Assisti filme hoje, achei muito legal,Dwayne Johnson como sempre cumpre bem seu papel de mocinho. É verdade que trata se de uma história já manjada no cinema, mas para quem gosta filme do gênero catástrofe e heróis vale a pena assistir.
O subgênero chamado filme-catástrofe pode ser bem clichê, mais ele já gerou filmes bons sim como o mais recente “O Impossível” por exemplo, mais na maioria dos casos ele só se propõe a nos entregar o melhor espetáculo visual de destruição que podemos ver e esquece de detalhes como trama e personagens, isso acontece nesse novo filme mais ele por incrível que pareça diverte mais do que incomoda. A trama do filme é muito clichê, é de um bombeiro profissional chamado Ray (Dwayne Johnson) que tem que ao lado da ex-esposa (Carla Gugino), resgatar a sua filha Blake (Alexandra Daddario) , que tem que sobreviver em São Francisco ao lado de dois irmãos, onde um grande terremoto está destruindo boa parte dos Estados Unidos. Todos os tipos de clichês estão presentes, dramas familiares que serão restabelecidos durante o filme, o cientista que só tá no filme pra falar os acontecimentos futuros do filme, o personagem covarde que só tá no filme para o público ter alguém pra odiar, tudo isso tira um pouco do brilho do filme, mais é nos personagens e no elenco que o filme se segura bem. O Dwayne Johnson é realmente um ator muito simpático e muito carismático, não importa em qual filme ele se esforça pra entregar o melhor de si e aqui não é diferente. E não só ele como também a Carla Gugino tem boa química com ele, e temos também Alexandra Daddario que está muito bem, ela tem presença e carisma suficiente pra deixar de lado o sexismo que rola nela, pois toda hora ela vai perdendo mais a roupa. O Paul Giamatti não tem muito o que fazer a não ser falar diálogos explicativos, e o Ioan Gruffudd está horrível, aliás com dois ajustes no roteiro ele nem precisava existir no filme. Se pelo menos você pega empatia pelos personagens então é só isso que precisa pra te por no meio de tanta catástrofe e destruição, afinal é pra isso que o filme existe. O fator pipoca que dá dinheiro a esses filmes está muito presente no filme, pois visualmente o filme é perfeito, todas as incríveis cenas de destruição estão tão bem feitas e orgânicas que você nunca pensa que é falso, que é CGI, e isso é mais do que positivo. O filme opta por mostrar uma catástrofe maior que a outra para aumentar mais atenção e superar cada sequência impressionante mostrada, até porque cada uma é maior que a outra, e isso funciona, mantendo você no filme durante ás uma hora e quarenta e cinco minutos de filme. Trata-se de um filme com novidades, não. De um filme memorável, nem tanto. De um filme divertido ao menos, aí sim. Terremoto : A Falha de San Andreas pode estar cheio de clichês do gênero, mais ele tem um elenco empenhado e um espetáculo visual bom o suficiente pra valer a diversão. Basta sentar, desligar o cérebro, pegar a pipoca, chamar amigos ou família e aproveitar.
O filme me prendeu até o fim, muito por conta dos efeitos especiais e pela história da filha que eles tiveram, mas teve muito clichê e como a cidade de são francisco pareceu tão pequena para que a filha deles fosse encontrada tão rápidamente.
Divertidíssimo, cumpre o papel de entreter e surpreender, os momentos que esperamos quando assistimos a filmes de desastres não decepciona, é de perder o folego do começo ao fim do filme, gostei das atuações e da desenvoltura dos personagens, pareciam muito confortáveis em seus respectivos papéis, ao final o que conta é a experiência de cada um no cinema, dessa eu gostei bastante, o filme me surpreendeu.
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