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Rosy M.
2 críticas
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5,0
Enviada em 2 de setembro de 2014
Os efeitos visuais são as verdadeiras estrelas do filme, que tem o luxo de mostrar os tornados como nunca foram vistos antes, incluindo o olho fenômeno meteorológico indescritível, visões subjetivas do que é realizado e uma cena terrível e inesquecível inclui um tornado de fogo. Se seduz os espectadores que os as características mencionadas, então para eles vai valer a pena o investimento. O filme tem a única pretensão de entreter, e cumpre com competência, seu papel
Como fui o cinema esperando um filme muito ruim, acabei me surpreendendo. O filme é típico, clichê, mas da pra ficar sem ar com a chegada do tornado. Os efeitos especiais são até bons!!
Já se passaram duas décadas de twister muda coisa mudou no cinema efeitos especiais, novas plataformas de exibições e salas de cinemas mais avançadas em tecnologias e conforto para nós cinefilios. Este filme transcende todos filmes de catástrofes feitos ate hoje, não tem grandes atores, mas adrenalina latente pena que a seção em que fui a copia não estava boa. Recomendo.
Até que enfim! Estava demorando para lançarem um filme desse estilo. De tragédias da natureza e com super efeitos. Ótimo filme! Vale a pena ver. E pra quem acha que todo filme deve trazer inovações está equivocado, pois quando tentam implantar no filme algo forçado só para que seja novidade, ele perde a identidade do gênero e acaba sendo frustrante!
Sabe aquela sensação de que você já viu aquilo antes, mas, mesmo assim, fica assistindo até o fim? Assim é "No Olho do Tornado", filme de Steve Qualle (pra quem não conhece, ele foi supervisor de efeitos visuais de "Avatar") que não traz nada de novo, mas cumpre bem seu papel de entreter o público por um tempinho.
Só pela sinopse, já dá pra imaginar o começo, o meio e o fim do filme, certo? Pois é, tudo isso que você imaginou que vai acontecer no filme provavelmente vai acontecer mesmo. E a tentativa de “inovação” adotada por Squalle – apresentando, por vezes, a história pelas lentes das câmeras manipuladas pelos próprios personagens – acaba sendo engolida pela demasia de efeitos especiais aplicados ao longo da trama – que são, por sinal, totalmente excelentes (não dava pra esperar menos do cara que cuidou disso no filme mais visualmente surpreendente dos últimos tempos, né?).
No fim das contas, não tem como não ficar pensando no clássico "Twister" e em suas vacas voadoras – um projeto, para a época, muito mais original e ousado. Você acaba, então, com aquela sensação de que é simplesmente um “mais do mesmo”. Mas como o deslumbre visual é realmente surpreendente, você acaba assistindo até o final numa boa (especialmente porque o filme é bastante curto, de apenas uma hora e meia) e até mais relaxado – afinal, foi um tempinho que você passou sem pensar em mais nada, só curtindo a dança dos ventos na telona. Não espere nada muito elaborado, mas vale como entretenimento.
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