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Um visitante
2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Eu me chamo Patty. Sou crítica de cinema aposentada. Contudo, continuo indo semanalmente ao cinema. É a minha igreja: "O cinema é meu pastor, e pipoca não me faltará." Assim como vocês, eu também Adoro Cinema! Portanto, quando soube da oportunidade de voltar a fazer minhas críticas, fiquei animadíssima. Fui então ver "Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras", digo "Caçadores de Obras-Primas". Em Inglês é "The Monuments Men". De início, achei que tinha esse nome por causa do George, " O Clooney, what else?", e do Jean Dujardin. Ilusão, mera quimera! Então, o filme conta a história real, baseado no livro de Robert M. Edsel, do resgate de obras de arte saqueadas pelos nazistas para um futuro museu do Hitler. Esse maluco, patente alta, bigode curto, não gostava de Picasso, nem Paul Klee, dentre outras obras modernas que ele mandava destruir. Um ponto destacado no filme é a importância dos monumentos, da memória, de preservar a arte. Quando uma obra-prima é destruída, apaga-se um registro histórico, como se o artista ou a obra não houvesse existido. A questão principal do filme é se vale a pena sacrificar a vida pela arte. Eu digo que depende. Se a obra em questão fosse esse filme, eu deixava o Hitler botar fogo. Digo isso porque o filme não acontece. Ele se arrasta que nem fila de mercado no início do mês. Falta mais ação, acertar na comédia e uma pitada de romance. Quando a gente pensa que vai acontecer algo entre os personagens de Cate Blanchett e Matt Damon, por exemplo, nada ocorre, nem faísca. Se ao invés do Matt Damon, colocassem o George, duvido que a francesa resistiria. Antes que a artrite me ataque e eu tenha que terminar de digitar com o nariz, devo justificar as duas estrelas acima. Um estrela vai pelo elenco espetacular. O melhor desempenho fica por conta de Bill Murray . A outra estrela vai para o feito histórico desse homens que se arriscaram para salvar obras de arte. Termino na esperança que George Clooney volte a acertar no próximo filme. Amém!
Esse filme é uma prova de que Hollywood pode fazer filmes ruins. É monótono, confuso e faz a segunda guerra parecer brincadeira de criança ante a facilidade com que os "caçadores" vão desbravando os fronts de luta e cidades ocupadas e fazendo ressurgir os tesouros roubados pelos nazistas. Ilária é a cena em que um jovem e inseguro soldado alemão fica frente a frente com dois dos caçadores e acaba aceitando um cigarro, fuma com eles e vai embora sem disparar um tiro. Como eram bonzinhos estes nazistas... Não recomendo!
Por ser um conto verdadeiro,confesso que fiquei bastante curioso pra saber da história.George Clooney reúne um bom elenco,que traz boas lembranças ao espectador.Traz novamente Bill Murray e John Godman.Entre eles ainda sobra um espaçinho para as estrelas,Matt Damon e Cate Blanchett,e o grande Jean Dujardin,que desde O Artista,estava sumido.Pois bem,Caçadores de Obra Prima,se rende a uma história focada no assunto,por muitas das vezes bem dialogadas.Fazendo com que o filme se torne bastante chato,e sem ânimo.Os momentos de comédia são bem raros,ficando por conta de Murray e Godman.O restante do elenco,se divide em fracas atuações,que não tem nenhum tipo de progresso.
Baseado no livro "The Monuments Men", do historiador Robert Edsel,confesso que não conhecia essa parte da história,filme é cultura sim! O filme foi dirigido por Clooney e ele lógico,é o líder do grupo. Um elenco desses,baseado em fatos reais e o filme não empolga apesar de muitas explosões. Parece que faltou ação,mas na verdade depois que vi o filme,li que as obras não foram resgatadas naquele desespero que aqui,quiseram passar. O foco somente nas atrocidades e roubos dos nazistas,foi também bem apelativo aqui,pois na realidade,eles não concordavam com obras de arte moderna e aí sim,queimaram e destruíram muitas desse tipo. Hitler era pior do que eu imaginava,ô homem ruim! O Damon preso na mina foi muito louco. A Claire uma verdadeira apaixonada pelo que se faz,que mulher!
Citações:
"Podem exterminar a toda uma geração, derrubar suas casas e ainda assim o povo seria capaz de refazer-se. No entanto,se destroem suas obras,sua história,é como se nunca tivessem existido,seriam cinzas no ar."
"Não é trágico alguém morrer fazendo aquilo que gosta."
Apesar de seu apelo ufanista e triunfal exaltando o feito dos americanos, o filme CAÇADORES DE OBRAS PRIMAS focaliza um assunto pouco visto e ventilado nas telas em fatos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial. O roubo e saque feito pelos nazistas de obras de arte durante a ocupação de vários países da Europa. Um assunto sério que as vezes resvala para um humor desnecessário, mas que dá devida importância a um grupo de homens dispostos a arriscar a vida para salvar grande tesouros da humanidade na área da pintura e escultura e que seriam destruídos pela arrogância dos nazistas. Tudo era guardado para servir de base para um Museu que Hitler pretendia criar na sua cidade natal, Linz na Áustria. Sua obsessão pela Arte não tinha limites assim como sua face cruel, tema já visto no Documentário Arquitetura da Destruição. O problema de CAÇADORES é sua tentativa muitas vezes de fazer gracinha demais e satirizar os então amigos e aliados soviéticos que também se aproximavam do local onde estava escondido o tesouro. A vitória para chegar ao ninho do tesouro, claro tem um final digno de pantomina em sua homenagem aos russos e que deixa meio patético a solução de um assunto tão sério, que mais parece um pastiche de OS GUERREIROS PILANTRAS clássico dos anos 70, ou seria uma homenagem. Mas apesar de irregular salva-se o bom elenco, uma mistura de vários estilos interpretativos, vamos assim dizer, e conhecer um pouco mais desta saga de resgate de tão importantes tesouros da cultura e da História da humanidade da destruição.
Um filme médio com um grande elenco, mas com um ritmo lento e deixa a desejar. Destaque para Cate Blanchett, impecável como sempre nas suas interpretações.
REGULAR. Um grande elenco, porém não na suas melhores atuações, grande parte da culpa pelo roteiro fraco, sem emoção, aventura ou ação. Só vale por ser inspirado em fatos verídicos.
Apesar de ser inspirado em fatos reais e do tema ser bem interessante, o filme é cansativo e bem fraco. Eu mesmo que me interesse muito pela história da arte não consegui aguentar o filme todo!
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