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Lucimaraâ„¢
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Por serem três histórias distintas, mas que obviamente se ligariam de alguma forma, acreditei que seria um bom roteiro. Inteligente. Mas, quando terminou, percebi que perdi mais de duas horas pra nada. A melhor história é a do casal, onde a personagem da Cate é atingida por um tiro disparado por dois irmãos no Marrocos. E ainda assim, a história é fraca. A história no Japão é horrível e sem proposito: uma surda/muda tarada que tenta transar com todo mundo, seja dentista, seja policial. No final a idéia não faz nenhum sentido. Fico mais aliviada por ter assistido na TV. Assim, não gastei mais do que meu tempo. Decepção e arrependimento total.
Regular. Da trilogia de Iñarritu é o mais fraco, tirando a histótia rodada no Japão, as outras não emplacam (mesmo sendo paralelas e ligadas por algo em comum). Não chega a ser um filme ruim, mas é esquecível...
...Babel também é uma clara alusão ao problema da língua (comunicação) o que se torna um ingrediente substancial para deflagrar a falta de entendimento nesse poderoso drama que viaja três continentes, envolvendo elementos culturais, étnicos e políticos, onde seus personagens se dissolvem sentimentalmente entre perda, solidão e intolerância.
Òtimo filme, uma história muito emocionante. O roteiro e o enredo são maravilhosos. Um elenco de peso, do qual dão conta do recado. A trilha sonora é fantástica mereceu o oscar.RECOMENDO.
Para mim o que faz um filme ser bom, antes mesmo do enredo e da atuação dos atores, é o fato de fazer voce parar para pensar, e isso Babel faz e muito! O filme nos deixa a pensar sobre o preconceito humano nas suas diversas formas - o preconceito com relação à pobreza (os pobres são tratados como bicho sem nem mesmo ter a chance de se defender e os ricos saem impune), o preconceito para com os deficientes físicos e a maneira com que eles vivem excluídos no seus grupos restritos e sem grande interação no resto da sociedade; retrata também a tristeza, que existe independente do nível social; as drogas e o efeito artificial da felicidade que passa minutos depois e a tristeza reaparece; e o mais importante é o fato de mostrar a realidade do mundo de uma maneira impactante, dando ênfase ao gritante contraste que existe entre as sociedades contemporâneas, isso é mostrado através de imagens da vida cotidiana de cada sociedade - no marrocos mostra pessoas comendo com as mãos e esse fato entra em contraste com a sociedade japonesa e suas tecnologias de alto nível; a americana com nojo da água no Marrocos relata a forma como as sociedades ocidentais vêem as orientais; a sociedade americana em contraste com a mexicana enfatizando a questão de dois países vizinhos serem absurdamente diferentes (isso é mostrado de uma maneira até engraçada através da reação dos meninos americanos ao chegar no Mexico) e a infância dos meninos marroquinos em contraste com a infância dos meninos americanos, são diferenças gritantes que deixa o expectador impactado. Enfim, eis um grande filme que só não é apreciado por pessoas comodistas e indiferentes a condição humana atual.
A Babel, faltou apenas a coragem para ser o filme que deveria ter sido. Apesar de funcionar e transmitir seu recado de maneira densa, o filme não faz jus a toda atenção que a temporada de prêmios vem dispensando a ele.
eu achei demais,adoro os filmes do alejandro gonzalez,e realmente como foi comentado mais a cima,não vale comparar com crash,pois ele o alejandro ja usou essa tecnica antes em seu 21 grams...so o final que realmente me deixou um pouco a desejar,mas ta valend pero tod o filme..o nucleo muçulmano esta de parabéns!
Simplesmente fantástico. Alejandro Gonzalez-Inarritu soube fechar com chave de ouro a sua trilogia começada em Amores Bruto, passada por 21 Gramas e fez em Babel uma verdadeira homenagem ao cinema e deu de presente a todos nós um belo espetácula para o cinema mundial. A história mostra que a dor é realmente um sentimento universal e o que atrapalha é a língua que por ser diferente em cada país, pode trazer complicações, porém a vida vale muito mais que as fronteiras que separam os países. Bebel é internacionalmente humano.
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