Blade Runner 2049
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4,0
1581 notas

164 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de outubro de 2017
Ótimo filme! Melhor ou mesmo nível do original de 1982 Blade Runner O caçador de androides. Roteiro magnifico, lento e magistral, possui uma atmosfera pouco visto no cinema atual, Fotografia é com certeza a mais bonita do ano, mas bem a frente das outras. Elenco poderoso e 80% dele tem grande destaque, Harison Ford é a melhor atuação do filme e ele está muito melhor do que no 1°, está forte, compenetrante e possui um ar sério fora da caixa do que ele é normalmente, Ryan Gosling assim como Ford merece ser indicado ao óscar 2018, ele está sombrio e quase onipotente, Robin Wright está muito bem em um papel eficiente, Ana de Armas está eficaz em papel difícil e de muita transparência, Já Jared Leto e Dave Bautista possuem papeis pragmáticos muitas vezes não funcionam. Blade Runner 2049 é Visualmente um dos melhores filmes da década, mas ao mesmo tempo demonstra sério poder de fogo ao telespectador, mas que não é para todo mundo, haja vista que possui atmosfera emblemática e escura.
Michaela L.
Michaela L.

9 seguidores 45 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de outubro de 2017
AAAAAAAAH que filme bom! Apesar de ser muito longo, mantem as caracteristicas de Blade Runner original! Entao o filme é meio lento, falas concisas e bem pensado. Tem que pensar pra entender!
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de outubro de 2017
Que filme senhoras e senhores! Que filme!

Ambientado em uma Califórnia futurista e noir, no ano de 2049, K (Ryan Gosling) é uma nova espécie de replicante desenvolvida e um blade runner à caça de seus pares que estão foragidos. Em uma investigação, K descobre que a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho. Sua missão será encontrar esta criança.

É continuação de Blade Runner: O Caçador de Androides de 1982 que gerou diversas divergências entre os produtores e o Diretor Ridley Scott até se tornar um ícone do cinema e do gênero de ficção científica. Agora, Scott retorna como produtor em uma obra que tende agradar quem gosta do gênero investigativo, aos fãs e a quem busca um entretenimento mais autoral e sensorial.

Dirigido pelo sempre elogiado Denis Villeneuve (A Chegada - 2016; O Homem Duplicado -

2013 ), há de se aplaudir (em pé) seu trabalho. Além de toda parte técnica e de narrativa que abrange este trabalho, um dos maiores reconhecimentos de autonomia de um Diretor está na questão do tempo de um filme. Em B.R. 2049 são 2h44min. Em termos comerciais, um absurdo: quanto maior o tempo em minutos de um longa, menos sessões haverá por dia. Ou seja, isso já demonstra o “poder” que o Diretor conquistou dentro do estúdio. Em contrapartida ao extenso tempo, Villeneuve entrega uma obra magnífica. Enaltece a mise-en-scène com uma fotografia extraordinária, paleta de cores interessantes e cenas instigantes, que exigem uma reflexão por parte do espectador. Não é um filme pipoca para se assistir passivamente.

Ryan Gosling consegue extrair do personagem as emoções pertinentes ao que “acredita” viver. É um trabalho exigente, já que o ator utiliza poucas expressões faciais. Mesmo num rosto sem qualquer sorriso, seu drama e dúvidas são traduzidos através de um olhar expressivo que transita pela paixão, incompreensão e raiva. Com bem menos tempo em cena, mas surpreendente pela qualidade de interpretação, está a vilã Luv (Sylvia Hoeks). Da mesma forma, com poucas expressões, ela consegue passar um ar de ternura e de pura maldade. O choro dela é o retrato de uma “pessoa” fria.

Para complementar um longa com fotografia pesada e escura que reflete um mundo perdido e um ambiente hostil e noir, é imprescindível chamar o magistral compositor Hanz Zimmer. Em seu melhor trabalho desde a trilogia do Cavaleiro das Trevas, Zimmer soube dosar uma trilha bruta e que em determinadas cenas vai trazendo a tensão ao público.

A experiência (em IMAX principalmente) é incrível. Villeneuve compõe com riqueza a mise-en-scène. Muitas cores fria que retratam a frieza de um replicante e a rigidez policial, com cores quentes a fim de humanizar determinados momentos e retratar o próprio deserto. Esta ambientação é complementada com as referências do primeiro filme, o que dá maior relevância à continuação.

Há algumas cenas magníficas: em especial, a do beijo entre K com Joi (Ana de Armas) e Mariette (Mackenzie Davis). É emblemática, misturando sensualidade e humanizando o momento. Aliás a personagem de Joi além de interessante por si só, tem um grande peso dramático que ajuda a compor a história de K e é um dos elementos mais interessantes de discussão sobre o filme.

Toda esta narrativa construída por Villeneuve é acertada até o seu final. Há uma cena discrepante com o resto da obra e o subaproveitamento de Rick Deckard (Harrison Ford). Nada que desprestigie o longa, que ainda traz uma cena memorável entre Deckard e K. Depois de 35 anos de espera, Blade Runner 2049 é uma das grandes obras deste ano.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de outubro de 2017
Claro que, mais do que remeter-nos ao filme original, BLADE RUNNER 2049, tem de ser visto com os olhos de agora, contando com a tecnologia de que agora se dispõe para fazer um filme desse nível. Só não gosto de datas estabelecidas para filmes de ficção científica, isso tira um pouco da graça por talvez mostrar uma data tão próxima da atual. No mais, o filme é primoroso. Cenários perfeitos, fotografia soturna, atores corretíssimos. Adjetivos são desnecessários para façanha tão grande como a do diretor Denis Villeneuve, suceder Ridley Scott é tarefa hercúlea.
Há cenas icônicas para um filme que, a despeito de ser uma continuação, já nasce clássico. Superlativo!
André Ricardo S.
André Ricardo S.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
Muito boa a sequência! A fotografia do filme muito bonita, o enredo e o elenco de primeira! Sou fã de ficção científica e do primeiro Blade Runner, o segundo é um sequência que continua uma história bem construída!
João Pedro F.
João Pedro F.

3 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de outubro de 2017
Blade Runner: um filme incrível, excelente em roteiro e atuação, e que nos empolga cada fez mais! merece receber muitos prêmios!
Vitinho S.
Vitinho S.

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de outubro de 2017
Melhor filme de 2017 ate agora, Ryan Gosling ta destruindo nesse filme, se for indicado ao Oscar, não seria injusto. A participação de Harrison Ford é legal, e até cômica no começo. um filme que é bem 2h40min conceitual e com cenas de ação relevantes e o final bem estigante e confuso, mas divertido. DENIS VILLENEUVE MELHOR DIRETOR ATUAL.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de março de 2020
Primeiramente acho esse filme melhor que o antecessor. Provavelmente, o melhor filme que já vi do ponto de vista técnico, visual e sonoro. Roteiro muito bem escrito, A atuação do Ryan Gosling como o oficial K foi magnífica. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
Giovanna B.
Giovanna B.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
Eu adorei o filme! Além de fazer muitas referências ao anterior, conta com um elenco bom e um roteiro que te prende surpreende. A cena final é tocante.. Além de trazer uma visão sobre humanidade e tecnologia.. É realmente um bom filme! Estou surpresa que não está fazendo o sucesso que deveria...
Gustavo P.
Gustavo P.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de outubro de 2017
Conseguiu ser imprevisível, surpreender, e não abusou nas cenas de ação. Manteve o clima do filme anterior. Precisamos de mais filmes nesse nível.
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