Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo
Média
3,8
569 notas

65 Críticas do usuário

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Matheus W.
Matheus W.

6 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Era uma grande promessa,apenas era. Uma história fraca,entendiante que não cativa a pessoa a ficar atenta e esperar cada vez mais sobre algo impactante,interessante no filme. Únicos fatores que foram bem feitos foram os técnicos(maquiagem e figurinos) no resto peca muito !
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de abril de 2015
Tenho que admitir que assisti duas vezes esse filme antes de escrever. Pensei, pensei e não chegava a uma conclusão, não poderia eu ter uma opinião contrária a maioria. Mas não teve jeito, depois de quase fritar( ou talvez fritei, depende de como você vai entender o texto) o cérebro, consegui achar a uma linha para falar desse perturbado filme.

Foxcatcher, conta a história verídica de um assassinato. Um milionário matou um ex-atleta em sua fazenda. Esse filme me revoltou de uma maneira que ninguém irá poder fazer essa medida. Primeiramente, esperei muito sobre o filme, a crítica só elogios, mas desde que comecei a ler sobre esse texto percebi que a relação critica e filme não batia como o de costume, não havia o entrelaçamento comum entre cenas do filme e a opinião do crítico.

Pegue qualquer crítica sobre o filme e leia atentamente, garanto que perceberá que não vai falar como é o filme, como são os personagens, e sim, vai dizer que o filme é belíssimo e que realmente chocou o mundo, o que é uma mentira, pois, chocou apenas os Estados Unidos.

Acredito que no filme, uma de suas linhas, são os problemas psicológicos, mas o diretor fez o favor de esconder tanto suas intenções que teve que ir explicar todas elas, ora, pelo que eu sei, quando eu explico uma piada, significa que eu não contei ela direito.

O diretor escondeu até seu ator principal atrás de uma maquiagem pesadíssima que só o deixo mais duro do que já era. Steven Carrel está estático no filme, quase não tem nenhuma expressão que possa ser usada para diferenciar qualquer sentimento ou a intenção de outra. Sempre a mesma fala pausada, sempre as mãos para trás, simplesmente pífio. Agora, gostaria de saber como foi parar nas indicações do Oscar deste ano.

Channing Tatum, se esconde atrás de seus músculos e se vê que ele realmente se empenhou, seja nos seus músculos, no entendimento da forma corporal de um lutador, mas ainda sim, não convence. E afirmo isto, pois, Mark Ruffalo, tem quase o mesmo personagem, um lutador, com a mesma expressão corporal, com quase a mesma quantidade de músculos, e se entende as sensações, as suas expressões e intenções. Acredito que a única coisa que se salve neste filme é a atuação de Mark.

Tem várias questões que devem ser creditadas ao seu diretor, cenas que não fazem sentido, parece que o filme tem várias pontas para se dar o nó. Como entender a cena do helicóptero?Pense, dentro da história, não há nada ali que acrescente. Mas o filme é longo e acaba por ser desgastante para quem assiste.

Portanto, o filme escondeu tanto o que queria dizer que acabou por não dizer nada. Entendo que é uma critica sobre o extremismo nacionalismo norte americano, mas entre tantas distrações que o próprio filme te proporciona, a história vira supérflua.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Quando anunciou-se que um novo filme sobre luta iria chegar aos cinemas fiquei animado. Só o gênero em si me atrai. Exemplos disso são a antologia Rocky (a qual sou fã há bastante tempo), além de grandes filmes como "Menina de Ouro", "O Lutador" e "O Vencedor". Eis que surge Foxcatcher. Além de ser de um gênero que eu costumo admirar, o filme foi bastante elogiado em festivais mundo a fora, além de ser lembrado em importantes premiações como o Globo de Ouro e o Oscar. Tudo isso só faz com que a expectativa aumente e que se espere não menos que um ótimo filme. É aí que Foxcatcher decepciona.

