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Um visitante
4,0
Enviada em 18 de novembro de 2019
Com um roteiro detalhista, que introduz flashbacks esporadicamente ao longo da trama, de forma incrivelmente leve e às vezes até com uma boa dose de humor contemplado pela boa dinâmica do elenco, O Jogo da Imitação é um drama de época visualmente primoroso, e tematicamente sólido. Palmas para Graham Moore, o que me incomoda um pouco na narrativa é a forma como a História é abordada. Aparentemente um drama de gerra, O Jogo da Imitação em alguns momentos lembra outras cinebiografias bem mais burocráticas que esta do ponto de vista ideológico(Ray, Jobs) e ao mesmo tempo que não subestima nossa inteligência se transformando em mais um dramalhão gay, é revoltante a covardia artística da obra em não se interessar em aprofundar os claros conflitos internos do personagem. Deviam ter explorado mais o aspecto da perseguição que Turing foi vítima pelo fato de ser gay, não para ser melodramático, e sim para ilustrar de forma verdadeira o preconceito que estes sofriam na época. Mas ainda sim o filme acerta em demostrar Turing como o que realmente foi, um gênio brilhante. Consegue fugir das convenções habituais de Hollywood. É mais que um drama "Oscar bait". Vale bastante apena.
Roteiro detalhista, introduz flashbacks esporadicamente ao longo da trama, de forma incrivelmente leve e as vezes até com uma boa dose de humor contemplado pela boa dinâmica do elenco. OK. Palmas para Graham Moore, oque me incomoda na narrativa é a forma como a História é abordada. Aparentemente um drama de gerra, O Jogo da Imitação em alguns momentos lembra outras Biografias bem mais burocráticas que esta do ponto de vista ideológico(Ray, Jobs) e ao mesmo tempo que não subestima nossa inteligência se transformando em mais um dramalhão gay, é revoltante a covardia artística da obra em não se interessar em aprofundar os claros conflitos internos do personagem. Deviam ter explorado mais o aspecto da perseguição que Turing foi vítima pelo fato de ser gay, não para ser melodramático, e sim para ilustrar de forma verdadeira o preconceito que estes sofriam na época. Mas ainda sim o filme acerta em demostrar Turing como oque realmente foi, um gênio brilhante. Consegue fugir das convenções habituais de Hollywood. É mais que mais um enlatado pro OSCAR.
Um Pequeno Grande filme sem ser uma Grande Produção. Por ser uma história baseada em fatos reais ficamos prestando atenção nos detalhes da trama, que começa a se desenrolar apenas do meio para o fim, com atuação perfeita do ator principal Benedict Cumberbatch, não muito conhecido comercialmente e para Keira Knightley, sempre impecável em suas interpretações, que acabou valendo as indicações ao Oscar de melhor ator e atriz coadjuvante. No final do filme começa as revelações surpreendentes. Vale a pena conferir.
"As vezes, as pessoas que ninguém espera nada que fazem as coisas que ninguém poderia imaginar". Que filme, grande obra, Benedict Cumberbatch está ótimo, assim como o restante do elenco, roteiro ágil (que cai em alguns clichês), mas que não deixa em momento algum o filme cair no marasmo. Trilha sonora e fotografia ótimas e uma direção muito competente. Não é atoa que recebeu oito indicações ao Oscar do seu ano de lançamento, ótimo filme.
Filme maravilhoso. O Benedict e a Keira estão impecáveis. Um filme que prova que não importa as suas limitações ou demônios quando se tem objetivo e determinação as coisas acontecerão.
O longa é uma cinebiografia adaptada do livro "Alan Turing: The Enigma", escrito por Andrew Hodges e dirigido por Morten Tyldum (Passageiros / 2016). O filme é baseado na história real de Alan Turing, o inglês que é considerado por muitos como "o pai da computação".
Benedict Cumberbatch dá vida ao lendário criptoanalista inglês de uma forma totalmente magnífica. Ele brilha ao desenvolver uma atuação grandiosa e nos proporciona a dimensão atingida por essa importante figura da história no período da segunda guerra mundial (concordo plenamente com sua indicação ao Oscar). Um jovem matemático que foi instigado a criar uma máquina que possivelmente viesse a quebrar o "Enigma" (o famoso código que os alemães usavam para enviar mensagens aos submarinos).
É muito interessante e animador acompanhar o desenrolar de cada história, de cada detalhe, de cada flashback, de uma forma muito bem desenvolvida e muito bem trabalhada. O longa faz questão de trabalhar cada fase da vida de Alan Turing de uma maneira que fique de fácil entendimento para quem acompanhe a sua história. É interessante notar todo desenvolvimento das pesquisas e descobertas de Alan (sozinho ou junto com sua equipe), ou até mesmo a forma intransigente e ríspida que ele tenta lidar com sua equipe e a própria Joan Clarke (Keira Knightley).
