Curvas da Vida
Média
4,0
211 notas

21 Críticas do usuário

5
3 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2014
Ótimo Filme! Roteiro muito bem elaborado e atuação brilhante de Amy Adams, destacando-se o monstro do cinema mundial Clint Eastwood dando um show! Imperdível!!!!
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Só gostei das atuações desse filme. Acho que seria melhor se tivesse o Clint na direção. O final é clichê mas bacana.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de abril de 2013
“Curvas da Vida”, filme dirigido por Robert Lorenz, não é a primeira obra do cinema hollywoodiano que utiliza o esporte como metáfora para falar da vida. “Curvas da Vida” também não é o primeiro filme em que Clint Eastwood interpreta um senhor ranzinza e carrancudo. A grande novidade, então, advinda do longa é o fato de que este é o primeiro filme desde “Na Linha do Fogo”, de Wolfgang Petersen, em que Eastwood atua, mas não divide essa tarefa com a de diretor. Isso está explicado, pois Clint, provavelmente, queria oferecer apoio à Lorenz, que foi seu diretor assistente em filmes como “Dívida de Sangue”, “Sobre Meninos e Lobos” e “Menina de Ouro”.

Tendo como pano de fundo o beisebol, um dos esportes mais populares dos Estados Unidos, “Curvas da Vida” tem uma trama que está centrada na figura de Gus (Clint Eastwood), um olheiro que trabalha para o Atlanta Braves, time integrante da Divisão Leste da Major League Baseball (MLB). Numa época em que programas de computador desvendam as estatísticas de jogadores que se encontram desde o campo de várzea, até os times do colegial, passando pelos times da faculdade, até chegar aos profissionais, Gus pode ser considerado um olheiro à moda antiga, na medida em que ele pega o seu carro e vai, pessoalmente, assistir aos jogos do interior para poder descobrir os futuros talentos a serem aproveitados pelos grandes times.

De uma certa maneira, “Curvas da Vida” é um filme que confronta o olhar do velho contra o novo, especialmente no campo profissional, principalmente se levarmos em consideração que Gus trabalha, constantemente, com a ameaça de se tornar obsoleto (ainda mais após começar a desenvolver uma doença que afeta diretamente a sua visão). O tema continua com o enfoque na tentativa de ascensão profissional da única filha de Gus, a advogada Mickey (Amy Adams, na sua segunda boa atuação de 2012), com quem ele tem um péssimo relacionamento; e com a entrada de Johnny (Justin Timberlake), um ex-jogador de beisebol que teve a sua carreira abreviada por causa de uma contusão e ainda não se reencontrou profissionalmente, na trama.

Todas essas personagens irão se encontrar numa viagem de trabalho que Gus fará, com a filha, ao interior dos Estados Unidos para acompanhar as finais da liga colegial norte-americana. Por ter esse formato de road movie, a característica principal de “Curvas da Vida” acaba sendo o retrato de uma trama em que Gus, Mickey e Johnny irão descobrir coisas novas sobre si mesmos e que serão fundamentais para que eles possam trabalhar os relacionamentos entre eles e esses conflitos profissionais que eles possuem. Apesar de um tanto previsível, o que acaba pegando a gente em relação à “Curvas da Vida” é justamente a sensação de que estamos assistindo a um filme sobre gente como a gente, com conflitos bastante comuns e com os quais nos identificamos de imediato.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
Gosto muito de Amy Adams e me surpreendo cada vez mais com Justin Timberlake, esse garoto vai longe. Um drama bom, uma história envolvente, mas que peca um pouco na direção. Muitas cenas podiam ser mais bem feitas. Mas gostei do desenrolar da história e do filme. Trilha sonora muito boa.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de dezembro de 2012
É impressionante como Clin Eastwood atua bem no papel de velho rabugento. Foi assim em Menina de Ouro (2004), Gran Torino (2008), e esse agora Curvas da Vida (2012). Até parece que o papel é feito para ele. Não é um grande filme. Sem muitas novidades. Muitos clichês. Muito linear. Um drama na vida de alguém que quer continuar a trabalhar mas é considerado ultrapassado, porque não usa as novas tecnologias de informática. Clin Eastwood e Amir Adans salvam o filme, Vale a pena.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de novembro de 2014
Filme bom com uma história para sessão da tarde, sem muitas pretensões. Vale sempre pela atuação imprecável de Clint Eastwood com toda sua experiência cinematográfica. Para ver comendo pipoca sem ter que pensar muito.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2015
Por um momento,pensei que esse filme fosse de Clint Eastwood.É meio raro acompanhar um filme assim sendo que ele não está envolvido em nada,a não ser atuando.
É um bom filme.Aborda situações reais,de pai e filha,um drama que mistura comédia em certas partes.
Amy Adams e Justin Timberlake dão um ânimo para o prosseguimento.

