Transformers: O Último Cavaleiro
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Otavio W.
Otavio W.

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1,0
Enviada em 22 de julho de 2017
Hoje dia de escrever sobre um filme de uma série que já poderia ter acabado faz um bom tempo, mas como blockbuster é blockbuster, o jeito é continuar fazendo pra ganhar dinheiro mesmo. A introdução do filme tenta introduzir uma história bem conhecida dentro do universo Transformer, o que gerou uma impressão bastante ruim, uma história não tem nada a ver com a outra, mas a ideia é bem forçada ao ponto de mostrar que a falta de sentido faz parte do todo. Depois o filme colta pra realidade, se isso é possível. O show de pirotecnia já aparece bem explícita logo de cara, junto com uma cena levemente dramática, introdução dos coadjuvantes e tudo mais, algo até bom, pra não se deixar viciar pelos mesmos personagens sempre. A continuidade se mostra péssima logo de cara, nada realmente encaixa bem, as ações não parecem fazer muita coerência, e tudo parece enrolar um pouco pra mostrar um pouco mais de história, que também não faz o menor sentido, enquanto a linha principal dá continuidade. Para as histórias se cruzarem muita coisa acontece quase que inacreditavelmente, todas as decisões são feitas muito repentinamente e, às vezes, sem o menor sentido, simplesmente pro filme acontecer, o pior é ver que isso resulta em algumas cenas de lutas ainda mais desnecessárias, só pra mostrar um show de efeitos especiais. A finalização da história até começa um pouco cedo, faltando cerca de 1 hora pro filme realmente terminar, o que até é bom pelo lado de que não ter que aguentar tanta coisa que parecia não levar a lugar nehum. Mistérios e reviravoltas, mais uma vez, são realizados sem muitas explicações até a luta final, que é bem confusa, o que mostra que tudo ali está pra mostrar somente os bons efeitos especiais. O fim em si é bem fraco, não há realmente um drama forte, tudo é feito na base de explosões e efeitos, uma ou outra coisa foge disso, mas que não encaixa em nada que realmente mereça atenção. No gerl, um filme com uma história e continuidade muito catastrófica, não há o menor sentido em assistir esse filme nem pelo mundo Trasnformer, nem pela história em si, tudo é realmente muito mal feito, o que vale são os sempre ótimos efeitos especiais que mostram o show de pirotecnia que virou essa série.

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Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de novembro de 2017
A franquia TRANSFORMERS já deixou de ser interessante a pelo menos uns dois filmes. Este O ÚLTIMO CAVALEIRO só serve para comprovar que nem mesmo a troca do ator protagonista, que começou no filme anterior, serviu para manter atrativa a produção.
Nada entretém de forma interessante, a história é ruim, a ação sonsa, as atuações pouco empenhadas (nem Anthony Hopkins se salva) e a longa duração comprova que Michael Bay já gastou tudo o que tinha na franquia. Apesar dos visuais impressionantes, o filme é chato, machista e repleto de piadas ruins, uma pena...
Obs.: Este é mais um dos casos em que o trailer ENGANA muito bem.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de março de 2018
A história é a mais absurda possível, o roteiro faz o possível pra ter o máximo de clichês e o máximo de piadinhas sem graça, e a atuações pifeas, a pior é a de Anthony Hopkins. A única coisa que impressiona são os efeitos visuais. Transformers já é uma franquia desgastada e que já enjoou até os fãs.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 7 de janeiro de 2019
Dessa vez Michal Bay se superou,o que já não estava dando certo ele consegue piorar mais ainda e nos entrega o pior filme da franquia.Todos os filmes são alvos de pesadas críticas que são principalmente para o diretor Michael Bay que decidiu que seria o último a dirigir e também o último de Mark Mark Wahlberg,o cineasta americano poderia até tentar entregar algo honesto mas infelizmente ele só faz piorar e fazer um combo de tudo mais negativo dos filmes anteriores e fazer um mistão do pior de Transformers.Começando pelo roteiro que é pífio,primeiramente existem personagens demais e muitos não sei o porquê está lá,a Isabela Moner não faz praticamente nada e não tem motivo algum para estar lá,Anthony Hopkins é desperdiçado com um personagem bem fraquinho,Jerrod Carmichael é uma falha tentativa de alívio cômico e Laura Haddock é a figura sexualizada que estão em filmes anteriores.Sem contar na trama em si que não empolga e é muito sem rumo,não vai a lugar nenhum além de furos grotescos.As cenas de ação que geralmente são o divertimento,aqui são entediantes e repetitivas ao ponto de você não suportar.Transformers-O Último Cavaleiro é o cúmulo de tudo,não funciona em nada apenas nos efeitos especiais que são show,mas de resto é um Mix de tudo pior da franquia.
Fernando L.
Fernando L.

