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Mauro Press M.
41 seguidores
1 crítica
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5,0
Enviada em 2 de março de 2014
Amei este filme, transmite a essência da vida: que existe uma realidade mais além dos 5 sentidos e da mente materialista, que o amor é o maior poder do universo, capaz de nos levar além do possível e que estamos todos conectados. E mais ensinamentos profundos... obrigado!
Não sei se acredito em contos de fadas, mas acredito em mensagens que, mesmo ditas impossíveis e cercadas por elementos fantásticos, ainda nos inspiram e nos comovem, nos fazem lembrar que ainda somos humanos. Assim foi minha experiência com "Winter's Tale" ou um Conto do Destino, numa tarde que eu não estava com cabeça para filmes assim mas algo me impeliu a assistir e quando acabou estava com o coração leve, não acreditando no filme, mas na sua mensagem que diz: quando existe amor, existem milagres. Acho que foram as estrelas, ou simplesmente a LUZ.
" Observou-se mal a vida se não se tiver visto também a mão que, de uma maneira especialmente cuidadosa - mata." Friedrich Nietzsche " we are machines who need allowed from the universe to work" "nothing has been without purpose"
Esta obra é um poema.. indiscutivelmente... Estou feliz porque ao amar esta obra, percebo tb que nao estou tao amarga quanto pensei que estivesse..A vida nao me endureceu tanto afinal! Apesar de que acredito piamente que a vida é totalmente aleatória e nada acontece com um proposito específico...mas foi muito bom "viajar"..
O filme é fantasioso, mas de uma forma sensata. Acima da fantasia, é a mensagem que encanta... em momentos difíceis como os que estamos vivendo, um pouco de esperança é sempre bem-vinda... renovar esperanças... nunca perdê-las... essa é a mensagem central... Voltando a fantasia, existem vários outros filmes fantasiosos e que fizeram sucesso... porque o que encanta é a beleza, a fotografia, o sincronismo, a mensagem... Se você quer renovar esperanças, se você é alguém que gostar de ter o coração tocado, que ainda acredita no amor... assista esse filme e vai se apaixonar...
Adorei este filme. No início, vai desenrolando como um gigantesco carretel, conduzindo o telespectador por fases muito conhecidas, outras vezes, supostas, mas aguçando a fantasia, melhorando os aspectos do que entendemos como real e finalizando com uma explosão de beleza, amor, fé e coragem. Confira em paz e ele poderá mudar e amolecer seu coração. Indico a todos que perderam algum ente querido e que deixou de acreditar na vida. Lindo!
Um filme para aqueles que acreditam que o amor pode vencer barreiras, que a vida continua na eternidade e que sempre podemos fazer algo para mudar. Emocionante!
Quando vi que Um Conto do Destino viraria filme me alegrei e sonhei ansiosa pra sua estreia. O filme é totalmente fiel ao livro, senas marcantes e momentos extremamente tocantes. Uma aventura no passado e no presente, ensinando-nos a ter esperança é fé, mostrando mais uma vez que o amor ultrapassa barreiras e salta obstáculos. Nunca vi um filme tão marcante em detalhes, que nos ensine a acredita em milagres, que nos de inspiração de vida e a principal pergunta a qual todos nós teremos que encontrar a resposta: " É possível amar alguém tão plenamente que a pessoa não pode morrer ? "
Este filme está fadado a ser um fracasso retumbante. E tem mais, quem espera ver um filme super-romântico, do tipo conto de fadas de princesa, também irá se decepcionar. O filme, baseado em um livro que não li, atira para todos os lados e só consegue ser ruim em todos os aspectos. Preste atenção na história canhestra. O filme começa com uma narrativa de uma mulher de voz melosa e apresenta um casal que precisa abandonar o filho num barquinho (isso mesmo, um barquinho feito às pressas), pois eles estão com tuberculose e querem que o filho sobreviva na América. Depois, uma jornada sem pé nem cabeça se inicia, onde vemos um cavalo alado, demônios e humanos num embate sem noção entre o bem e o mal. Várias coisas impressionam no filme, mas quase nenhuma delas positivamente. Primeiramente, como uma equipe tão boa de atores e um roteirista super premiado que assume aqui as funções de roteirista, diretor e produtor, podem ter embarcado numa furada tão grande? Akiva Goldsman já roteirizou várias sucessos de crítica e bilheteria e levou o Oscar por “Uma Mente Brilhante”, mas parece ter jogado toda sua reputação para o alto para fazer esse filmeco de quinta. E ao elenco que conta com nomes de peso como Colin Farrell (que apesar de seu esforço dramático em parecer um jovem enamorado chama mais a atenção pelo seu estranhíssimo corte de cabelo), Russell Crowe (além do exagero constrangedor e caricatural, que raio de sotaque foi esse que ele arranjou?), Jennifer Connelly (uma das minhas atrizes favoritas, fadada a algumas poucas cenas extremamente embaraçosas), William Hurt (que não faz nada de significativo há muito tempo) e Will Smith (outra aparição completamente constrangedora) só os resta esconder os rostos devido à vergonha alheia. Um verdadeiro papelão! Junte uma história pretensamente romântica e sensível, mas que só consegue fazer o espectador tentar segurar o riso tamanha baboseira que vê na tela. Tudo que é mostrado é ou exagerado ou blasé. Mas as piores cenas são as de Will Smith como Lúcifer; Russell Crowe como um dos demônios mais imbecis, histéricos e sem noção já mostrados na dramaturgia mundial (nem na antiga série Charmed víamos um amadorismo demoníaco tão grande); e as cenas do cavalo alado, que contam com efeitos especiais toscos e mal feitos, onde quem assiste mais tem vontade de rir, já que deveriam ser de forte impacto e poéticas, mas só conseguem ser ridículas e mal produzidas. Ah, o filme ainda conta com dois tempos diferentes: no primeiro, Peter (Farrell) apaixona-se por Beverly (Jessica Brown-Findlay); na segunda (que consegue ser ainda pior que a primeira), se passa em 2014 com Peter desmemoriado em busca de respostas. Enfim, o filme é péssimo, sem contar o constrangimento generalizado das cenas finais, extremamente pueris, surreais (no pior sentido da palavra) e que causam vergonha no espectador que não para de se perguntar onde todos os envolvidos nesse filme estavam com a cabeça. A ideia mais plausível, infelizmente, é de que todos estavam entorpecidos por uma droga mais devastadora que o crack, só pode ser... Só assim mesmo para justificar esse filme ao qual vocês, caros amigos, devem passar longe. Acho que todo tipo de filme tem seu público. Por mais que eu não goste de um filme específico, sempre haverá alguém que gostará. Agora, este filme, acho que não agradaria nem aos mais sonhadores, românticos e mesmo aqueles que procuram uma comédia involuntária. É simplesmente uma bomba, do começo ao fim. Na verdade, a única coisa que me causou boa impressão foi a relação de Peter com Beverly na primeira metade do filme, principalmente graças a presença de Jessica Brown-Findlay. Fora isso, o filme merece mesmo o limbo cinematográfico.
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