Caçadores de Obras-Primas
Média
3,6
535 notas

54 Críticas do usuário

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Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de agosto de 2014
Uma abordagem diferente sobre a guerra, mas infelizmente Caçadores de Obras Primas decepciona.
edu E.
edu E.

8 seguidores 26 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de maio de 2014
Monótomo e cansativo. Nos primeiros 50 minutos deu sono. A história em si é bonita, mas um tanto confusa e se perdem em vários aspectos. Poderiam enxugar uns 35 minutos que ninguém iria notar.
Fê B.
Fê B.

16 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de abril de 2014
O elenco é sensacional, mas parece que faltou fermento nesse bolo.
Luiza P.
Luiza P.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Um filme bonito no sentido de mostrar o valor histórico para a sociedade de uma obra de arte. Porém...
spoiler: Qual é a da personagem da grande Cate Blanchett nesse filme? Sério, primeiro ela é destituída do cargo de secretária a serviço dos nazistas, de repente aparece presa numa prisão comum, depois aparece solta, feliz, sorridente e disposta a fornecer dados aos soldados. O filme pecou muito nesse sentido. Outro ponto negativo, e o que mais me chamou a atenção, foi um sentimento que não passa despercebido na grande parte dos norte-americanos: os EUA são a nação que traz ao mundo a liberdade. São os bonzinhos que vão recuperar ou tratar de proteger obras de arte que estão sob a mira do governo de Hitler. Como se na própria Europa não tivesse tipo tal preocupação, como se os europeus não tivessem tomado essas rédeas que, no filme, os americanos bonzinhos e salvadores da Arte tomaram, podendo perder a própria vida em nome de um bem maior. Esse sentimento do americano bonzinho, embora parte do grupo de soldados nomeados para a difícil missão fosse estrangeira, fica mais evidente ainda no final do filme, quando é hasteada a bandeira dos EUA para que os russos a vissem e tomassem nota de quem é que está / sempre esteve no comando.

No entanto, um bom filme para quem quiser tomar nota de uma visão meio que dos bastidores da II Guerra Mundial.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
“Esse filme vai ser legal!” - dizia eu ao ver o trailer. George Clooney, Matt Damon, Bill Murray, John Goodman, entre muitos outros no mesmo filme! É quase que um “Mercenários” menor. Bom, eu e todos os que pensaram assim estávamos enganados. Pelos pôsteres, cartazes, trailers, tudo indicava um filme com muita ação, mas, mesmo assim, com uma boa história. Mas o longa contradiz essas indicações, pois é arrastado demais e possui uma história muito arrastada e com muitos furos, além dum mau desenvolvimento de personagem. Pouco depois de sair do cinema, ao parar para pensar no filme, o espectador percebe a quantidade de erros no roteiro de Clooney, que também é diretor. Claro que é legal ver o Bill Murray trabalhando junto com o John Goodman, mas em termos de história, isso não faz o menor sentido, pois já passaram da idade (e do peso…) de servirem ao exército. O longa tenta explicar, mas mesmo assim continua muito forçado. Para não falar só mal do filme, também é preciso ressaltar os pontos bons. Eles partem duma premissa muito legal, que como o próprio nome já diz, trata-se de Caçadores de Obras-Primas. Sete homens que têm como missão resgatar quadros e esculturas roubadas pelos nazistas. É “baseado” em fatos reais, mas muita coisa é inventada para deixar o filme mais dinâmico. E é aí que está o problema. Ele não fica mais dinâmico. Os diálogos são longos e chatos, a ação é escassa, e o filme é cheio de cenas desnecessárias, ao ponto de, ao sair do cinema, o espectador realizar que o longa poderia ter durado apenas trinta minutos.

