Kingsman - Serviço Secreto
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4,4
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199 Críticas do usuário

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william S.
william S.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Confesso que fui surpreendido, não esperava muito do filme, mas se mostrou um misto de ação, suspense e ficção, sem falar nos "brinquedinhos" ao melhor estilo James Bond.
LuanGuilherme91
LuanGuilherme91

41 seguidores 90 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2016
O filme não mostra como Eggsy, principal personagem do filme se transforma de um cidadão comum, pra um espião bom de briga, isso achei totalmente inaceitável, pq ficou meio sem sentido, spoiler:
aquele sistema de explodir a cabeça, como fogos de artificio, de todos os que tem o chip foi meio infantil, e ainda assim, o personagem Richmond Valentine interpretado por Samuel L. Jackson tambem tinha o chip e não aconteceu com ele!

Gostei do filme, mas alguns erros poderiam ser evitados, mas ainda assim não é uma total perda de tempo assistir-lo
Letícia M.
Letícia M.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Eu confesso que odeio filmes de ação atuais, existem poucas exceções. Porque em sua maioria tem uma história superficial, aristocrática, irreal e descartável. Mas estão diante de um filme distinto, genuíno. Mesclou referências clássicas e atuais. A história é envolvente. Você se sente em 1970 e em 2017 ao mesmo tempo devido ao corte do diretor e a fotografia (fascinantes).
Criticando de maneira tão sutil, o filme quase não atrapalha que só quer entretenimento e ao mesmo tempo deleita quem gosta de apreciar a sétima arte. Também tem vilões e heróis icônicos. Porém essa tentativa de ter entretenimento e manter o público atento trouxe os clichês, uma cena que parece ter o roteiro por alguém que escreve filmes pôrnos bem ruins, etc.

Assista! Seja por diversão ou pelo corte e fotografia, você vai se surpreender.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Dos anos 80 até a primeira metade da década de 90, o cinema britânico passou por uma “revolução” a ponto de elevar a produção cinematográfica do país a um nível internacional, pois os grandes cineastas do país até então, como Kubrick ou Hitchcock haviam concebido seus principais sucessos nos EUA. Filmes como “Carruagens de Fogo” (1981) e “Gandhi” (1982) foram super produções que agradaram crítica e público, arrematando prêmios ao redor do mundo e fazendo o cinema britânico ser levado a sério, e o mundo ver com outros olhos as produções interessantes realizadas naquele polo. Socioeconomicamente falando, a situação da nação ia “mal das pernas”, e através do cinema, toda questão política e social obscura do país foi satisfatoriamente abordada, em filmes como “Em Defesa da Verdade” (1985) e “Sid e Nancy” (1986), por exemplo.

Entretanto, duas coisas no cinema britânico nunca mudaram: o peculiar humor inglês, de “Monty Phyton” a “Um Peixe Chamado Wanda” (1988) e, é claro, a franquia “James Bond”. Sendo assim, durante a segunda metade da década de 90, nomes talentosos e inovadores sentiram a segurança necessária para abordar temas mais polêmicos de forma mais irreverente. Depois de um sarcástico “Cova Rasa” (1994), Danny Boyle conceberia o humor negro de “Trainspotting” (1996) de uma forma tão sensacional que o filme seria indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Já outro diretor, Guy Ritchie, trouxe de volta os filmes gângsters com uma nova “cara”, aliando a criminalidade das ruas britânicas “pós punk” com um humor negro cruel e engraçadíssimo. Do resultado de tudo isso, surgiram os maravilhosos “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch – Porcos e Diamantes” (2000).

Nestes dois últimos filmes citados, havia um produtor que compartilhava do mesmo gosto pelo humor negro e violência desses filmes. Ao se tornar um diretor poucos anos depois, Matthew Vaughn levou muito do que aprendeu com os “ousados” novos diretores britânicos e adotou como estilo, empregando nos seus filmes. No primeiro deles, “Nem Tudo é o Que Parece” (2004), vemos visivelmente que drogas, violência, criminalidade e personagens de caráter ambíguos seriam uma marca registrada que o acompanharia durante toda a sua carreira. Depois do sucesso de seu filme de estreia, Vaughn foi para Hollywood, onde dirigiu três outros grandes sucessos: “Stardust” (2007), “Kick-Ass” (2010) e “X-Men: Primeira Classe” (2011). De volta ao Reino Unido, o diretor/roteirista apresenta um filme que visualmente lembra bastante Kick-Ass, entretanto, adaptado livremente de uma HQ de Mark Millar, deixa a figura do super-herói (um conceito mais americano ou asiático) de lado, para nos levar a Londres e ao Serviço Secreto Kingsman, bem ao estilo James Bond (existe algo mais britânico do que o James Bond original?).

