O Destino de Júpiter
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3,1
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Gui Souza
Gui Souza

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2,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Os irmãos Wachowski mudaram o cinema com Matrix. O filme quebrou inúmeras barreiras cinematográficas, trouxe um estilo nunca antes visto no cinema e mecânicas que são usadas até hoje por inúmeros diretores, além de toda a filosofia envolvida na trama da trilogia.

Desde então, eles fizeram novos filmes, mas nada pareceu dar muito certo. O final da trilogia não satisfez, Speed Racer e A Viagem foram terríveis nas bilheterias, e muitas pessoas passaram a achar que os irmãos perderam seu rumo. Seu último filme, O Destino de Júpiter é, infelizmente, a prova dessa perda.

Enquanto seus últimos filmes ainda acertavam em gerar diversão (Speed Racer) ou trazer uma reflexão mais profunda, com bons discursos (A Viagem), O Destino de Júpiter é apenas um desses filmes hollywoodianos médios. Há uma sombra dos Wachowski ali, na profundidade com que o universo do filme foi criado, ou nas discussões filosóficas, mas não passam disso, sombras.

A trama (criada por eles) acompanha Júpiter Jones (Mila Kunis), uma terráquea que descobre ser a reencarnação da matriarca de uma das maiores famílias do universo, a dinastia Abrasax, e por isso ela passa a ser caçada pelos 3 irmãos que herdaram sua fortuna, Balem, Titus e Kalique, pois a volta dela tiraria todo o poder que eles conseguiram após a morte da mãe.

Como space opera, o filme não peca. O universo criado é bem interessante, cheio de conceitos e visuais incríveis, com destaque para as naves vistas no filme, bem diferentes do estilo robótico e futurista que vimos normalmente. Aqui elas são orgânicas, com peças independentes que remetem a formas até mesmo divinas. Os “policiais” do espaço possuem asas como anjos, e até mesmo suas naves individuais lembram o formato dos seres celestes.

Toda a filosofia que os diretores tanto gostam também se faz presente no filme, que transforma tudo em uma grande representação do capitalismo. No filme, a Terra não é nada mais do que uma fazenda, com os humanos sendo o gado. Somos criados para o abate, fazendo parte de uma indústria, com a família Abrasax a dominando e sendo, muitas vezes, acima de qualquer lei. Além disso, existem vários questionamentos envolvendo o consumismo, a busca incessante por tempo e o culto ao corpo que tanto vemos nas revistas.

Parece algo incrível, e deveria ser, mas aí entra o grande problema do filme: ser superficial. Nenhuma das questões acima é trabalhada com o mínimo de profundidade, desperdiçando o potencial do filme. Ao invés de nos fazer refletir sobre as mais diversas questões levantadas, o filme apenas joga alguma referência a elas, o bastante apenas para nós pensarmos “ah, que interessante”, para então encobrir isso com um romance desnecessário.

Romance, aliás, que toma boa parte do filme, sendo o grande protagonista. No meio de tantas questões interessantes, o que vemos se torna mais uma vítima do manjado “mocinho salva donzela”, descartando qualquer potencial para a história e para a personagem Júpiter, que tem um potencial incrível (é uma das pessoas mais poderosas do universo), mas que está no filme apenas para ser salva.

Com tudo isso, O Destino de Júpiter nada mais é do que um desperdício. O filme até consegue entusiasmar com algumas cenas de ação, mas isso não consegue nos tirar a sensação de que perdemos nosso tempo vendo algo muito aquém do esperado de um filme desse estilo. Diferente dos outros filmes dos irmãos Wachowski, esse não falha por não ter um público abrangente. Ele falha por ser uma história genérica, por nos prometer e nos mostrar tanto potencial, para então jogar tudo no lixo e nos dar o comum feito de forma ruim.
Leandro B.
Leandro B.