-Filme assistido em 28 de Dezembro de 2015
-Nota 6/10
Ronaldo B.
Ronaldo B.

456 seguidores 232 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de janeiro de 2013
Chegamos a terra do tédio... Um filme de drama se não for um bom roteiro com certeza não é muito chato o filme, cansativo. E esse é um caso. Muito chato. E quase 2 horas enrolando.
Rafael A.
Rafael A.

23 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de maio de 2013
Robert Lorenz já tinha sido produtor de filmes como J. Edgar, Além da Vida, Invictus, entre outros, ou seja, já estava se credenciando a ser um ótimo profissional do cinema, pois com um curriculum deste ele estava caminhando para o estrelato.

Foi então que Robert resolveu dirigir seu primeiro filme, chamou o também estreante Randy Brown, que tinha uma história simples e muito bem narrada , mas que precisaria de um ator forte e uma atriz “da moda” para levar o filme com maestria. Então Robert que também atua como produtor, chamou Clint Eastwood, Amy Adams, Justin Timberlake, John Goodman, Matthew Lillard e Matthew Lillard. Lá estava Robert, mais uma vez em um set de filmagem, só que em uma nova função e com atores que poderiam lhe dar todo o suporte para lançar um ótimo filme, principalmente com a ajuda de Clint Eastwood, um dos diretores mais bem sucedidos da história.

Falando de história, vamos a história de “Curvas da Vida”. O filme mostra Gus Lobel (Clint Eastwood), um veterano olheiro de baseball, ou seja, seu trabalho consiste em procurar novas estrelas para o time que o contratou. Gus, que já esta em uma idade avançada e esta mais ranzinza do que nunca, precisa avaliar um dos jogadores mais promissores da base do baseball americano, além disso, ele precisa provar que ainda não perdeu a forma para o trabalho, já que a modernidade chegou ao mercado e Gus é visto como um olheiro “ultrapassado”. Pressionado, ele ainda precisa lidar com outras 2 situações “pessoais” um glaucoma, que o impede de enchergar direito, e uma filha, Mickey, que quer se reaproximar do pai depois de anos de um convívio dificil.

Esta é a base do filme, e podemos dizer que sua essência é “soma-se problemas, diminui-se impessoalidade”. Como assim? Pois bem, o filme é uma resolução de problemas, soma-se a isso, problemas de saúde, familiar, profissional, etc… Vemos um veterano que levou a vida inteira do seu jeito, de uma maneira muito fria e solitária, mas que fez o que achava ser o melhor para todos. Com o tempo passando, os problemas não somem, eles apenas deixam para ser solucionados em uma época mais propícia. A impessoalidade é outro fator que vemos no filme de uma forma bem direcionada, ou seja, tanto Gus quanto Mickey são pessoas com dificuldades em se relacionar com outras pessoas, e o conviviu mutuo os ajuda a diminuir esse fator que os ajuda a crescer como indivíduos.

“Curvas da Vida” é um filme clichê, ou seja, a história é simples e sem grandes surpresas, tem um tom dramático que é superado com essa sensação de “eu já vi isso antes”, ou seja, o filme esbarra em muitos outros filmes que já vimos. Clint Eastwood esta mais uma vez em sua “zona de conforto”, o personagem que ele interpreta é Clint Eastwood, ou seja, ranzinza, machão e durão. Amy Adams é quem mais chama a atenção no filme por ter um personagem que ocila entre essa impessoalidade e a vontade de melhorar, esse conflito interno é muito bem interpretado por ela que esta, cada vez mais, ganhando espaço em hollywood.
Guilherme Oggioni
Guilherme Oggioni

18 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de abril de 2020
Entrega o que se propõe, sem grandes rodeios.

A história é pouco desenvolvida quando trata dos acontecimentos passados, que fizeram o personagem de Clint deixar a filha com o tio. Mas no geral, o filme não se propõe a explicar ou abrir muito esse leque.

O personagem do Timberlake é o "clássico" forçado na história. Mas rende bons momentos por completar a trama da principal.

A trama é simples e agrada. Ou seja, um bom filme simples.
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