O Destino de Júpiter
Média
3,1
1540 notas

150 Críticas do usuário

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Junior Z.
Junior Z.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de junho de 2019
Excelente! A crítica detona o filme de foram unilateral, mas ele aptesenta diversos elementos que prendem a atenção, efeitos visuais, enredo, atuações, reviravoltas, desfecho. Eu curti muito!
Mirian S
Mirian S

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2019
Eu gostei muito do filme. A temática é muito boa. Tanto que já assisti várias vezes e volto nas partes que gostei.
Uma pena que não teve o merecido sucesso. Quase não se pagou. Por causa disso não terá uma sequência mas merecia.
Realmente a estória é muito boa. A trilha sonora é incrível e à altura da grandiosidade do filme. É ainda melhor que guerra nas estrelas mas não teve o mesmo sucesso. O final é fraco. E a morte de Balem não era necessária. Embora ele não tenha aparecido morto, é o que supomos. Mas isso serviria pra uma sequência.
virginia L.
virginia L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de agosto de 2018
eu adorei esse filme tem ação drama e romance todo mundo sabe que um bom filme te que ter isso no filme pra se bom
Ricardo M
Ricardo M

4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de outubro de 2017
Roteiro coerente, sequências bem feitas, um pouco de excesso nos efeitos especiais, drama familiar aceitável e o sorriso da Mila Kunis
Jesiel S.
Jesiel S.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de julho de 2017
Filme lixo, atores com péssimas atuações, principalmente a protagonista, efeitos especiais desnecessários em algumas cenas, diálogos péssimos, história muito ruim, nada convincente, perdi 2 horas da minha vida assistindo essa bosta. E ainda tem gente que quer continuação.
Tiago M.
Tiago M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de junho de 2017
Com todo o respeito. Estão confundido gosto pessoal com crítica construtiva. O filme não pecou em nada, os atores mandaram super bem e o final me deu um gosto de quero mais. Por favor, não entender uma arte não significa que ela seja ruim. Eu não entendo o porquê de o quadro de Monalisa ser tão famoso, nem o porquê de sua grandeza. Mesmo assim, não falo mal só pq não a compreendo. Se vcs entendessem a beleza e a arte deste filme como ela realmente é, se arrependeriam de suas críticas negativas. Pelo que compreendi do filme, merece sim 5 estrelas e anseio por uma continuação.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de junho de 2017
O Destino de Júpiter (Jupiter Ascending) é um filme de ação, fantasia, aventura, misturado com uma ficção e como nunca pode faltar, o romance.

Dirigido pelas irmãs Lana Wachowski e Lilly Wachowski, donas da direção de uma das minhas trilogias preferidas: Matrix, mas também do questionável filme (na minha opinião, ruim mesmo) A viagem (2013).

Em O Destino de Júpiter fica clara a tentativa das irmãs Wachowski em colocar pitadas de Matrix no roteiro, principalmente os efeitos especiais, porém não conseguiram grandes sucessos. Desde Matrix que elas vêm tentando fazer um longa excepcional, mas não foi dessa vez. O filme não é ruim, mas também não é ótimo, é mediano, depende muito de quem assisti, e principalmente o que você busca no filme. Assistindo meramente como uma aventura espacial, cheia de efeitos especiais, sem se prender muito no roteiro, o longa pode te divertir e até ser considerado bom. Por outro lado, se você busca uma aventura épica (no maior estilo Matrix, ou Star Wars), considerando um bom roteiro e uma boa história, sinto muito, mas o longa não funciona e com certeza você irá considera-lo ruim.

Pontos positivos em O Destino de Júpiter: O longa é rico em efeitos especias de primeira, principalmente em 3D (considerando este ser o primeiro trabalho apresentado em 3D pelas irmãs Wachowski). Os efeitos são muito bons, e como sempre, quando um filme funciona nos efeitos especiais, fica muito bom de assisti-lo, você se prende a cada cena apresentada. A trilha sonora de Michael Giacchino é outro acerto, eu gostei bastante, principalmente nas cenas de ação entre as naves mergulhadas no universo com uma música de fundo bastante empolgante, eu achei que encaixou bem e ficou bastante funcional. Os CGI dos cenários também ficaram bons, junto com a fotografia mais escura. O longa apresenta um grande número de seres alienígenas das mais variadas espécies e formatos, destaque para os guardas de Balem, que são grandes lagartos, que vestem jaquetas de couro.

Porém: O ponto mais negativo do longa e que definitivamente o jogou no buraco é o roteiro. As irmãs Wachowski, que além de dirigir, também produziram e roteirizaram, falharam demais, entregando um roteiro totalmente vergonhoso, bagunçado e sem sentido. Uma historinha boba e sem fundamentos, parece que o longa foi escrito as pressas, e a primeira coisa que escreveram já produziram e olha que inicialmente o roteiro tinha mais de 600 páginas. Não funcionou, não ficou bom, a premissa era boa, mas não foi compensada com o roteiro. Juntaram um monte de atores e enfiaram no filme, cada um seguindo uma parte da história, mas que no fim, nenhum deles foi ajudado pelo roteiro, muito pelo contrário, em certas partes o roteiro mata o trabalho desenvolvido pelo personagem. Realmente tudo não passou de uma grande bagunça espacial!!!

