Este documentário contempla as diferentes representações possíveis de animais: além de vacas, girafas e zebras presas dentro de jaulas em um zoológico, o cineasta analisa espécies mortas nos ateliês dos taxidermistas, os desenhos de animais em escolas de arte e até as fantasias gigantes de ursos e esquilos, que servem como mascotes na animação de eventos esportivos. Com uma câmera fixa, evitando depoimentos, narração ou qualquer outra forma de diálogo, o diretor Denis Côté tenta compreender as diferenças de tratamento entre os humanos e os animais nas imagens.
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Volte sempre
Em Curling, seu drama precedente, Denis Côté tinha filmado cenas com um tigre, em um jardim zoológico. Quando terminou a produção, os donos do zoológico disseram que ele seria bem-vindo se quisesse passar novamente. O cineasta pensou: "Tenho um convite para um zoológico, não posso desperdiçá-lo." Assim nasceu Bestiário.
Difícil de classificar
O diretor Denis Côté fala a difícil definição de seu filme dentro de um gênero preciso: "Ele não é nem uma ficção, nem um documentário, tampouco é uma docuficção. O que ele é? Ele vai além dos rótulos. Por enquanto, algumas pessoas ficam chocadas, outras ficam tristes por ver este lado humanizado dos animais. Alguns riem, e outros ficam entediados!"
Festivais
Bestiaire foi selecionado nos mais prestigiosos festivais de cinema do mundo, como Berlim, Sundance e Toronto.
Nacionalidades
Canadá,
França
Distribuidor
-
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
40 000 USD
Idiomas
Francês
Formato de produção
HD
Cor
Colorido
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
1.78
Número Visa
-