O exílio em Cuba de 1971 a 1972, um dos períodos menos conhecidos da vida do diretor Glauber Rocha, coincide com um período de grande euforia e discussão em torno do papel das artes na revolução social e política dos países da América Latina e do Terceiro Mundo. Glauber, com sua fala barroca e poética, propõe o cinema como o principal instrumento cultural e político para a promoção da unidade latino-americana, servindo como fio condutor para a reconstituição do Cinema Novo brasileiro e do Cinema Revolucionário cubano.
Vários
- Eryk Rocha, diretor de Rocha que Voa, é filho do também diretor Glauber Rocha;- Estreia de Eryk Rocha no cinema.
Prêmios
GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO2003IndicaçãoMelhor DocumentárioFESTIVAL DE HAVANA2002GanhouPrêmio Saúl Yelín
Nacionalidades
Brasil,
Cuba
Distribuidor
-
Ano de produção
2002
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português, Espanhol
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
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