Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo
Média
3,8
569 notas

65 Críticas do usuário

5
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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Um filme bem feito, o elenco é de primeira, porém inexpressivo. A vida de um milionário excêntrico, americano, que não tinha onde gastar sua grana e monta uma local de treinamento para a equipe de luta livre americana. Pessoa problemática, solteirão, usuário de droga, carente da atenção da mãe, se agarra aos lutadores para receber o carinho que sentia falta. Comportamento de um homossexual enrustido. O filme é monótono, com pouco diálogo, apenas observações e cenas de lutas. Embora fatos da vida real, o filme é ridículo, e o final mais ainda. Não gostei.
Leo Thomas D.
Leo Thomas D.

23 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de janeiro de 2015
A história pode ter chocado o mundo mas o que me chocou foi esse filme estar concorrendo a melhor filme e Interestelar não!
juliocosme
juliocosme

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2015
Filme muito ruim e louco, não deveriam fazer filmes desse tipo.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 14 de janeiro de 2015
Vários filmes já trouxeram atores,cujos personagens fora irreconhecíveis.Foxcatcher é mais um que entra para o grupo desses longas.É incrivelmente como os responsáveis mudaram a face de atores bem conhecidos em Foxcatcher.Principalmente quando se fala de Steve Carell e Mark Ruffalo.O que impressiona também quando se assiste ao filme,é que temos atores de áreas totalmente diferente encarando um drama intenso.O grande caso novamente é Steve Carell,que saiu do mundo da comédia,e se envolveu em um novo personagem que lhe caiu muito bem.Foxcatcher não é um super drama,aquele que explora as atuações de cada um envolvido,tem um ritmo lento,mais ainda assim cumpre o papel de passar a verdadeira história.Boa parte do filme se prende as aparições de Carell e Channing Tatum.A história entre os dois se torna interessante a partir do momento em que ambos se tornam amigos inseparáveis.Mark (Tatum),se rende a amizade de John (Carell),e esquece completamente da sua família,principalmente de seu irmão Dave (Ruffalo).Que daí com a intensa amizade entre os dois,Mark começa a visitar um outro mundo,onde nunca tinha andado.Começa então a desviar sua atenção do treino nas lutas,e se interessa muito mais com a presença de John.Essa amizade é que rende um dos melhores momentos no filme.Onde aí sim,podemos ver boas atuações.Mais o filme é cheio de espaço vago,ficando apenas nos diálogos e mais diálogos,e nada de interessante acontece do começo até o fim,salvando-se poucas cenas.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
O sonho americano sempre foi tema de vários filmes. Em Foxcatcher narra-se a história mais uma vez da busca desse sonho que em muitas vezes acabam não se concretizando. O desejo de dinheiro e fama acaba por destruir vidas e aqui não é diferente. Nessa história contada com uma atmosfera densa e pesada a inveja e o dinheiro são os elementos que conduzem a história até o seu desfecho, porém esse ambiente carregado e ainda com personagens frios que não conseguem nos envolver durante o filme, fazem com que o espectador assista, mas sem que nós nos cativemos e assim não se sente tanta comoção em relação ao ocorrido.
Mark Schultz (Channing Tatum) e Dave Schultz (Mark Ruffalo) são lutadores de luta livre da equipe olímpica americana. John du Pont (Steve Carell) é um milionário da famosa família du Pont que além de ornitólogo e filantropo, montou um ginásio de treinamento para formar e ser o treinador de seu time de luta livre. Não seria um problema se John não fosse um ser humano esquizofrênico e que pelo seu dinheiro consegue tudo que deseja. Sua relação com Mark se inicia e é a chance deste sair da sombra do irmão e provar o quanto é bom em seu esporte, além de ter a possibilidade de vencer financeiramente. John du Pont não desiste de conseguir os dois irmãos em sua equipe e após muita insistência consegue contratar seu irmão Dave. Seu temperamento duvidoso faz com que ao longo do tempo essa relação se deteriore culminando em uma tragédia.
O diretor Bennet Miller narra essa trágica história com uma paleta que faz com que cada cena tenha um ar meio que sufocante. Nem nos momentos de cor elas parecem trazer vida. Ficam feias. Assim é a história consegue trazer um ar de soturnidade. Até a fisionomia dos atores parecem tensas a todo momento corroborando para essa atmosfera sombria da loucura de um homem. Mais uma vez o sonho americano é reduzido a apenas algo utópico em que o ser humano parece mais fazer um acordo com Mefistófeles como em Fausto e a única diferença é que o pagamento não é com sua alma, mas com aquela de quem mais ama tirando a si mesmo.
Realizando uma analogia com a própria luta livre que tem como o vencedor aquele que “domina” o adversário primeiro, John du Pont domina tudo a sua volta. Até há uma cena que Mark parece um móvel que compõe a sala de du Pont. Mas há duas pessoas que ele parece não controlar: sua mãe e Dave Schultz. Isso o perturba. Quando ele consegue se ver livre de uma delas há uma bonita cena em que ele solta os cavalos. Parece com uma representação do libertar daquilo que vivia preso nele a muito tempo. Em relação ao outra pessoa, parece que seu controle é um falso controle, pois na verdade quem está controlando a situação não é du Pont. É ele que está sendo controlado. E quando ele se dá conta, com sua mente esquizofrênica só pensa na única alternativa em relação aquilo que não pode controlar.
A atuação do trio Tatum, Ruffalo e Carell condizem com a atmosfera do filme, porém não enxergo uma atuação brilhante e sim acima da média. Para mim de todos Ruffalo consegue tirar proveito melhor de seu personagem. Ele busca controlar tudo que está a sua volta e se mantém sem perder o controle em todos os momentos. Sua caracterização apesar de simples, mesmo sendo por conta de seu personagem, é tão diferente dos vários personagens que já fez que só o ajudou a ser o destaque do trio. Seria injusto falar que a atuação de Carell não foi boa. Realmente ele se destaca, mas acho um pouco sobrevalorizada, pois nunca assistimos algo tão dramático em sua carreira. Confesso que nos momentos de riso de seu personagem vi o Carell tão conhecido do público. Debaixo de uma maquiagem ao meu ver forte ele se desloca sem alterar muito sua expressão facial. Essa frieza facial, o olhar que ao meu ver parece olhar sem ver muito realmente compõe o personagem, mas ele está praticamente todo o filme dessa maneira. Chegamos em Tatum que também consegue uma atuação acima da média, mas que parece também com uma dificuldade de alterar sua expressão facial.
Essa densidade composta no filme faz ao mesmo tempo com que seja algo que está de acordo com o desenrolar do filme, mas ao mesmo tempo faz com que nos sintamos pesados e seu ar de frieza que impera durante todo o filme acaba afastando um pouco o espectador emocionalmente do filme e por isso ao chegar no fim não se tem tanto impacto. Ao acenderem as luzes há apenas um silêncio e rostos sem muita expressão em relação ao que assistiram.
André L.
André L.