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de maio de 2015
Filme confuso, cansativo, tentaram acrescentar diversos temas num só filme, virou uma bagunça. Roteiro também deixou a desejar e previsível. Salvou apenas pelos efeitos. Não recomendo.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

366 seguidores 254 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de dezembro de 2019
Esse filme prova de vez que os irmãos Wachowski só fizeram Matrix de bom, mas também só o primeiro. O filme tem muitos defeitos os personagens são muito chato, o roteiro é horrível e estou sendo generoso, a única coisa boa do filme é a atmosfera do mundo que foi criado, de resto......
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 17 de setembro de 2015
Depois de "Matrix",os diretores Andy e Lana Wachowsky não tem mostrado outros ótimos trabalhos.Aqui também temos uma série de coisas improváveis,assim como em "Matrix",só que de uma forma bem mais absurda.Temos que aceitar a seguinte proposta do filme,que Júpiter pode sim,ser habitados por seres humanos,e que a humanidade não nasceu e se criou na Terra.Mila Kunis é Júpiter,Channing Tatum é Caine,um anjo que se desgarrou de suas asas,mas que ainda assim consegue voar numa facilidade,com ajuda de seus próprios equipamentos ultramodernos.A história é simples,nada que possa te fazer quebrar a cabeça para decifrar algo.É algo sobre,mocinha,herói e bandido.Júpiter é salva por Caine,para levá-la ao espaço para os irmãos donos da Terra.Um desses irmãos,é Eddie Redmayne,ator indicado ao Oscar por "A Teoria de Tudo",que por incrível que pareça,aqui faz algo tão baixo de sua realidade,que se torna um personagem esquecível.O filme conta com uma enxurrada de efeitos especiais,são belos,mas desnecessários.Parece que estamos em uma partida de um jogo de videogame.Depois temos a apresentação de velhos clichês,romance e um final previsível.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.606 seguidores 478 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de junho de 2017
O Destino de Júpiter (Jupiter Ascending) é um filme de ação, fantasia, aventura, misturado com uma ficção e como nunca pode faltar, o romance.

Dirigido pelas irmãs Lana Wachowski e Lilly Wachowski, donas da direção de uma das minhas trilogias preferidas: Matrix, mas também do questionável filme (na minha opinião, ruim mesmo) A viagem (2013).

Em O Destino de Júpiter fica clara a tentativa das irmãs Wachowski em colocar pitadas de Matrix no roteiro, principalmente os efeitos especiais, porém não conseguiram grandes sucessos. Desde Matrix que elas vêm tentando fazer um longa excepcional, mas não foi dessa vez. O filme não é ruim, mas também não é ótimo, é mediano, depende muito de quem assisti, e principalmente o que você busca no filme. Assistindo meramente como uma aventura espacial, cheia de efeitos especiais, sem se prender muito no roteiro, o longa pode te divertir e até ser considerado bom. Por outro lado, se você busca uma aventura épica (no maior estilo Matrix, ou Star Wars), considerando um bom roteiro e uma boa história, sinto muito, mas o longa não funciona e com certeza você irá considera-lo ruim.

Pontos positivos em O Destino de Júpiter: O longa é rico em efeitos especias de primeira, principalmente em 3D (considerando este ser o primeiro trabalho apresentado em 3D pelas irmãs Wachowski). Os efeitos são muito bons, e como sempre, quando um filme funciona nos efeitos especiais, fica muito bom de assisti-lo, você se prende a cada cena apresentada. A trilha sonora de Michael Giacchino é outro acerto, eu gostei bastante, principalmente nas cenas de ação entre as naves mergulhadas no universo com uma música de fundo bastante empolgante, eu achei que encaixou bem e ficou bastante funcional. Os CGI dos cenários também ficaram bons, junto com a fotografia mais escura. O longa apresenta um grande número de seres alienígenas das mais variadas espécies e formatos, destaque para os guardas de Balem, que são grandes lagartos, que vestem jaquetas de couro.

Porém: O ponto mais negativo do longa e que definitivamente o jogou no buraco é o roteiro. As irmãs Wachowski, que além de dirigir, também produziram e roteirizaram, falharam demais, entregando um roteiro totalmente vergonhoso, bagunçado e sem sentido. Uma historinha boba e sem fundamentos, parece que o longa foi escrito as pressas, e a primeira coisa que escreveram já produziram e olha que inicialmente o roteiro tinha mais de 600 páginas. Não funcionou, não ficou bom, a premissa era boa, mas não foi compensada com o roteiro. Juntaram um monte de atores e enfiaram no filme, cada um seguindo uma parte da história, mas que no fim, nenhum deles foi ajudado pelo roteiro, muito pelo contrário, em certas partes o roteiro mata o trabalho desenvolvido pelo personagem. Realmente tudo não passou de uma grande bagunça espacial!!!