Kingsman: Serviço Secreto conta a história de um garoto rebelde e pobre dos subúrbios de Londres – apresentando o surpreendente bom Taron Egerton – chamado Gary “Eggsy” Unwin (que pode soar como “impossível de vencer”, acentuando como o garoto parece ter nascido para se dar mal na vida), que é recrutado pelo “Kingsman” para uma espécie de academia de testes, competindo com outros jovens por apenas uma vaga disponível para fazer parte do serviço secreto. Sempre há um vilão, antigamente a ideia era aquele cara esquisito que queria destruir o mundo, hoje temos o mesmo cara esquisito, só que ao invés de destruir o mundo, diz que quer salvá-lo, adivinhem como... destruindo-o!

Vaughn reúne todos aqueles elementos mencionados no início do texto com um filme bem dinâmico. Não é inovador, mas preenche uma “lacuna” deixada pelo próprio Kick-Ass original, já que o segundo não obteve o mesmo sucesso. Violência gratuita pode até agradar em certa cena do filme, mas é facilmente esquecida depois de um tempo junto com o próprio filme e não conquista o espectador. Já a violência “estilizada” (mesmo a gráfica ou de “mau gosto”) habilmente colocada dentro de um contexto apropriado se consagra na cultura pop. Peguem como exemplo filmes como “Kill Bill” (2003), “Tucker e Dale Contra o Mal” (2010), “Madrugada dos Mortos” (2004) ou “300” (2006). É tudo questão de estilo. E esse ritmo dinâmico amplifica no público a sensação de excitação e empolgação.

Falando agora sobre os personagens, Colin Firth está perfeito como Harry Hart, um dos líderes da Kingsman. O ator, que já é naturalmente um gentleman inglês, está bastante convincente e perigoso no papel, um alívio muito interessante para a sua carreira de papéis tão sérios. No lado oposto “da força”, Samuel L. Jackson como Valentine, um super nerd que inventou um meio de fazer uma “seleção populacional” para, segundo o que ele acredita, salvar o planeta das pessoas que estão acabando com o mundo um pouquinho de cada vez. Samuel também está perfeito, com um sotaque engraçado e o fato de ser um criminoso que quer um genocídio, mas tem nojo de sangue! Me fez recordar um antigo papel seu como Elijah Price no filme “Corpo Fechado” (2000), onde ele interpreta também um nerd alienado com o tema “heróis/vilões”. Já elogiei o promissor Taron Egerton, indo muito bem no seu primeiro papel principal e Mark Strong, Michael Caine e todo o elenco de apoio estão bem também.

Diante de tudo que foi dito aqui, o veredito é que Kingsman: Serviço Secreto é um filme muito bom, despretensioso, embora não inovador e ousado, ainda sim tem momentos que realmente enchem os olhos – como a cena da igreja ao som do solo de “Free Bird” de Collins e Rossington da banda Lynyrd Skynyrd, que me lembrou muito uma das cenas do ótimo “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Um grande aquecimento para os próximos blockbusters deste ano, com direito a mais um filme de James Bond que vem por aí. Em tempos de espiões cada vez mais sérios e verossímeis, Kingsman traz de volta a fantasia, aventura, ação e violência, cheias de gadgets, ótimos efeitos visuais e humor negro, tudo isso sem perder o charme britânico. E aguardaremos possíveis continuações, já que podemos ter aqui o início de uma ótima franquia.
Henrique S.
Henrique S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de janeiro de 2016
Maravilhoso, tem uma pegada bem comica e características que realmente lembram histórias em quadrinhos.
Ivan D.
Ivan D.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2015
Em Kick Ass, Vaughn nos brindou com um filme divertido, onde a linguagem de HQ transposta para o cinema disfarçava uma comédia violenta não indicada para crianças e pessoas de estômago fraco.

E X-Men: Primeira Classe, o mesmo diretor nos brinda com outra HQ cinematográfica, porém com atmosfera mais séria e refinada.

Em Kingsman, me parece que há uma mescla de elementos dos dois filmes. E o resultado é muito divertido. A violência, mais gráfica do que gore (na minha opinião) é cômica. Collin Firth está impagável. Pena que este tal Taron Egerton não tenha o carisma necessário para o personagem. Samuel L. Jackson é tão irritante, mas tão irritante, que é impossível, como vilão, imaginar o filme sem ele. E sua file escudeira com lâminas nas pernas? Excepcional. A história, o roteiro e o plano megalomaníaco do vilão são inusitados. E as cenas de violência são plasticamente belas (vou dormir bem, mesmo com essa afirmação). Bem dosados os (divertidamente necessários) clichê.

