Blade Runner 2049
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4,0
1582 notas

163 Críticas do usuário

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Thais Trugílio D.
Thais Trugílio D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2017
À altura do primeiro! Roteiro bem amarrado. Para os fãs,muitas e muitas referências que são como um presente!!
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2017
A continuação do espetacular, “Blade Runner” de 82 consegue uma façanha impensável, ser tão bom, senão melhor, que seu antecessor, com um roteiro ótimo, boas atuações e uma direção de arte perfeita, Denis Villeneuve consegue de novo, já havíamos nos encantado com “A chegada” ano passado, agora ele faz nos apaixonarmos por seu filme, pra quem gosta de ficção cientifica é impossível não amar seu novo trabalho, que é o melhor filme de ficção cientifica dos últimos anos, superando até seu ótimo “a chegada”. O roteiro de “Blade Runner 2049” faz tudo aquilo que uma boa ficção tem que fazer , pensar um conceito de futuro alienado ao presente trazendo consigo uma critica e uma mensagem, o filme tinha tudo para ter uma continuação com um roteiro forçado, mas não, é um roteiro muitíssimo inteligente que traz um conceito novo alienado aquilo que vimos no primeiro, cheio de surpresas e encantamentos. Trazendo um futuro extremamente sexualizado, talvez inspirado no futuro de “Laranja Mecânica”, e com muitas influencias orientais nesse futuro, talvez pelo grande dominação econômica e populacional que a china vem tomando, não temos um futuro lindo e deslumbrante, ele é sombrio, sujo, sem vida, a onde o entretenimento e o sexo e a busca de qualquer relação com algo real é o objetivo de vida, é um futuro que põe em cheque nossas ações no presente, a onde o mundo já está poluído demais, obrigando um êxodo causando um desconforto social, a onde as marcas e as empresas exercem mais do que um poder financeiro, e politico, e sim um poder social, embora nada disso seja tratada diretamente no filme, mas tudo isso está lá, no cenário, nas interações, em tudo, o futuro mostrado em blade runner não é algo inédito- Até porque seu antecessor faz isso-, mas a forma como é mostrada é perfeita e viceral. Na parte técnica, "Blade Runner" é um espetáculo, com poucos efeitos especiais, e sim cenários incrivelmente vivos e absurdamente lindos, a direção de arte e fotografia do filme são perfeitas, é um contraste de puro deslumbramento mestrado com uma depressão que rodeia o filme, é um paleta de cores escuras, e parece que os cenários assim ficam ainda mais vivos e grandiosas, além de parecer que estamos vendo um filme dos anos 80 em 2017, e isso não é algo ruim, pois isso dá um charme inexplicável ao novo filme de villeneuve, não apenas na fotografia, mas na direção de arte em geral, até os botões, telas, maquinários, conceitos de tecnologia são os aplicados nos filmes dos anos 80, “Blade Runner já nasce um clássico" e é indicação certa no próximo óscar na categoria de fotografia, direção de arte e até figurino, visto que quase todos seus personagens tem sua própria personalidade oprimida no figurino em minúsculos detalhes, e que a crueldade do futuro não abre espaço a individualidade plena do figurino, e isso é bem retratado no filme, e não podemos deixar de citar sua ótima trilha sonora, que não é grandiosa ou épica, ela é sintética, discreta, quase nostálgica, brega e em alguns momentos conversa com a fotografia do longa. Apesar do filme conter um elenco magnifico, não temos nenhuma atuação que salta ao olhos, mas também não temos nada que estrague, Ryan Gosling está bem como replicante, consegue ser centrado, indiferente e ao mesmo tempo passar pequenos sentimento, Harrison Ford tem uma presença de tel absurda, quando o mesmo aparece é impossível notar em alguma coisa que não seja ele, além do mais, suas recentes voltas ao seus personagens clássicos faz todo mundo morrer de nostalgia e amores, salve um destaque para as ótima Robin Wright, que parece que ainda não saio de House Of Cards, mas isso combina com sua personagem, Sylviac Hoek, que tal como Ryan cumpre maravilhosamente bem seu papel, e também para Ana de Armas, que com seu holograma demonstra sua beleza tão incrível que acreditamos que é um holograma, além de fazer inúmeras metáforas sobre o amor virtual e descobertas amorosas, e o grande Jared Leto, que apesar de ter um ótimo figurino e ter uns designs incríveis em seus escritórios, sua atuação não convence e nem empolga. Denis Villeneuve emplaca outro grande filme, para mim o diretor já é um sucessor natural do grande Ridley Scott, e se Denis acabar sua carreira amanhã, já estaria consagrado. Enfim, contemplem um dos melhores filmes do ano, uma continuação mais do que digna a um dos maiores e melhores filmes de ficção cientifica de todos os tempos, bem atuado, bem roteirizado, bem dirigido, não consigo apontar um ponto fraco no filme e sim apenar o elogiar e aplaudir de pé.
Gustavo B.
Gustavo B.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de outubro de 2017
Muito ruim, lento, parado. Ótimo potencial, mas foi para o lixo. O cinema esvaziou antes do fim do filme, ninguém aguentava mais
Gabriel B.
Gabriel B.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2017
Fantástico filme, imperdível!!!
Achei tão bom ou melhor do que o original. Superou minhas expectativas. Recomendo
Alexandre D.
Alexandre D.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de outubro de 2017
Ritmo muito lento e cansativo, uma decepção pra quem assistiu o original. Muito longo e um 3D desnecessário, sem cenas de ação que justifique...
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de outubro de 2017
Que filme senhoras e senhores! Que filme!