O filme conta a história real do campeão olímpico de luta Mark Schultz (Channing Tatum) que é convidado pelo bilionário John Du Pont (Steve Carell) a participar da equipe de luta Foxcatcher, um lugar com uma grande estrutura para treinos. Se não se tratasse de uma história real, a premissa do filme seria rídicula. Mas, como parece, as história mais reais são as mais difíceis de acreditar. Com uma premissa tão pouco rica a obrigação do roteiro era de desenvolver bem os personagens, fazendo com que o público se sentisse dentro daquele mundo. O roteiro, porém, não faz isso. Mark tem um bom desenvolvimento, mas não é um personagem pelo qual o público torce ou até mesmo se importe. John configura-se como aquele personagem que não sabemos o que esperar e isso causa uma certa tensão durante o filme. Porém os acontecimentos não se desenrolam e assim o público passa a não dar tanta importância ao personagem. Além disso, o roteiro apresenta situações em que não se explica o porquê de determinadas coisas. Isso torna a história deveras complicada. Isso tudo é fruto dum roteiro defeituoso e preguiçoso, pois não foi capaz de identificar os furos e corrigi-los.O final porém é o que salva o roteiro todo de ser um fiasco total. O clímax final é muito bem apresentado e apresenta acontecimentos que pegam o espectador de surpresa. A pena é que o roteiro não foi assim durante a maior parte do longa.

A direção é de Bennett Miller ("Capote", "O Homem que Mudou o Jogo"). Devido a sua carreira percebemos que o diretor gosta de filmar histórias reais em forma de ficção. Isso porque seus filmes não seguem diretamente a linha real da história. Isso não é um problema, afinal o cinema é uma forma livre de se expressar. Mas talvez em Foxcatcher, o diretor tenha exagerado um pouco. Sua direção é extremamente apagada. A câmera não dá fluidez ao filme. Nas cenas de diálogos e drama, a câmera acompanha pouco os personagens, focando somente em suas expressões faciais. Nessas cenas esse estilo de direção é válido. Porém, essa direção é mantida nas cenas de luta. Benett Miller deveria assitir "Menina de Ouro" para aprender como filmar uma cena de luta. Naquele filme, CLint Eastwood dá um show nos níveis de tensão e apreensão nessas cenas. Em Foxcatcher porém, as lutas não têm emoção e não existe aquela tensão para saber quem vai sair vencedor. Talvez a escolha do trabalho tenha sido errônea. O diretor, porém, consegue trabalhar temas interessantes sobre confiança e solidão, usando muito de artifícios como a cor preta e sombras.

O elenco é o diferencial. Channing Tatum demonstra potencial dramático. Ele conduz muito bem o filme, caracterizando bem os conflitos do personagem. Além disso, o ator está em uma forma física condizente com a do personagem. Isso demonstra um comprometimento profissional muito grande. Steve Carell também está muito bem. Deixando de lado o papel de idiota que fez nas comédias "O Âncora" e "O Virgem de 40 Anos", Steve faz um papel dramático duma forma muito convincente e desenvolve bem o que o diretor o pediu. Talvez o grande erro mesmo tenha sido o roteiro que o prejudicou na hora de dar um aprofundamento a mais ao personagem. O destaque do elenco porém é Mark Ruffalo. Ele interpreta o irmão de Mark. Servindo de uma figura paterna ao protagonista, Mark Ruffalo consegue demonstrar-se um ator versátil e extremamente eficiente. Além disso, o ator também está em plena forma física para o filme. Pode ser que esse seja o seu maior filme (artisticamente falando). O trabalho de maquiagem é excelente, destaque para a maquiagem de Steve Carell que muda totalmente o rosto do ator.

Outra coisa que me incomodou foi o subtítulo brasileiro. Em outras obras como "Whiplash - Em Busca da Perfeição", apesar de apresentarem subtítulos dispensáveis, são condizentes com o filme. Porém com "Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo" isso não acontece. Afinal, essa história chocou a quem? A maioria das pessoas não conhecia a história antes de ver o filme. O subtítulo brasileiro exagera muito ao dizer que trata-se de uma história que chocou o mundo. É triste criticar um filme com tamanho potecial. Este porém foi extremamente desperdiçado. Com roteiro e direção preguiçosos, filme sobre luta não é condizente com o gênero e apenas se destaca devido ao elenco surpreendentemente bom.
Darjan D.
Darjan D.