29 seguidores 81 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de agosto de 2017
O filme é MUITO ruim. História absurda e sem pé nem cabeça. Precisam MATAR essa sequência de filmes transformers (que foi péssima, com ressalvas para o primeiro que foi legalzinho). É preciso começar de novo. Não se entende direito o filme. As coisas não são explicadas. O contexto não é explicado satisfatoriamente. As coisas vão acontecendo sem que vc possa entender O MÍNIMO. Se vc quer diversão totalmente descerebrada, esse é o filme. Muitos efeitos e lutas sem sentido. Claro que um filme que trata de transformers é "ficção pura", mas da mesma forma como foi INDEPENDENCE DAY 2, esse filme foi um desastre total. Totalmente dispensável. Absurdo dos absurdos.
Felipe Santos
Felipe Santos

12 seguidores 169 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de setembro de 2024
Transformers o último Cavaleiro é uma tentativa discarada de trazer a franquia de volta nos trilhos mas falha miseravelmente em entreter o espectador e fazer com que haja qualquer tipo de interesse durante toda duração.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de julho de 2017
O fato de um filme ser descompromissado não quer dizer que ele seja ruim – o cinema já nos presenteou com inúmeros filmes que conseguiram proporcionar um mínimo de diversão dentre suas poucas horas de exibição – George Lucas, Steven Spielberg, Peter Jackson e James Cameron, entre outros, já fizeram isso – e com muita qualidade. Mas um cineasta norte-americano tem se mostrado um grande inimigo da coerência (mesmo que mínima) da linguagem áudio visual: Michael Bay provavelmente entrará para a história como um diretor que regrediu vertiginosamente desde o inicio de sua carreira – e sou uma pessoa que apreciou trabalhos seus como Armageddon e A Rocha, por exemplo. Mas, de 2007 para cá, quando deu inicio a franquia baseada nos brinquedos da Hasbro (também produtora dos filmes), é notório até mesmo para o mais leigo sobre cinema como ele desaprendeu a realizar os recursos mais simples que um diretor precisa usar – sim, este quinto filme dos Transformers prova, definitivamente, que Michael Bay é um dos diretores mais problemáticos de Hollywood atualmente.

O cineasta parece que se esqueceu de vez em seguir linhas narrativas, traçar arcos dramáticos, estabelecer uma mise-en-scène no mínimo aceitável ou saber dosar cortes em todas as cenas (e não só as de ação, inclusive), cortando de uma passagem à outra sem a menor lógica, o que confunde qualquer pessoa que assista – algo absurdamente recorrente na série, já que sempre que os enormes robôs brigam só é compreensível distinguir quem ganhou o confronto após o termino da briga – assim como as transformações dos carros em robôs, sempre confusas e nenhum um pouco padronizadas – embora o trabalho de animação dos robôs seja bom, isso é prejudicado pela mão pesada do diretor em não saber como mostra-los de forma coerente para o espectador – enfim, Michael Bay desperdiça milhões de dólares como se fosse um amador – alguém que realmente desaprendeu sua função.

