homem japonês e sua filha surda, que enfrenta problemas de rejeição. "Babel" segue a linha dos filmes anteriores de Alejandro González-Iñárritu, em que várias situações acontecem em paralelo e não exatamente no mesmo instante de tempo, com informações sobre cada uma delas sendo mostradas aos poucos ao público. O filme não possui uma edição tão picotada e com idas e vindas como "21 Gramas", o que facilita sua compreensão. Além disto há várias cenas belíssimas: a ida da jovem japonesa à boate, o pouso do helicóptero no deserto, a tomada final entre filha e pai na trama japonesa, a própria cena do tiro recebido por Susan. Nesta cena específica vale destacar o trabalho de Cate Blanchett, que consegue transmitir a sensação mista do despertar com a surpresa de estar sentindo uma dor repentina e aguda, sem saber direito o que aconteceu. Blanchett tem ainda outros bons momentos em cena, apesar de sua participação no filme ser curta. As quatro tramas são bastante interessantes, cada uma com qualidades próprias. A dos garotos reflete um pouco da paranóia americana do pós-11 de setembro, que faz com que o ocorrido logo seja considerado um ato terrorista. A da babá espelha as diferenças de costume entre México e Estados Unidos, além da já conhecida dificuldade enfrentada pelos mexicanos para entrar nos EUA. A de Richard e Susan tem como pano de fundo o medo e o preconceito dos demais passageiros do ônibus em que estavam, que desejam sair do local o mais rapidamente possível, mesmo que isto signifique abandoná-los. E a trama japonesa, a melhor de todas, reflete a angústia da rejeição sentida por uma adolescente, que faz com que tente compensá-la oferecendo seu próprio corpo aos homens, em uma tentativa desesperada de agradar. Muito bom filme.
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