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Um visitante
2,0
Enviada em 15 de março de 2015
Passei o filme todinho,tentando não lembrar de "Twister",mais não teve como.No Olho do Tornado,lembra muito aquela produção de 1996.Mais de uma forma inferior.Pra quem esperava ver um filme cem por cento catástrofe,se engana ligeiramente.Esse é um típico filme onde os próprios personagens nos enoja.Temos aqui,amigos bebuns,relação desgastada,entre pais e filhos,mãe que a todo momento recebe ligação de sua filha,que está sozinha em casa,e um romance que se inicia no meio das tempestades.Tudo isso,e mais um pouco de clichês,podemos presenciar do começo ao fim aqui na trama.O que vale a pena,são os efeitos visuais que são bem bonitos.
O filme começa com ar meio bobinho, com adolescentes fazendo filmagens semi-profissionais entre si, com piadas e brincadeiras como já se vê em outros filmes, enquanto os caçadores de tempesades trabalham criando duas histórias paralelas. Entretanto tudo vai se juntando ao longo do filme, criando uma obra com muitos efeitos especiais (de boa qualidade) e muita ação. O filme como um todo acaba prendendo a atenção de quem vê a partir de uns 20 minutos após o início. Não há nada de muito inovador, mas não deixa de ser uma história original. No geral é um ótimo filme para um fim de semana em casa.
De fato é um ótimo filme, com efeitos legais! A idéia de uma catástrofe é sempre explorada de forma explosiva, mas a história podia prender mais um pouco sem o apelo para as cenas de "prisão" dos personagens e o excesso de coisa voando, de vaca voadora, passamos pra um Titus e Aviões presos ao tornado, no mais um ótimo filme.
O filme tem ótimos efeitos especiais. Ele consegue criar um suspense muito bom, que te prende e te deixa tenso o filme inteiro! Porém os atores estão muito fracos no filme... A mescla do tipo de câmeras foi feita de uma maneria muito boa e caiu muito bem no filme. No fim você se diverte muito com o filme e nem sente a hora passar!
No Olho do Tornado, filme escrito por John Swetnam e dirigido por Steven Quale, é uma mistura desastrosa de Twister, JackAss e todos os filmes que se utilizam do formato “mockumentary” desde os tempos de Bruxa de Blair. Neste sentido, não é de se espantar que uma miscelânea dessas terminasse em algo que só não é completamente pavoroso graças aos interessantes efeitos visuais, já que o “roteiro” não passa de uma coletânea de clichês extraídos de uma meia-duzia de filmes-catástrofes e outras porcarias do gênero.
Iniciando sua história a partir do momento em que jovens universitários americanos (leia-se: bobos) estão compartilhando um momento qualquer dentro de um carro que encontra-se parado no meio da rua (e que o filme tampouco explica mais do que isso), os jovens logo são surpreendidos por um tornado que vem em sua direção. Assim, como não poderia deixar de ser, um desses “brilhantes” jovens decide sair do carro para filmar o evento (algo bem mais verossímil do que simplesmente sair fugindo para longe dali), o que acarreta na morte dos jovens. Seria trágico, se a cena não fosse escrita de forma tão estúpida e implausível... (LEI O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
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