Com atuações medianas o elenco apresentado no filme não convence muito.
Na minha opinião, o maior destaque é sem dúvidas Eddie Redmayne, ele interpreta o antagonista Balem, que nessa bagunça de roteiro foi o que mais funcionou, ele entregou um personagem caricato, frio e mortal (destaque para sua voz no personagem, muito boa!!!). Channing Tatum está mediano, seu personagem Caine até parece convincente, mas ele passa o filme todo focado em proteger e salvar a Majestade Júpiter, que em determinados trechos da história, sua atuação cai na mesmice e soa como preguiçosa (e vamos combinar né, seu personagem parece está enfiado no roteiro só pra fazer o parzinho romântico com a Mila). Sean Bean e Douglas Booth são outros que também estão medianos na trama. Bean até tem a sua dose de contribuição ao lado de Tatum, funcionando como um amigo incentivador, mas Booth definitivamente não faz diferença.

Chegando na protagonista de toda essa história e aventura: Júpiter, que é interpretada pela belíssima atriz Mila Kunis. Eu gosto da Mila, além de gata claro, ela tem talento, mas acho que ela não teve muita sorte na carreira, ela sempre está em papéis questionáveis em vários filmes ao longo dos anos, talvez em Cisne Negro (2011), ela tenha conseguido um melhor trabalho. A personagem Júpiter, que passou por Natalie Portman e Rooney Mara até chegar em Mila Kunis, é mais um trabalho questionável. Pra mim, ela não foi bem, Mila esteve o tempo todo fria na personagem e parecia um tanto desinteressada, totalmente perdida em cena, faltou carisma em sua atuação, não me cativou em momento algum. Até nas partes das batalhas, ela não conseguiu convencer, quando ela era mais exigida, ela pecava. No começo sua personagem parece completamente perdida (tipo o que estou fazendo aqui), e do meio pro final, ela parece ter um único objetivo: Salvar sua família das garras de Balem? Não!!! Formar o par romântico da trama como Channing Tatum. Enfim!!! Uma pena!!! Eu gosto da Mila, mas tenho que ser justo, dessa vez ela não foi bem.

O Destino de Júpiter é um filme despretensioso, mediano e que podia até funcionar muito bem, se não fosse o roteiro perdido e as histórias bobas que o longa possui. Típico filme que não agrega em nada se você decidir assisti-lo ou não.
Pedro C.
Pedro C.

50 seguidores 73 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de janeiro de 2017
Jupiter Ascending tem uma boa presença com Mila Kunis (gostei dela, está convincente), em um gênero diferente daquele no qual ela costuma atuar. Largou as comédias românticas açucaradas e bobinhas para entrar como uma heroína em ação e sci-fi. Sua personagem não decepcionou - embora faltou explorar melhor todo o potencial dela. Channing Tatum sempre agrada, visualmente (o que dizer do astro de Magic Mike?), embora seu personagem se perca em alguns clichês completamente toscos, sem sentido e que enfraquecem o personagem. Eddie Redmayne está com uma proposta de atuação e condução do seu personagem que é interessante, mas muito criticada (com razão). Creio que talvez a história seja bastante complexa para duas horas de filme (poderia bem ser uma saga). Há uma mistureba de conceitos bem complicada, e muitas informações se perdem. Porém, o que enfraquece mesmo Jupiter Ascending é a coloração de comédia romântica açucarada que insiste em melar um filme de sci-fi. É possível haver romance em filmes sci-fi? Claro que sim. Matrix e mesmo O Quinto Elemento já provaram isso (com Bruce Willis e Milla Jovovich fazendo talvez um dos casais mais sexies que já apareceu em filmes do gênero). Porém, não é o que ocorre aqui. Toda a relação existente entre a personagem de Kunis e o de Tatum é digna de um filminho de comédia romântica ganhador de Framboesa de Ouro. É incrível como uma personagem que tem "tanta força" e deveria ser tão "forte" fica completamente enfraquecida e submissa com uma "promessa de herói" (que acaba virando o personagem de Tatum). Sempre a "mocinha indefesa" a ser salva. Penso que Mila esqueceu de deixar esse clichê nas comédias românticas nas quais ela "adora" participar. O mundo do sci-fi pede outro tipo de construção de personagem feminino. Muito mais do que erro ou fraqueza de atuação da atriz, o roteiro aqui não a favoreceu. Com toda a complexidade de efeitos visuais e personagens interessantes (o filme agrada visualmente, e muito), e boas cenas de ação, acaba que sua trama confusa e seu enredo fraco tornam esse filme praticamente um filme B da ficção científica. Não à toa foi indicado para inúmeros Framboesas de Ouro.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Esse é um ótimo filme se você quiser descobrir o que os irmãos Wachowski, da trilogia Matrix, fariam com a tecnologia atual contando uma história bem parecida com Matrix Revolutions no sentido de cenários grandiosos, personagens heróicos e o tempo dividido em metade ação, metade reflexão. Sinceramente, eu esperava um pouco mais dos diretores que criaram Cloud Atlas, uma odisseia que passeia por eras e cujo conflito é muito mais metafísico do que neste filme. Aqui o objetivo é fazer com que a garota Jupiter não seja morta e salvar a humanidade. A garota é Mila Kunis, aquela menina atraente de Cisne Negro que se deita com Natalie Portman, e está em boas mãos aqui, protegida pelo igualmente voluptuoso Caine Wise (Channing Tatum). Podemos criticar diversos aspectos da filmografia dos Wachoski, mas uma coisa que eles sabem escolher são tipos físicos para suas histórias.
Manuela C.
Manuela C.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de maio de 2016
As críticas feitas a este filmes são completamente ridículas, apesar de não entender de cinema o filme não é tão mau como as críticas deixam transparecer. Os efeitos especiais e a trama são muito envolventes, um filme cheio de acção e ficção para aqueles que apreciam o imaginário. O filme é bastante complexo e pode fazer algumas pessoas se perderem mas só é preciso um pouco de atenção
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