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Ricardo M.
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697 críticas
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3,0
Enviada em 12 de março de 2019
George Stout (George Clooney) é um oficial do exército americano e conservador de obras de arte das mais várias épocas e formatos. Durante atuação na segunda grande guerra, Stout propõe a seus superiores a criação de um grupo com objetivo de resgatar obras de arte roubadas pelos nazistas e colocadas em risco de serem destruídas.
CAÇADORES DE OBRAS PRIMAS é um filme leve e com doses de humor distribuídas ao longo de quase 2h e que desenvolve sua narrativa calcada por elementos reais da história mundial. Por si só, a ideia proposta já soa interessante do ponto de vista cinematográfico, entretanto, o elenco gabaritado ainda serve de incentivo para a obra que, às vezes falha pelo ritmo moroso, mas se constrói bem graças à ideia maior de retratar um outro lado da canhestra guerra proposta por Adolf Hitler. A guerra é apenas um pano de fundo servindo como elemento pontuador, deixando o entrosamento da equipe e a perseverança alcançar o sucesso.
Com um elenco espetacular , caçadores de obras primas é um filme que nos revela a guerra em um outro ponto de vista. O filme não é espetacular , mas é um bom filme. O enredo é simples e direto , sem reviravoltas nem surpresas.
Para quem gosta da história da segunda guerra e de filmes históricos vale a pena ver. Um drama misturado com doses de humor, atuações corretas, nada de especial. Algumas cenas onde a equipe toda está reunida como na bomba que pode explodir valem a diversão do ingresso como entretenimento. Esperava mais do filme antes de lançado, mas depois de uma analise melhor fui pro cinema esperando justamente o filme que eu vi, e isso não é ruim, mas também não é excelente.
É muito bom ver atores tão queridos juntos em cena, como Bob Balaban, Murray e Goodman, além do prazer de sempre em poder assistir Matt Damon e George Clooney, é claro. No entanto confesso que fiquei insatisfeita com o resultado. O filme é bastante deficiente na mistura entre drama e comédia. Talvez aí esteja a falha que o compromete. Há momentos em que o humor não é adequado para a cena, mesmo que essa seja a intenção de Clooney; ainda assim é bastante confusa. Falta um pouco de ritmo e carisma dos personagens. A abordagem do filme consiste em afirmar que a arte tem como função resgatar os valores culturais de uma sociedade. Através dela contam-se histórias, revelam-se acontecimentos importantes e despertam-se sentimentos. Para os nazistas, confiscar arte era tão importante quanto ganhar uma batalha. Prova disso é que Hitler solicitava a um historiador alemão que registrasse todas as obras de arte roubadas da Alemanha desde o século XVI para que fossem recuperadas. Essas obras iam desde bandeiras até Rembrandt, o artista preferido do ditador. É claro que o führer não conseguiu recuperar o que desejava, mas confiscou muitas ‘coleções’, a exemplo do acervo da família de banqueiros Rothschild, abordada em uma cena do filme, inclusive. É sabido que mais de milhares de obras que pertenciam aos judeus foram confiscadas pelo Regime Nazista, no período da 2ª Guerra Mundial. Grande parte das coleções privadas do Terceiro Reich eram de judeus! Hitler tinha fome de arte. Foi um artista frustrado, é fato. Após o término da Guerra, os “caçadores de obras-primas” restituíram grande parte das obras às famílias, enquanto que a outra parte nunca foi encontrada. Em síntese, Clooney consegue passar o recado, porém fica a sensação de que, desta vez, algo não deu certo. A decepção surge justamente por ter visto o ator/diretor realizar trabalhos significativos até então, a exemplo de“ Boa noite, boa sorte” e “Tudo pelo poder”. Vale a pena assistir? Sempre vale! Vale pelo contexto, pelas belíssimas obras que são mostradas e por se tratar de um elenco de 'feras' e de um competente diretor que tem todo o direito de falhar.