18 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Você corre o risco de dormir no meio do filme , o que salva é a atuação do Mark Ruffalo e do Steve Carell.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Sinceramente no começo eu detestei o filme,Historia longa,Muito parado achei que fosse até um karate kid mas adulto,Porém eu amei o final,Tudo bem que demora muito para as coisas acontecerem mas o final é de mais
Rodrigo J.
Rodrigo J.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Achei muito parado o filme, muito depressivo, o que salva são as atuações dos atores.
Barbara Martins
Barbara Martins

34 seguidores 18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
É comum assistirmos filmes baseados em fatos reais que utilizam elementos cinematográficos de forma a afastá-lo o máximo possível da realidade e aproximá-lo do "mundo mágico da ficção". Foxcatcher não é um desses filmes. O senso de realidade é expressivo do início ao fim. O longa trata da relação entre os irmãos medalhistas olímpicos em luta greco-romana, Mark (Channing Tatum) e Dave (Mark Ruffalo) Schultz, com o milionário John du Pont (um Steve Carell quase irreconhecível em um personagem que, por vezes, parece a caricatura de uma pessoa real), um convívio que acaba por tornar-se tóxico. Foxcatcher é tenso, coeso, equilibrado, sem frescuras, quase matematicamente calculado. A trilha sonora é sutil, assim como a representação do patriotismo americano, fragmento importante que sustenta o personagem de Carell e, consequentemente, muitas das motivações presentes na trama. A fotografia é um personagem à parte. Mas são longos os momentos de silêncio, seja da parte de Mark, um jovem focado inteiramente no esporte, e seus escassos argumentos, seja da parte de du Pont e seus longos olhares que traduzem o desequilíbrio psicológico do personagem.

Leia na íntegra em:
Diogo R.
Diogo R.

20 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
"Foxcatcher" é um filme que vai cair no esquecimento. A bem da verdade, um filme em que o grande destaque seja a transformação estética de um ator já gera uma desconfiança. Por outro lado, 5 indicações ao Oscar chamam a atenção. Pura ilusão.
John Du Pont é uma personagem instável e enigmática, portanto, bastante rica. Do começo ao fim não é possível entender o que realmente o motiva, principalmente ao investir em um wrestler. Talvez um rico que tenta dar algum destino ao próprio dinheiro. Talvez o amor pelo esporte. Talvez a vontade de aparecer. Ou mesmo o invocado patriotismo. A riqueza da personagem, aliada ao suspense que permeia todo o filme (o objetivo é a tensão no seguinte sentido: "onde tudo isso vai chegar?") causaram a justa indicação ao Oscar de melhor roteiro original. De fato, um filme diferente e com seus bons momentos. Monótono, é verdade, desprovido de linearidade... Talvez pudesse ser melhor, mas não é ruim.
Coube a Steve Carell dar vida ao sr. Du Pont. Com algumas marcas pessoais, mas uma transformação impressionante, o ator concorre ao Oscar de melhor ator, e a equipe, ao de melhor maquiagem e penteado. O primeiro, exagerado em demasia, o segundo, aceitável. O ator compreendeu que sua personagem precisava ser enigmática (acabou sendo demais), mas confundiu esse atributo com falta de personalidade. E outra: uma atuação longe de memorável, como todo o filme. Garanto que não entrará para a história. Mark Ruffalo também concorre ao Oscar (melhor ator coadjuvante). Como Carell, muito mais pela transformação do que pela atuação em si.
Por fim, o diretor é outro que concorre ao Oscar. Uma direção que optou por se destacar, em especial pelo ritmo inconstante dos acontecimentos - mas com uma filmagem estável (sem angulações ou dinamismo). O grande erro foi nos efeitos sonoros, com rupturas abruptas que incomodam demais.
No fim das contas, reitero, apenas mais um filme para cair no esquecimento.
Roberta A.
Roberta A.

3 seguidores 13 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de junho de 2015
A história é interessante, mas acho que faltou dinamismo. O roteirista se preocupou em insinuar para não abordar diretamente certos fatos, mas ficou sutil demais, parece que tem um desconforto no ar mas não fica claro o porquê e o filme fica pesado. Se vc quer se divertir não assista.
Leandro V.
Leandro V.

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de maio de 2015
Filme no mínimo "estranho". Um homossexual enrustido, frustrado, carente e cheio da grana que se achava o rei da cocada "branca". Um curta de 15 minutos matava a charada.
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