“Apoiado” por um roteiro que não sabe divertir ou empolgar como tantos outros trabalhos por aí, Bay ainda se perde inúmeras vezes em querer contar a tola história deste quinto filme – que, acredito eu, chegou ao fundo do poço das ideias – reparem na sinopse praticamente idêntica aos outros, substituindo alguns elementos apenas: Optimus Prime (voz de Peter Cullen, que nunca foi obrigado a repetir tantas vezes “I’m Optimus Prime”) decide retornar até os restos de seu planeta natal, Cybertron, mas encontra uma suposta deusa que diz que para salvar o lugar precisa destruir a Terra – sem pensar muito, Optimus parte de volta para a Terra – onde Cade Yager (Wahlberg) se tornou um fugitivo que defende os Autobots, também caçados por militares, que os vem como ameaças – embora eles tenham salvo o mundo nos quatro filmes anteriores – e, NOVAMENTE, Megatron está ai, agora querendo um artefato – o quinto artefato “importante” da série, que nunca os menciona antes – que “importante” então, não é? – só que desta vez a “brisa” é maior ainda: o tal artefato é o cajado do Mago Merlin - vivido por Stanley Tucci, que não tem NENHUMA relação com seu personagem no filme passado (?!!!) – e sim: os Transformers ajudaram o Rei Arthur e agora o tal cajado vai ajudar os decepticons a destruir o mundo – enquanto Cade e a Dra. Vivien (Haddock), sob as orientações do descendente dos Cavaleiros da Távola Redondo, Sir Edmund Burton (Hopkins), vão tentar fazer algo no meio dessa bagunça toda.

Com está trama ingênua, Michael Bay consegue ainda confundir o espectador por ir voltar na história – repare como a sub trama dos militares contra os Autobots não faz diferença nenhuma para o caminhar da trama (Josh Duhamel de volta... não sei pra quê) ou a introdução da personagem de Isabella Moner, que poderia ser riscada do filme e não sentiríamos nenhuma falta – mas não, Bay a deixa ali para poder tentar emocionar – sim! Ele acha que podemos chorar no meio desse caos todo – só ser for de desgosto! Mas devo ressaltar que o diretor, ao menos (nada mais que sua obrigação) está menos sexista do que nos filmes anteriores – ele não vai explorar o corpo da atriz de 14 anos – embora, creio eu, fará isso nas continuações, aos moldes do que fazia com Megan Fox – a menina Moner é só uma substituição da filha do personagem de Mark Walhberg – aliás, lamentável vê-lo em uma cena onde cita Arthur C. Clarke como se fosse realmente algo muito inteligente ou que poucos conhecem – e deixar sua parceira (e interesse romântico manjado), a Vivien de Laura Haddock, que se pelo menos não aparece em roupas curtas, Bay não perde a chance de enquadrar seu belo rosto de perto (muito PERTO) várias vezes – assim como gosta de deixa-la em vestidos apertados – e acredito que está seja a única função desta personagem.

Convenhamos que a participação de Anthony Hopkins é boa – o grande ator é, inclusive, responsável por um momento onde, por alguns segundos, temos a impressão que Michael Bay está nos contando uma história com pé e cabeça – dada a imponência da voz e tracejos de Hopkins – mas não... infelizmente foi algo divertido apenas para o ator, que, lamentavelmente, fará uma saída no mínimo desrespeitosa para ele mesmo e seu personagem – fica visível, pela QUINTA VEZ na franquia (“pasmem”), como os roteiristas tem uma dificuldade com relação a inserção de personagens – especialmente quando colocam alguns apenas para o humor, fracassando miseravelmente nisso, especialmente com a participação sem timing humorístico algum do comediante Jerrod Carmichael, que faz o mesmo de Isabella Moner, ao não ter relevância alguma para a história – e John Turturro volta para fazer uma participação (literalmente) por telefone – assim como o robô assistente de Burton, que, mesmo sendo uma cópia mais grosseira do C3PO, confere o único momento realmente engraçado do filme, ao brincar com a trilha-sonora em um piano – e, logo em seguida, repetir a piada e eliminar a graça de vez... – aliás, você nota a falta de criatividade até mesmo na concepção dos drones dos militares, idênticos às Tie-Fighters de Star Wars – é claro que vão dizer que foi uma “homenagem”... sei!