Gostei muito do roteiro, apesar de achar que o início do filme te prende mais do que as partes finais. Talvez por inicialmente o longa nos passar toda motivação de Alan na busca incansável pelo seu projeto, e nas partes finais se focar mais em torno do seu homosexualismo e das suas consequências. Também fico com uma grande dúvida sobre os desfechos finais da verdadeira história de Alan Turing: Será que o filme retratou bem essa parte? Ou será que o foco em sua homosexualidade foi maior do que em sua verdadeira história e descobertas, e os bens que isso trouxe para a nação na época? Ao final o filme nos relata que a invenção de Alan Turing diminuiu 2 anos da guerra e salvou cerca de 14 milhões de vidas. Eu não conheço bem a verdadeira história de Alan Turing, mas é muito interessante.
O longa ainda nos encanta com mais um ótimo trabalho do belíssimo compositor Alexandre Desplat. Uma trilha sonora sensacional, que lhe rendeu duas indicações em uma mesma edição do Oscar (ele levou a estatueta por O Grande Hotel Budapeste). Destaques também para o ótimo trabalho de fotografia e direção de arte, que foi muito bem notado em cada detalhe dos belos cenários.
Keira Knightley está a altura do personagem de Benedict Cumberbatch. Na minha opinião, ela dá o tom certo e completa muito bem com sua ótima atuação (Keira também foi indicada ao Oscar 2015). Não posso deixar de destacar o grande ator Charles Dance (que eu adorava na franquia Anjos Da Noite, e no icônico Alien 3) como o severo e impetuoso Comandante Denniston, responsável por grandes confrontos de ideias com Alan.
O JOGO DA IMITAÇÃO integrou a lista dos indicados ao Oscar 2015 em 8 categorias, entre elas: Melhor diretor, Melhor ator, Melhor atriz coadjuvante e, Melhor Filme. Levando apenas uma estatueta de Melhor Roteiro Adaptado.
Ótimo filme, mais uma bela cinebiografia! [30/04/2018]
As biografias que ultimamente tenho assistido realmente tem me dado uma sensação boa e nova do que eu antigamente pensava:todas estão sendo ótimas experiências e esse filme apesar de ser sobre guerra,assunto que não curto,me manteve ligada na trama o tempo todo e super recomendo assistir a história desse gênio.
O Jogo da Imitação.é mais uma filme ambientado na história da guerra.Mais não é precisamente nos conflitos ,e nem nas batalhas entre os soldados.Mais não deixa de ser uma difícil batalha apenas para um homem.O inteligente Alan Turing (Benedict Cumberbatch),é escalado para desvendar os difíceis códigos de guerra feitos pela Alemanha.Ele é apresentado,juntamente com uma equipe,para começar a trabalhar secretamente.Mais logo Alan se destaca na área,por ser bem mais dedicado.E começa a ter diariamente desavenças com seus colegas ao redor.O Jogo da Imitação é o melhor filme do diretor Morten Tyldum de sua carreira até o momento.Ele consegue despertar uma curiosidade acima do normal na história de Alan Turing,e talvez consiga ganhar bem mais espaço daqui pra frente.Sobre o elenco,não precisa falar muito.Pois temos no destaque apenas Benedict Cumberbatch e Keyra Knightley.Cumberbatch está fantástico.Quem não é fã dele ainda,será após assistir esse brilhante trabalho.A atuação é simples,sem grandes movimentos,mais ainda assim impressiona da forma que ele consegue ser tão frio.Já Keyra não esboça uma grande apresentação.Até porque já aparece no meio para o fim,e tem poucas cenas ao seu dispor.
É um filme espetacular, não foi atoa que foi indicado ao oscar de 2015 como melhor direção de arte, melhor montagem, melhor filme, melhor trilhar sonora original, melhor atriz coadjuvante (Keira Knightley) e melhor ator (Benedict Cumberbatch). Venceu apenas uma estatueta: melhor roteiro adaptado (Grham Moore). O filme do norueguês Morten Tyldum mostra a sua eficiência e esforços em ambientar o filme com máquinas originais da Segunda Guerra Mundial e filme locais que alguns fatos aconteceram. A trama se divide em três momentos da vida de Turing: sua adolescência, período da guerra e momento atual. Tais momentos acabam se entrelaçando de uma forma muito boa e compreensível no filme. O único problema é que o filme está cheio de clichês, como frases de efeitos criadas para alimentar trailer ou buscar alguma lágrima da plateia. Além dos demais personagem que estão trabalhando com Turing que não fazem nenhuma diferença na trama e ainda reforçam estereótipos. Entretanto, devemos reconhecer a incrível atuação de Cumberbatch, pois consegue mostrar o lado forte e fraco do Turing, suas aflições e emoções. O roteiro venceu o oscar com méritos, pois contou uma história já retratada algumas vezes no cinema, mas de uma forma diferente, falando sobre a vida de Turing e humanizando o máximo possível esse personagem.
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