86 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2015
Embora a atuação dos atores tenha sido brilhante, a direção de arte muito boa, para mim faltou força nas filmagens das lutas. Outra coisa esse filme poderia ter pelo menos 20 minutos a menos que não fariam falta. Mesmo assim um bom filme.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
Tudo no seu extremo gera consequências que não conseguimos entender o filme retrata bem isso , a paixão pelo seu pais misturado com o egocentrismo do personagem principal leva a uma situação que até hoje não tem explicações claras. Não achei um filme espetacular mas é um filme que te deixa com a sensação de estar diante de uma bomba relógio que está prestes a explodir, as atuações são muito boas principalmente do Steve Carell.
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
O patriotismo americano é sagrado. Sempre visto com bons olhos pelo público, sempre usado pelos cineastas, sempre com uma bandeira tremulando ao fundo. E é o que Foxcatcher usa em sua construção. Usa o patriotismo, usa a arma do “bom americano”, mas, felizmente, como um problema.

A história de John du Pont é uma história do fanático, do errado e exagerado. É realmente uma história de chocar o público. Tanto pelo personagem quanto pelo que há por trás dele. Os diálogos são fundamentais nesse ponto. Quase toda fala de John, todo discurso que ele dava, trazia o elemento do patriotismo, do sonho de ser um bom americano, de fazer o correto e lutar pelo país. E toda fala trazia algo errado, fosse na postura ou na escolha de determinadas palavras, era percebido que algo estava errado.