O elenco pode ser considerado o ponto bom do filme. George Clooney não está em sua melhor forma, também, havia acabado de sair de “Gravidade”, um dos melhores filmes do ano passado. Como ator, ele até se sai bem, mas como diretor e roteirista… Matt Damon está bem também. Ele é um bom ator quando resolve ser. Mesmo com um personagem sem profundidade, ele consegue extrair uma atuação razoável. Temos também Bill Murray, que não está mais em sua melhor forma também, mas só de vê-lo de soldado, os fãs de “Os Caça-Fantasmas” já vão estar satisfeitos. John Goodman é a mesma história de Murray. Já esteve melhor, mas ainda assim continua bem. Cate Blanchett é provavelmente a única personagem feminina do longa. Sua atuação está ótima como quase sempre, além de seu francês, ela parece mesmo francesa no filme. Impressionante. Completam o elenco Jean Dujardin, Hugh Bonneville e Bob Balaban, como os outros três caçadores.
O filme explora pouco a fotografia, algo que, se fosse melhor trabalhado, poderia elevá-lo à um novo patamar, ainda mais quando estamos falando de um filme de guerra, onde é preciso distinguir o “bem” do “mal”, dentre muitas outras coisas. O longa também não usa muitos efeitos visuais, mas quando eles existem, são bem feitos. A ambientação da Segunda Guerra Mundial também é ótima, completamente verossímil.
Bom, George Clooney nunca foi diretor. Que já dirigiu longas, já; mas nunca foi um diretor. Ele sempre foi o “galã” dos filmes. O protagonista que salva o dia. O problema é que como diretor, ele não salva nada. A direção é funcional, mas no limite do assistível pro ruim. Ele escolhe mal os ângulos e o ritmo do filme é bem ruim. Era muito melhor que ele tivesse simplesmente contratado um diretor eficiente, ao invés de tentar mexer onde não deve. Parece que não aprendeu nada com Alfonso Cuarón.
É um filme chato que prova que as aparências enganam. Dá a entender que os atores que não foram chamados pr’Os Mercenários estavam criando tentar uma franquia. Tomara que não consigam, porque em um só filme já decepcionam e esgotam a paciência do público.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Uma história sensacional, mas que não foi bem desenvolvida, o filme é muito picotado e isto prejudica a fluidez da história, mas mesmo assim o filme vale pela história e também para se ter uma ideia de como milhares de obras de arte foram recuperadas das mãos dos nazistas.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Eu me chamo Patty. Sou crítica de cinema aposentada. Contudo, continuo indo semanalmente ao cinema. É a minha igreja: "O cinema é meu pastor, e pipoca não me faltará." Assim como vocês, eu também Adoro Cinema! Portanto, quando soube da oportunidade de voltar a fazer minhas críticas, fiquei animadíssima.
Fui então ver "Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras", digo "Caçadores de Obras-Primas". Em Inglês é "The Monuments Men". De início, achei que tinha esse nome por causa do George, " O Clooney, what else?", e do Jean Dujardin. Ilusão, mera quimera!
Então, o filme conta a história real, baseado no livro de Robert M. Edsel, do resgate de obras de arte saqueadas pelos nazistas para um futuro museu do Hitler. Esse maluco, patente alta, bigode curto, não gostava de Picasso, nem Paul Klee, dentre outras obras modernas que ele mandava destruir.
Um ponto destacado no filme é a importância dos monumentos, da memória, de preservar a arte. Quando uma obra-prima é destruída, apaga-se um registro histórico, como se o artista ou a obra não houvesse existido. A questão principal do filme é se vale a pena sacrificar a vida pela arte. Eu digo que depende. Se a obra em questão fosse esse filme, eu deixava o Hitler botar fogo. Digo isso porque o filme não acontece. Ele se arrasta que nem fila de mercado no início do mês. Falta mais ação, acertar na comédia e uma pitada de romance. Quando a gente pensa que vai acontecer algo entre os personagens de Cate Blanchett e Matt Damon, por exemplo, nada ocorre, nem faísca. Se ao invés do Matt Damon, colocassem o George, duvido que a francesa resistiria.
Antes que a artrite me ataque e eu tenha que terminar de digitar com o nariz, devo justificar as duas estrelas acima. Um estrela vai pelo elenco espetacular. O melhor desempenho fica por conta de Bill Murray . A outra estrela vai para o feito histórico desse homens que se arriscaram para salvar obras de arte. Termino na esperança que George Clooney volte a acertar no próximo filme. Amém!
Claudio C.
Claudio C.

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
Esse filme é uma prova de que Hollywood pode fazer filmes ruins. É monótono, confuso e faz a segunda guerra parecer brincadeira de criança ante a facilidade com que os "caçadores" vão desbravando os fronts de luta e cidades ocupadas e fazendo ressurgir os tesouros roubados pelos nazistas. Ilária é a cena em que um jovem e inseguro soldado alemão fica frente a frente com dois dos caçadores e acaba aceitando um cigarro, fuma com eles e vai embora sem disparar um tiro. Como eram bonzinhos estes nazistas...
Não recomendo!
Marcílio L.
Marcílio L.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Longo, moroso e sem emoção. A história é interessante, mas ficou parecendo um documentário.
Hercules F.
Hercules F.

27 seguidores 27 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
Parece legal e engraçém quem olha o cartaz pensa que é um filme de guerra, e eu achei medio pela sinopse porém guerra com arte e comedia fica meio estranho,principalpente com o porte do elenco
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