Ambientado em uma Califórnia futurista e noir, no ano de 2049, K (Ryan Gosling) é uma nova espécie de replicante desenvolvida e um blade runner à caça de seus pares que estão foragidos. Em uma investigação, K descobre que a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho. Sua missão será encontrar esta criança.

É continuação de Blade Runner: O Caçador de Androides de 1982 que gerou diversas divergências entre os produtores e o Diretor Ridley Scott até se tornar um ícone do cinema e do gênero de ficção científica. Agora, Scott retorna como produtor em uma obra que tende agradar quem gosta do gênero investigativo, aos fãs e a quem busca um entretenimento mais autoral e sensorial.

Dirigido pelo sempre elogiado Denis Villeneuve (A Chegada - 2016; O Homem Duplicado -

2013 ), há de se aplaudir (em pé) seu trabalho. Além de toda parte técnica e de narrativa que abrange este trabalho, um dos maiores reconhecimentos de autonomia de um Diretor está na questão do tempo de um filme. Em B.R. 2049 são 2h44min. Em termos comerciais, um absurdo: quanto maior o tempo em minutos de um longa, menos sessões haverá por dia. Ou seja, isso já demonstra o “poder” que o Diretor conquistou dentro do estúdio. Em contrapartida ao extenso tempo, Villeneuve entrega uma obra magnífica. Enaltece a mise-en-scène com uma fotografia extraordinária, paleta de cores interessantes e cenas instigantes, que exigem uma reflexão por parte do espectador. Não é um filme pipoca para se assistir passivamente.

Ryan Gosling consegue extrair do personagem as emoções pertinentes ao que “acredita” viver. É um trabalho exigente, já que o ator utiliza poucas expressões faciais. Mesmo num rosto sem qualquer sorriso, seu drama e dúvidas são traduzidos através de um olhar expressivo que transita pela paixão, incompreensão e raiva. Com bem menos tempo em cena, mas surpreendente pela qualidade de interpretação, está a vilã Luv (Sylvia Hoeks). Da mesma forma, com poucas expressões, ela consegue passar um ar de ternura e de pura maldade. O choro dela é o retrato de uma “pessoa” fria.

Para complementar um longa com fotografia pesada e escura que reflete um mundo perdido e um ambiente hostil e noir, é imprescindível chamar o magistral compositor Hanz Zimmer. Em seu melhor trabalho desde a trilogia do Cavaleiro das Trevas, Zimmer soube dosar uma trilha bruta e que em determinadas cenas vai trazendo a tensão ao público.

A experiência (em IMAX principalmente) é incrível. Villeneuve compõe com riqueza a mise-en-scène. Muitas cores fria que retratam a frieza de um replicante e a rigidez policial, com cores quentes a fim de humanizar determinados momentos e retratar o próprio deserto. Esta ambientação é complementada com as referências do primeiro filme, o que dá maior relevância à continuação.

Há algumas cenas magníficas: em especial, a do beijo entre K com Joi (Ana de Armas) e Mariette (Mackenzie Davis). É emblemática, misturando sensualidade e humanizando o momento. Aliás a personagem de Joi além de interessante por si só, tem um grande peso dramático que ajuda a compor a história de K e é um dos elementos mais interessantes de discussão sobre o filme.

Toda esta narrativa construída por Villeneuve é acertada até o seu final. Há uma cena discrepante com o resto da obra e o subaproveitamento de Rick Deckard (Harrison Ford). Nada que desprestigie o longa, que ainda traz uma cena memorável entre Deckard e K. Depois de 35 anos de espera, Blade Runner 2049 é uma das grandes obras deste ano.
Marcelo B.
Marcelo B.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de outubro de 2017
Uma obra-prima da ficção que se comunica através de sua atmosfera sombria e pela contemplação das cenas e emoções dos personagens. Denis Villeneuve fez um trabalho incrível aqui como de costume. Um drama existencialista que não deixa de lado suas origens.
Karen K.
Karen K.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de outubro de 2017
Filme horrível, 2h 43 perdidos da minha vida!!! Filme não tem ação nenhuma, contexto chatíssimo que dá sono! Não vale a pena mesmo gastar dinheiro e tempo nesse filme!
Ursula H.
Ursula H.

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de outubro de 2017
O filme é LINDO. O cenário, o jogo de luzes x emoções, os efeitos. Perfeito.
A esperança, os sonhos, o prazer e tudo aquilo que permeia a existência é uma réplica do que um dia foi. A dúvida é: Sendo o personagem principal uma réplica por si só, torna tudo real para ele? spoiler: E quando sua esperança de ser relevante, de ter um destino é destruída? O que resta?
brunogoes
brunogoes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de outubro de 2017
Insanamente belo. Visuais realmente incríveis, direção maravilhosa e fotografia espetacular. A ascensão surpreendente que Villeneuve vem atravessando é absolutamente insana. O trabalho feito em Blade Runner 2049 por toda a equipe é sensacional. Os designers dos sets criaram algo excepcional. Um dos melhores filmes da década.
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