O filme acompanha a criação do campo de treino Foxcatcher, onde John uniu um grupo de lutadores para ganhar as olimpíadas de 1988, com destaque para os irmãos Mark e David Schultz, os maiores lutadores de sua época. Vemos os bastidores de tudo, da ida de Mark até o campo de du Pont, onde treinou sozinho e foi aliciado pelo seu treinador a fazer coisas que não faria em outras situações, como usar drogas e cair nas mãos do álcool, até a chegada de David, que virou treinador da equipe e resolveu tentar ajudar o irmão.

Enquanto a história, durante boa parte, não tem grande destaque, as atuações são sublimes. O trio principal, formado por John du Pont (Steve Carell), Mark (Channing Tatum) e David Schultz (Mark Ruffalo), funciona em um nível quase absurdo. Carell pouco fala, mas sempre consegue transmitir o que era o problemático John, principalmente pela postura física, estranha e até mesmo agonizante, pelo modo de andar, falar ou pelo olhar. Ruffalo, aqui encorporando um personagem que aparece pouquíssimo, traz um carisma essencial para a história, servindo de contraste com Carell, por conta de suas ações, atuação mais aberta e harmoniosa. A sua atuação com Tatum funciona impressionantemente bem, trazendo um ar de cuidado e carinho na relação dos irmãos. E, por fim, temos o próprio Tatum, que apesar de ser o mais fraco entre os três, também consegue surpreender pela qualidade na representação do lutador com os problemas que surgem com a relação entre Mark e du Pont. Sua expressão no começo do filme chega a ser assustadora, assim como sua postura física, e com o passar do tempo as coisas só ficam mais intensas na maneira como ele demonstra os problemas que surgem na cabeça de Mark Schultz.

Foxcatcher é um filme de entrega pessoal. O cuidado na maneira como foi filmado torna a história extremamente humana, principalmente pelo modo como os atos foram montados, trazendo altos e baixos nos momentos certos para manter o espectador no jogo, especialmente no ato final, terminando com o choque que o filme guardou desde o começo. E, acima disso, é uma história do fracasso americano. É uma amostra de que coisas erradas podem sair de um discurso “de bem”. É um retrato de que o fanático patriotismo americano pode gerar frutos bem azedos, especialmente se regados com tanto narcisismo e poder.
Jorge Manuel G.
Jorge Manuel G.

6 seguidores 21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Filme que prende desde o inicio até ao fim com um argumento muito cativante baseado numa história verídica : um ricalhaço americano que apoiava lutadores de greco-romana para competir nas olimpíadas. Deveria estar nomeado para o óscar para melhor filme porque é muito superior a muitos nomeados nesta categoria .
Flávia T.
Flávia T.

5 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de março de 2015
FOXCATCHER – bem, mais um filme baseado em história real e com três grandes interpretações masculinas – sim, não se valeu da fórmula fácil de colocar uma mulher no meio para criar um eventual interesse amoroso e atrair o público.
Mas isso não quer dizer que não haja uma tensão sexual – bastante polêmica, aliás, porque foi questionada por uma das pessoas retratadas.
Carrell, Tatum e Rufallo estão incríveis. Menção honrosa para o primeiro, que se notabilizou pelas comédias, embora tenha um talento multifacetado. Quando o vejo, minha primeira lembrança não é The Office, e sim, o personagem tragicômico de Pequena Miss Sunshine, o único louco diagnosticado no meio de uma família disfuncional.
Aqui, ele usou pesada maquiagem, tem um olhar perdido e distante, que não revela nada do que está pensando. Isso contribui para o momento clímax, que surge do nada e é seco como seu personagem. Só ouvi expressões de surpresa no cinema – legal, né, porque são pessoas que foram ver o filme sem saber do que se tratava exatamente. Eu não tive esta paciência e já sabia o que ia acontecer. Problema das histórias reais...
O filme é difícil, porque não é fácil! Eu sei que é um tanto tautológico, mas vou tentar explicar: é difícil porque não estão claras as intenções dos personagens, eles têm várias camadas, várias nuances psicológicas, que são mostradas nos detalhes.
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