O Destino de Júpiter
Média
3,1
1540 notas

150 Críticas do usuário

5
26 críticas
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Wanderson G.
Wanderson G.

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3,5
Enviada em 10 de maio de 2015
Ponto positivo para o visual do filme ,ponto negativo história mal explicada muita viagem mistura de um monte de coisa que acabou sem consistência
spoiler:
!
RASEC
RASEC

20 seguidores 41 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de maio de 2015
sessão da tarde ,filme que e para quem gosta de ficção ,quem nao gosta nem chegue nem perto , se perde um pouco na historia mais e " legalzinho" ,so e impossível de ver de novo ,
Ibsen P.
Ibsen P.

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de abril de 2015
da pra dar zero? duelo do seculo. hercules vs o destino de jupiter. que combate. nao cpnsegui passar dos 15 minutos. nem percam seu precioso tempo. alias. mesmo que o tempo nao seja precioso...continue nao vendo esse filme
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de abril de 2015
Um espetáculo de efeitos especiais e emoção à toda prova. O enredo é um pouco sofrível, mas com muitas idéias bem interessantes sobre posição social, poder e descendência . Não custa pensar e admirar esta obra de encher os olhos. Confira pela diversão e viagem a um mundo não tão novo assim. Aconselho!
matheus n.
matheus n.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de abril de 2015
efeitos especiais de ótima qualidade, sonoros e uma trama muito bem montada
Celso L.
Celso L.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de abril de 2015
Fiquei decepcionado com o filme, pelas propaganda toda e imagens maravilhosas, porém o enredo se viu massante e previsível. É uma mistura de Star Wars, Força Sinistra, Duna e Crepúsculo, outras cenas parecem colagens de Os Guardiões da Galáxia.Não há nenhum mistério intrigante no filme ou conspiração que provoque uma reviravolta. O casal de protagonistas também não traz nada de interessante. É uma película recheada de clichês. É um filme para se ver uma vez na vida ou nem isso.
Abraão M.
Abraão M.

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2015
Muito bom ótimo sensacional com atores tops tem nem o que falar
Felipe M.
Felipe M.

11 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de abril de 2015
uma linda história. ótimos atores. uma interpretação q realmente vale a pena ver.
Ana Paula S.
Ana Paula S.

62 seguidores 60 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de março de 2016
Acho que não existe um filme que o Channing atuou que seja ruim. Só por ter ele no elenco, ja merece 5 estrelas. O filme é muito bom, tem acao, drama, história legal... Espero que tenha o 2 
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de abril de 2015
A genialidade e criatividade no cinema é algo raro de se ver, no entanto, explosões visuais repleta de cores e efeitos de CGI são mais rotineiros. “O Destino de Júpiter”, a nova "space opera" de Andy e Lana Wachowski (Matrix, Speed Racer) é primoroso no sentido visual e arrebatador em cenas de ação, porém seu roteiro e narrativa deixam a desejar em vários quisitos. O longa parte da premissa de dominação, onde a dinastia alienígena Abrasax controla o cosmo e universos (uma espécie de latifundiários de planetas), dentre os três irmãos, Balem Abrasax ( Eddie Redmayne) é o mais ambicioso e busca de todas as formas matar Júpiter Jones (Mila Kunis) – uma versão de Cinderela as avessas - após descobrir que ela descende da realeza (reencarnação da matriarca Abrasax). Porém não contava com a presença de Caine (Channing Tatum) que é um caçador de recompensas híbrido, mistura de lobo com humano geneticamente modificado. O primeiro take de ação é frenético e magnífico, chega a ser colossal, típico de pessoas surtadas como os Wachowski, explosões dimensionais, feixes de luz e raios disparados intensamente, afinal estamos falando dos diretores do sempre Cult “Matrix”. Os Wachowski sempre são autorais em sua forma de contar histórias, são peritos em elementos fantásticos e figurinos bizarros que despertam o interesse do público high-tech, os diretores não tem interesse em desmistificar a ufologia presente em seu longa, apenas tratam isso como um ato misterioso. Podemos perceber essa alusão pela criação dos Greys, raça alienígena que está na Terra para observar e executar ordens da Casa Abrasax. Em suas varias tomadas de perseguição, isso fica evidente pelos sinais deixados no milharal (Lembra o Sinais de Shyamalan). O longa apresenta conceitos bem próximos de Matrix, como a missão dos Abrasax de “cultivar humanos” para o seu sustento estético (imortalidade). O filme tem um visual grandioso, muitas vezes parecido com MIB, um prato cheio para uma geração Cibernética. Teve vários problemas em sua pós-produção devido a quantidade exarcebada de CGI, no entanto, é sempre muito satisfatório poder contemplar o cinema de ação dos Wachowski, devido a obsessão de remar contra a maré de filmes de super-heróis (que eles odeiam), e partindo do pressuposto “cyberpunk” de que o homem precisa ser tirado do sistema (corporações, máquinas e dinastias). Mesmo com toda a beleza estética e visual proporcionada pelo longa, é difícil tirar do imaginário pessoal a filosofia e plástica de The Matrix , um fardo que os Wachowski precisam carregar.
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