Com atuações medianas o elenco apresentado no filme não convence muito.
Na minha opinião, o maior destaque é sem dúvidas Eddie Redmayne, ele interpreta o antagonista Balem, que nessa bagunça de roteiro foi o que mais funcionou, ele entregou um personagem caricato, frio e mortal (destaque para sua voz no personagem, muito boa!!!). Channing Tatum está mediano, seu personagem Caine até parece convincente, mas ele passa o filme todo focado em proteger e salvar a Majestade Júpiter, que em determinados trechos da história, sua atuação cai na mesmice e soa como preguiçosa (e vamos combinar né, seu personagem parece está enfiado no roteiro só pra fazer o parzinho romântico com a Mila). Sean Bean e Douglas Booth são outros que também estão medianos na trama. Bean até tem a sua dose de contribuição ao lado de Tatum, funcionando como um amigo incentivador, mas Booth definitivamente não faz diferença.

Chegando na protagonista de toda essa história e aventura: Júpiter, que é interpretada pela belíssima atriz Mila Kunis. Eu gosto da Mila, além de gata claro, ela tem talento, mas acho que ela não teve muita sorte na carreira, ela sempre está em papéis questionáveis em vários filmes ao longo dos anos, talvez em Cisne Negro (2011), ela tenha conseguido um melhor trabalho. A personagem Júpiter, que passou por Natalie Portman e Rooney Mara até chegar em Mila Kunis, é mais um trabalho questionável. Pra mim, ela não foi bem, Mila esteve o tempo todo fria na personagem e parecia um tanto desinteressada, totalmente perdida em cena, faltou carisma em sua atuação, não me cativou em momento algum. Até nas partes das batalhas, ela não conseguiu convencer, quando ela era mais exigida, ela pecava. No começo sua personagem parece completamente perdida (tipo o que estou fazendo aqui), e do meio pro final, ela parece ter um único objetivo: Salvar sua família das garras de Balem? Não!!! Formar o par romântico da trama como Channing Tatum. Enfim!!! Uma pena!!! Eu gosto da Mila, mas tenho que ser justo, dessa vez ela não foi bem.

O Destino de Júpiter é um filme despretensioso, mediano e que podia até funcionar muito bem, se não fosse o roteiro perdido e as histórias bobas que o longa possui. Típico filme que não agrega em nada se você decidir assisti-lo ou não.
Almir S.
Almir S.

304 seguidores 214 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
FRACO. Quando a Warner adiou em quase 1 ano a estréia do filme e colocou num mês onde tem poucas estreias interessantes, já percebi que nem eles estavam acreditando no filme, então já fui assistir o filme sem grandes expectativas e fui ver somente para passar o tempo e é isso que o espectador tem que ter em mente, esse é apenas mais um filme pra passar o tempo naqueles dias que não tem nada pra fazer.
O roteiro é fraco e bobo,os protagonistas não tem carismas nenhum, os vilões são esquisitos, a única coisa que valeu foi o visual dos efeitos digitais.
O que será que aconteceu com os visionários diretores de Matrix ?, pq Speed Racer, A Viagem e esse Destino de Jupiter não se parecem em nada com excelente trabalho realizado na Trilogia de Neo< Morpheus e Trinity. Saudades daquela época.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 18 de novembro de 2015
O filme apresenta boas ideias, e os roteiristas se mostraram criativos com as tecnologias e a aparência dos outros mundos. A fotografia é belíssima. Mas a ação é fraca e a história não faz sentido. Os diretores se preocuparam muito com o aspecto visual e se esqueceram da história, que deixa muito a desejar.

Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de setembro de 2015
O filme é bem fraco e extremamente desinteressante. Os vilões são horríveis, as atuações sem destaques. A unica coisa boa são os efeitos especiais, o resto ou é razoável ou é sofrível.
Alan David
Alan David

17.156 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
Fraco e sem pé nem cabeça a história, cheia de furos, o que salva apenas é os efeitos especiais e a beleza de Mila Kunis, mais nada.
Rodrigo R.
Rodrigo R.

17 seguidores 27 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2015
Filme pra se assistir na seção da tarde. A dublagem ficou muito fraca!
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