Deixando esses personagens tão unidimensionais e tediosos em evidência, Bay e o roteiro relegam os próprios Transformers como coadjuvantes – Bumblebee e Optimus – cujas personalidades no primeiro filme (e o único aceitável dos cinco) eram as melhores coisas, com o primeiro sendo simpático e o segundo sendo aquela figura refinada e imponente por sua lealdade e senso de justiça inabalável – são completamente esquecidos em O Último Cavaleiro – repare como Optimus some da trama no meio e, ao retornar, simplesmente muda o que tinha prometido no inicio – provavelmente os roteiristas acreditam que é normal algum personagem querer destruir a Terra e seus amigos e em segundos mudar de opinião – “mas é um filme sem cérebro, não precisa disso” – Tudo bem. Mas como se envolver com isso? Como se emocionar ou se empolgar pelo destino dos personagens? Com Michael Bay isso é impossível!

Enfim, mais da ruindade de sempre – principalmente que o visual do projeto consegue ser ainda pior – já que ao utilizarem as câmeras IMAX para filmagem, o longa torna-se de difícil apreciação em uma tela convencional – as tarjas do formato mais largo somem e aparecem de corte para corte (nem todas as cenas foram filmadas em IMAX), e, já que Bay não sabe deixar uma cena sem um corte em menos de dez segundos, isso acontece inúmeras vezes – e nem preciso citar que o 3D é inútil – se o diretor já não sabe fazer nada direito em 2D imagine em 3D? Tem cena de por do sol – acho que o Michael Bay pensa que isso é algo que muda o filme mesmo – sim! Ele tem certeza disso!
E, claro, a narrativa é pausada faltando uma hora para o fim do filme, com cenas de ação intermináveis, incompreensíveis e gratuitas – no pior estilo “hey, temos muita grana pra gastar” – assim como as durações excessivas dos longas, algo presente em toda a série – que provavelmente esta bem longe de terminar – com futuro garantido com seus patrocínios (nunca vi tanta propaganda num filme só!) e produção de empresas de brinquedo e automóveis – Transformers – O Último Cavaleiro é uma vergonha para quem gosta de cinema – pois em tempos onde diretores como James Gunn, Patty Jenkins ou James Mangold fazem questão de inserir personagens com sentimentos e personalidades verdadeiras em seus blockbusters, é um regresso cinematográfico termos que acompanhar Michael Bay se achando o “mestre do filme de ação moderno”, como ele mesmo disse.

Mas quem somos nós para contrariar o Sr. Bay? Afinal, ele pode jogar uma bomba aqui em caodaçoamgaijga~pija~fjn
William R.
William R.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 13 de agosto de 2017
Muito confuso sem pé e sem cabeça, efeitos sensacionais , mas fica mudando de assunto toda hora e não fica em algo
Gladimir P.
Gladimir P.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 27 de julho de 2017
Apesar de ter muitas cenas de ação, o filme é muito chato e cheio de diálogos infantis. Acho que essa franquia já deu tudo o que tinha mas, pelo final do filme, vem mais um por aí.
Andre F.
Andre F.

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 25 de julho de 2017
Visualmente é espetacular, mas isso não sustenta as 2 horas e meia de filme, que acaba se tornando cansativo e exaustivo, e alem de que o enredo é inexistente, e personagens somem e voltam do nada, a parte do rei Artur, é mal explicada, e alem de piadas ruins e sem timing, mas quem gosta de explosões e explosões vai se divertir no filme!
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