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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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CineClick
Com roteiro poderoso e personagens realistas e de várias camadas, é de se estranhar o fato de não se explorar abertamente o lesbianismo entre algumas das personagens, deixando-o nas entrelinhas. A decisão de Cantet destoa da forma direta e objetiva com que trata dos muitos temas de ressonância da trama. Nada, no entanto, que prejudique o filme.
Cineweb
A história das garotas é complexa, repleta de nuances, paradoxos e contradições. Cantet encontrou um grupo de atrizes jovens e talentosas que são capazes de materializar o que há de humano nas garotas.
Folha de São Paulo
Com esse painel de época, Cantet reafirma a força maior de seu cinema como registro de forças em jogo num campo onde não cabe o "cada um por si" nem o "a união faz a força".
The Guardian
Com bem mais de duas horas, "Foxfire" nunca parece longo, embora ele desvende um pouco em seu ato final, quando assume o enredo de um sequestro levemente implausível. Ainda assim, a paixão e a sinceridade dos intérpretes fazem o dia.
Preview
É uma obra potente, mas faltou concisão ao cineasta, que se alonga demais para mostrar como os ideais do grupo se transformam e, aos poucos, se desvirtuam para algo perigoso.
Télérama
Sua história é cheia de ideias, acompanha o pensamento político (sobre a questão racial, do lesbianismo, a guerra dos sexos ...), mas com isso ele [Laurent Cantet] ignora o ar romântico. Sem ser totalmente encarnadas, as meninas permanecem esboços.
Chronic'art.com
Cantet parece ocupado somente em capturar um pouco da inocência ao filmar os peronagens ligeiramente atrasado [...] Aqui e aqui somente, sem uma ajuda rápida, o filme efetivamente consegue o seu efeito "fora da cama".
Critikat.com
Falta em "Foxfire - Confissões de uma Gangue de Garotas" aquela loucura que anima as jovens, e um compromisso a altura dessa luta profundamente ideológica.
Rubens Ewald
Cometeram o erro de situar a história no presente, no que acabou virando uma banal adaptação de gang juvenil feminina, até porque os problemas que as mulheres sofrem são bem diferentes daqueles que tinham que suportar no interior dos EUA em meados dos anos cinquenta.
Screen International
Nesta segunda versão cinematográfica (a primeira, dirigida por Annette Haywood-Carter em 1996, estrelada por Angelina Jolie como sua bela líder), quase tudo está errado.
Variety
[...] Este drama envolvente mostra algum sinal das assinaturas de Cantet para retratos de grupo, mas não tem a espontaneidade, vitalidade e impecável trama dos seus melhores trabalhos.