Depois desses três filmes, fique fã de Matthew Vaugh!
Pedrovski 0.
Pedrovski 0.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de novembro de 2015
Um filme para ser assistido sem pretensões ,mas um filme muito divertido (elegante) e com excelentes cenas de ação
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de outubro de 2015
A previsão da Fox, estúdio do filme, para bilheteria dele nos EUA era modesta, na casa dos $80/90 milhões. Afinal, o filme sobre uma instituição britânica de espionagem hiper secreta não era uma continuação e seu jovem protagonista era desconhecido. Nos papéis secundários, nomes do peso de Colin Firth, Michael Caine, Samuel L. Jackson, todos premiados, agregando credibilidade, mais não fortes o suficiente para levar um grande público.

Foi uma surpresa nas bilheterias americanas... e mundiais!

A verdade é que me diverti bastante. É tão bom quando o inesperado surpreende. Ver um coxinha como o Colin Firth fazendo acrobacias de luta, por si só já é inusitado. O Samuel L. Jackson está com um sotaque impagável. Sua parceira do crime é muito cool, com suas pernas super afiadas e mortais. E a motivação para mais uma destruição do mundo consegue ser original, usando a tecnologia como recurso.

O humor britânico sempre soa delicioso e sarcástico. A direção é ágil, esperta, empolgante e tem uns gadgets a altura da franquia 007. Já quero um guarda-chuva pra mim!

Curiosidade. A continuação já foi autorizada pela Fox. Que não demore muito!

Nota do público: 8.0 (IMDB)
Nota dos críticos: 74% (Rotten Tomatoes

Bilheterias
USA - $128 milhões
Mundo - $403 milhões
Neto S.
Neto S.

30.588 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de outubro de 2015
Eggsy (Taron Egerton) é um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Determinado dia, ele entra em contato com Harry (Colin Firth), que lhe apresenta à agência de espionagem Kingsman. O jovem se une a um time de recrutas em busca de uma vaga na agência. Ao mesmo tempo, Harry tenta impedir a ascensão do vilão Valentine (Samuel L. Jackson). Adaptação da série de quadrinhos criada por Mark Millar e Dave Gibbons. Kingsman - Serviço Secreti Foi Melhor do Que eu Esperava , Matthew Vaughn Dirige Mais um Otimo Filme , Filme Tem uma Boa Trilha Sonora , é Violento , Tem Excelentes Atuaçoes de Taron Egerton , Colin Firth e Samuel L.Jackson , A Cena da Igreja e Muito Boa , Recomendo Nota 9.5
Vini W.
Vini W.

11 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de agosto de 2015
Filme muito bom, mas tenho minhas ressalvas. "Kingsman" só não ganha 5 estrelas por algumas e pequenas falhas no desenvolvimento dos personagens, podemos ver ao decorrer do filme que Gary Unwin (interpretado por Taron Egerton) evolui como homem mas não nos prendemos nele tanto assim, como creio que deveria ser, no começo percebi que precisávamos nos prender ao Galahad (agente interpretado por Colin Firth) para spoiler: quando viesse a sua morte, previsível mas importante ainda para a história
, nós tivéssemos um sentimento maior por Gary, fazendo assim com que a evolução do mesmo se tornasse algo que nós também sentíssemos, o que foi algo meio forçado mas não uma total falha, interpretação muito boa de Gary e Galahad, mas Galahad parecia um robô em grande parte do filme (creio que foi proposital mas não fui muito com a cara de tal interpretação) o que não nos envolveu fazendo com que faltasse spoiler: o tal sentimento de "pai e filho"
que o filme tentou retratar.
Talvez um pouco mais do conflito entre spoiler: Gary, sua mãe e seu padrasto
colocasse um envolvimento maior no público que facilitaria um pouco mais na percepção da motivação de Gary, o que ficou um pouco confusa, é o pai dele? Ou é a mãe dele?
A interpretação do Samuel L. Jackson pecou um pouco na parte de desenvolvimento físico de seu personagem, percebemos que Richmond Valentine ("Gênio, bilionário, playboy e filantropo" interpretado pelo recém citado Samuel L. Jackson) é um spoiler: "nerd"
, no pior sentido da palavra, mas que pela sociedade mudou completamente seu estilo de ser (Ex.: spoiler: Nerd desajeitado que ficou rico e resolver ser igual aqueles que o humilhavam
), mas seria muito mais interessante isso se apresar/além da spoiler: língua presa
o mesmo tivesse algo bem estereotipado como: spoiler: um andar peculiar, asma, algum tique.
Apesar de que ele tem fobia em relação a sangue mas isso não ajuda o personagem, além do que a motivação dele não esta muito bem desenvolvida também.

Vi o filme uma vez e dublado.
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