Um filme despretensioso, mas muito bom. Um elenco de primeira, boa direção e efeitos especiais. Um enredo convincente e uma história bem atual, tendo como centro o uso globalizado dos smartphones na internet. Vale a pena.
Um filme que começa com "Money for Nothing" do Dire Straits e termina com "Slave to Love" do Bryan Ferry. Um filme que tem no elenco Michael Caine, Colin Firth e Samuel L. Jackson. Um filme que tem uma cena de luta dentro de uma Igreja que é tão espetacular, que nem dá para descrever. Um filme que tem diretor no comando, que tem uma história sensacional e cenas divertidas (inclusive no Rio de Janeiro). Um filme que brinca com outros filmes de espiões, principalmente 007, e muito mais. Um filme assim, não tinha como não ser menos do que sensacional. Excelente, vale muito a pena assistir este filme.
"Kingsman: serviço secreto" tem seus bons e maus elementos, com um saldo surpreendentemente positivo (apesar do trailer nada empolgante). De bons elementos o roteiro e o elenco. Todos impecáveis: dois lordes de Hollywood, Samuel L. Jackson (patrimônio do cinema) e Colin Firth (mais modesto no histórico, mas imponente no currículo em razão do Oscar por "O discurso do rei"), um mito cinematográfico (Michael Cane, de participação minúscula), um protagonista iniciante que encaixou no papel (Taron Egerton, que pareceu feito para o papel) e bons coadjuvantes (destaque especial para Sofia Boutella). Boutella faz uma vilã que une sensualidade (low level, pois a proposta não é transbordar) com alto grau de periculosidade em razão de uma criatividade relativa à sua arma (assistam e descubram). Egerton mostrou habilidade para o papel de sapo que vira príncipe: de início, um rapaz irresponsável e com futuro promissor no crime, depois, como previsível espião elegante. Não achei o ator promissor, acredito que teve a sorte de desempenhar uma personagem confortável. Colin Firth surpreende ao interpretar uma personagem multiuso (elegância, ação, comédia etc.) - na verdade, o filme em si é bem plúrimo -, evidenciando novamente sua qualidade. Samuel L. Jackson atua como um vilão com características clássicas e peculiares: cruel, mas não pode ver sangue; irônico e inteligente, mas distante da brutalidade que deseja. Certamente a personagem mais fascinante do filme e que rouba a cena (mesmo com língua presa). O roteiro é bom e mau elemento. É bom porque sabe mesclar comédia, ação e até mesmo drama. Sem dúvida, louvável. No estilo "Mercenários", mas muito melhor. Sabe que não deve ser levado a sério, admite isso, toma como premissa e assim conduz a história. Mas erra feio na megalomania: desde carnificina até nudez. Tudo desnecessário. O plano do vilão tem um fim interessante, mas um meio idiota. Aliás, não são poucas as cenas idiotas, infelizmente. E além das ideias censuráveis, em especial no exagero - o que seria interessante apenas na parte cômica, o que não é o caso -, a história é previsível. Caso haja espaço para mais um elemento negativo a ser destacado, o ritmo é arrastado em alguns momentos, fazendo de uma história enxuta um filme longo. "Kingsman" é mais um filme para cair no esquecimento, mas não representa uma perda de tempo. Ao revés, dentro da sua proposta, ele é fiel e coerente. Comete deslizes, é verdade. Mas é despretensioso, um entretenimento válido. Em síntese, consegue divertir.
Eggsy(Taron Edgerton) é um garoto que é recrutado por Harry(Colin Firth) para entrar nos se vêm em perigo após descobrir o plano de ine(Samuel E jackson) e sua assistente Gazelle de salvar o an é uma adaptação dos quadrinhos de Mark Millar e sátira aos filmes de espionagem da década de 80.O filme é genialmente dirigido por Matthew Vaugh que sabe muito bem misturar violência com um roteiro que pode variar entre comédia e drama.A violência pode encomodar em alguns momentos por exagerado e escrachado.A fotografia e efeitos visuais se compõe an é um bom filme,empolgante,boas atuações,bom roteiro,otima direção,o probleminha de ritmo e tom não atrapalham o filme que pode ser uma boa pedida para fas do gênero de ação e espionagem e também para quem não gosta tanto.
Sou apaixonado por filme de espionagem,Ví toda a franquia de missão impossivel e quase toda de 007,Também vi o novo agente 86,E Devo dizer que este filme merece ser um susseso então,Chupa essa James Bond,Meu novo filme favorito de ação,Contem tudo oque você mais quer ver em um filme,Personagens memoraveis,Historia bem trabalhada e lutas dinamicas,Faz tempo que não vejo brigas tão boas no cinema assim,Aguardo sequência.
É bom ver um filme que no estilo de Kingsman, que não tem a preocupação de explicar tudo. Ele é uma boa opção para quem quer ver um filme de ação mais descompromissado.
Velho Que filme insano, e de deixar Quentin Tarantino com um pouco de inveja, Tem bastante ação sangue pancadaria e tudo muito insano, a trilha sonora então é top demais perfeita totalmente diferente. A cena da igreja o que que foi aquilo? Muito louco! Agora os pontos negativos de Kings man seria talvez aquelas cabeças explodindo no final como fogos de artifícios, Não ficou legal, preferia o sangue mesmo. e queria mais insanidade loucura, Coisas do tipo. Mais isso é detalhe a obra num todo e épica diferente de tudo o que já vi realmente estão de parabéns . Já estou louco pra ver a sequência com mais insanidade ainda.
Um filme muito bom, em outras palavras "que filme top". Tem uma boa história, ótimos efeitos especiais. Engraçado e com muita ação, do começo ao fim...
A luta de classes é apenas um dos extremos de um filme que consegue alternar feminismo, estereótipos variados, machismo, quebra de clichês, violência e entretenimento. A incongruência segue por todos os lados. Se defende a nobreza, a superioridade intelectual e a elegância dos Kingsman, também condena a fama vazia e o dinheiro como vantagem social. O pobretão Eggsy é o protagonista, mas seus pares menos afortunados do proletariado londrino são retratados como ignorantes, beberrões e sem modos. Se duas ótimas personagens femininas - a vilã Gazelle (Sofia Boutella) e a mocinha Roxy (Sophie Cookson) - têm espaço para desenvolver suas personalidades sem precisar servir de interesse amoroso para ninguém, o longa persiste em sexismos que nem mais James Bond se atreve a reproduzir. Tudo coroado pela capacidade de Vaughn de dar cores de desenho animado à violência pesada. Enfim o filme é muito bom e eu Recomendo!
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