Dar uma nota ou até mesmo criticar um filme com Obras-Primas no título é de certo modo peculiar, afinal a arte presente em tais obras-primas são consagradas, pinturas de Picasso, Da Vinci, Michelangelo e inúmeros outros gênios; e por serem incontestáveis me deixa desconfortável em tachar o filme Caçadores de Obras-Primas como Legal (apenas). É meu dever lhes contar o que não me agrada em um filme com atores dignos de serem obras-primas da sétima arte; primeiramente a visão norte americana do Terceiro Reich, e da Segunda Guerra Mundial, tendo os soldados dos Estados Unidos como os verdadeiros anjos e "bonzinhos", salvadores da pátria, e claro detonando a participação crucial de russos e soviéticos para derrotar o Fuhrer. Mas o filme passa longe de ser sobre a Segunda Grande Guerra, a história é voltada principalmente para o conceito da arte, e seu significado expressivo para um povo ou uma sociedade, e que sem ela a nossa cultura seria moldada de forma diferente, com conceitos e padrões diferentes. Não teríamos os experimentos de Da Vinci como o Homem Vitruviano para ser consultado e estudado, não teríamos a famosíssima e puríssima imagem da Madonna de Michelangelo. Voltando para película, o filme é dirigido e estrelado por George Clooney, pode ser esse um dos principais motivos que nos leva a um Deja Vú, e pensamos já ter visto esse filme, ou algo parecido; sim, com certeza já viu, Onze Homem E um Segredo, Doze Homens e Um Novo Segredo, etc. As piadas e muitos estratagemas são parecidos e o ritmo do filme não é nada surpreendente, nada de novo. A procura e caça a tais obras primas é interessante e com muito significado, mas muitas cenas reforçam o pensamento patriota norte americano, por exemplo o final nada surpreendente em que a bandeiro dos Estados Unidos está de ponta a ponta na telona. A ficha técnica e o elenco são de estrelas, muitas delas velhas conhecidas, como Bill Murray (interpreta uma das mais belas cenas da película) e John Goodman, e outras fazem parte do elenco estrelado de Hollywood, entre elas podemos destacar Matt Damon, George Clooney e a peça feminina do filme, e que traz a força da mulher e a importância delas na história da humanidade, Cate Blanchett (mais uma vez brilhante). Resumindo tudo, um filme para relaxar e se divertir sem nenhum compromisso com o show, por isso é bom relaxar e aproveitar essa bem feita reunião de amigos; muito superior a Os Mercenários diga-se de passagem.
Durante o declínio nazista, quase ao fim da Segunda Guerra Mundial, um grupo de especialistas em arte é convocado por Frank Stokes (George Clooney), com o apoio do governo norte-americano, e enviado para proteger locais históricos contra bombardeios aliados, bem como encontrar inúmeras obras-primas confiscadas pelos alemães para um futuro museu, idealizado por Hitler. Recebendo um precário treinamento militar, eles se deslocam até o front, colocando sua vida em risco para executar a missão.
Uma aventura de guerra diferente, que varia do drama ao humor, com poucos momentos de suspense. Conta com um lado sério que leva à reflexão, embora de maneira superficial. Com ritmo irregular, demora um pouco para engrenar, mas na metade final consegue se tornar uma boa diversão e envolver o espectador, apesar das poucas cenas de ação e do maniqueísmo com a velha divisão entre personagens bons e maus. Colaboram para isso algumas sequências eficazes, a curiosidade de sermos informados sobre um lado pouco conhecido da História, e a alta qualidade do elenco, que conta com astros como George Clooney (que também assina a direção), Matt Damon, Bill Murray, Jean Dujardin, o ganhador do Oscar de Melhor Ator de 2011, e Cate Blanchett, a favorita para o próximo Oscar de Melhor Atriz por Blue Jasmine.
Caçadores de Obras-Primas (Monuments Men) estreou recentemente nos cinemas com um elenco de peso, tudo indicaria que seria um grande filme nos moldes de Onze Homens e um Segredo, vivido em plena Segunda Guerra Mundial, já que conta com Clooney e Matt Damon como principais atores.
spoiler: Os dois lideram um grupo de 13 especialistas vindos de diferentes países para uma missão nada comum, recuperar e devolver as obras de artes roubadas pelos nazistas.
O enredo tinha tudo para dar certo, porém, ao passar do tempo falta aventura e personalidade ao filme, o que vemos nada mais é que um tour dos personagens em meio aos destroços e dificuldades da guerra em busca das tão famosas obras de artes da humanidade.
A falha mais grave que filme comete, é em uma cena em que um dos especialistas do grupo, reconhece uma tela legitima, não pela pintura, mas sim pelo selo do seu colecionador.
Ao final do filme, nos sentimos perdidos, a única sensação que fica, que há muito o que lamentar com o Holocausto e com a capacidade de direção de Clooney, ao ter nas mãos uma história fascinante passada aos espectadores da forma mais óbvia e aborrecida possível.
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