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Aurelio Cardoso
82 seguidores
97 críticas
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2,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2017
Atrás das pilhagens dos Nazistas.
Apesar de seu apelo ufanista e triunfal exaltando o feito dos americanos, o filme CAÇADORES DE OBRAS PRIMAS focaliza um assunto pouco visto e ventilado nas telas em fatos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial. O roubo e saque feito pelos nazistas de obras de arte durante a ocupação de vários países da Europa. Um assunto sério que as vezes resvala para um humor desnecessário, mas que dá devida importância a um grupo de homens dispostos a arriscar a vida para salvar grande tesouros da humanidade na área da pintura e escultura e que seriam destruídos pela arrogância dos nazistas. Tudo era guardado para servir de base para um Museu que Hitler pretendia criar na sua cidade natal, Linz na Áustria. Sua obsessão pela Arte não tinha limites assim como sua face cruel, tema já visto no Documentário Arquitetura da Destruição. O problema de CAÇADORES é sua tentativa muitas vezes de fazer gracinha demais e satirizar os então amigos e aliados soviéticos que também se aproximavam do local onde estava escondido o tesouro. A vitória para chegar ao ninho do tesouro, claro tem um final digno de pantomina em sua homenagem aos russos e que deixa meio patético a solução de um assunto tão sério, que mais parece um pastiche de OS GUERREIROS PILANTRAS clássico dos anos 70, ou seria uma homenagem. Mas apesar de irregular salva-se o bom elenco, uma mistura de vários estilos interpretativos, vamos assim dizer, e conhecer um pouco mais desta saga de resgate de tão importantes tesouros da cultura e da História da humanidade da destruição.
Um filme médio com um grande elenco, mas com um ritmo lento e deixa a desejar. Destaque para Cate Blanchett, impecável como sempre nas suas interpretações.
É muito bom ver atores tão queridos juntos em cena, como Bob Balaban, Murray e Goodman, além do prazer de sempre em poder assistir Matt Damon e George Clooney, é claro. No entanto confesso que fiquei insatisfeita com o resultado. O filme é bastante deficiente na mistura entre drama e comédia. Talvez aí esteja a falha que o compromete. Há momentos em que o humor não é adequado para a cena, mesmo que essa seja a intenção de Clooney; ainda assim é bastante confusa. Falta um pouco de ritmo e carisma dos personagens. A abordagem do filme consiste em afirmar que a arte tem como função resgatar os valores culturais de uma sociedade. Através dela contam-se histórias, revelam-se acontecimentos importantes e despertam-se sentimentos. Para os nazistas, confiscar arte era tão importante quanto ganhar uma batalha. Prova disso é que Hitler solicitava a um historiador alemão que registrasse todas as obras de arte roubadas da Alemanha desde o século XVI para que fossem recuperadas. Essas obras iam desde bandeiras até Rembrandt, o artista preferido do ditador. É claro que o führer não conseguiu recuperar o que desejava, mas confiscou muitas ‘coleções’, a exemplo do acervo da família de banqueiros Rothschild, abordada em uma cena do filme, inclusive. É sabido que mais de milhares de obras que pertenciam aos judeus foram confiscadas pelo Regime Nazista, no período da 2ª Guerra Mundial. Grande parte das coleções privadas do Terceiro Reich eram de judeus! Hitler tinha fome de arte. Foi um artista frustrado, é fato. Após o término da Guerra, os “caçadores de obras-primas” restituíram grande parte das obras às famílias, enquanto que a outra parte nunca foi encontrada. Em síntese, Clooney consegue passar o recado, porém fica a sensação de que, desta vez, algo não deu certo. A decepção surge justamente por ter visto o ator/diretor realizar trabalhos significativos até então, a exemplo de“ Boa noite, boa sorte” e “Tudo pelo poder”. Vale a pena assistir? Sempre vale! Vale pelo contexto, pelas belíssimas obras que são mostradas e por se tratar de um elenco de 'feras' e de um competente diretor que tem todo o direito de falhar.
REGULAR. Um grande elenco, porém não na suas melhores atuações, grande parte da culpa pelo roteiro fraco, sem emoção, aventura ou ação. Só vale por ser inspirado em fatos verídicos.
Apesar de ser inspirado em fatos reais e do tema ser bem interessante, o filme é cansativo e bem fraco. Eu mesmo que me interesse muito pela história da arte não consegui aguentar o filme todo!
Filme tocante, sensivel, para amantes de artes plasticas e conhecedores de historia da arte desde seus primordios. muito bem dirigido, drama e manipulacao de obras de artes e objetos valiosos principalmente dos judeus. Com pitadas de humor, heroismo e mantendo o bom nivel ate o final. Emocionei-me, chorei porque ainda existe ausencia de bondade no mundo; mas isto nao corrobora o final. Obras primas sao tesouros inestimaveis da humanidade e de homens de excelente carater, profissionais e prontos para tudo em prol de desfazer este roubo nefasto
Uma história sensacional, mas que não foi bem desenvolvida, o filme é muito picotado e isto prejudica a fluidez da história, mas mesmo assim o filme vale pela história e também para se ter uma ideia de como milhares de obras de arte foram recuperadas das mãos dos nazistas.
Uma boa surpresa, um filme bem feito e com um elenco de primeira, George Clooney, Matt Damon, Bill Murray, Cate Blanchett , John Goodman, Jean Dujardin, Hugh Bonneville, Bob Balaban. Mais uma vez um filme para inflar o ego americano, quando deitou e rolou na segunda guerra. Mais uma vez os americanos saindo de heróis, na procura por obras roubadas pelos alemães. Mais uma vez um filme para manter a lembrança do povo do mal, os nazistas. Todo ano tem um. Embora os fatos aconteçam durante a guerra, o filme é leve e gostoso de assistir. Vale a pena.
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