Blade Runner 2049
Média
4,0
1582 notas

163 Críticas do usuário

5
60 críticas
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13 críticas
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Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de dezembro de 2017
California, 2049. Após os problemas enfrentados com os Nexus 8, uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, de forma que seja mais obediente aos humanos. Um deles é K (Ryan Gosling), um blade runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles. Após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), K descobre um fascinante segredo: a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, mantido em sigilo até então. A possibilidade de que replicantes se reproduzam pode desencadear uma guerra deles com os humanos, o que faz com que a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envie para encontrar e eliminar a criança.

nada comparado a versão de 1982 Achei um bom filme mas muito comprido e cansativo na maioria das vezes me deu foi muito é sono⭐
W. Bernardo
W. Bernardo

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2017
Sempre quando Hollywood anuncia uma refilmagem, reboot ou sequência de um clássico do cinema como Blade Runner, as pernas de um verdadeiro cinéfilo tremem. Afinal, não foram poucas as vezes em que se assassinaram grandes histórias e personagens, em prol da extração de dinheiro fácil ao relançar um título de peso da indústria cinematográfica. Felizmente, esta sequência que chega aos cinemas com mais de 30 anos de intervalo de O Caçador de Androides, não fará ninguém, nem mesmo o fã mais ortodoxo, se decepcionar.
Por mais incrível que pareça, Blade Runner 2049 consegue ser uma continuação coerente e racional, que respeita o universo esboçado por Ridley Scott e o eleva aquele raro território onde uma sequência triunfa sobre a obra original. Sob a responsabilidade de Denis Villeneuve, um dos diretores mais visionários da atualidade, somos levados a uma história que chega aos limites da perfeição de um bom roteiro, que traz um elenco talentoso e bem alinhado com seus personagens, ótimas referências e homenagens ao longa de Scott, cenários e efeitos de grande impacto visual, e sequências de ação e emoção magníficas.
A trama principal nos apresenta à uma nova espécie de replicantes, ao qual se corrigiu os problemas apresentados pela Nexus 8. K (Ryan Gosling), é um Blade Runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles, que após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), descobre que a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, e que este segredo, que pode desencadear uma guerra entre replicantes e humanos, foi mantido em sigilo. Ao saber desta informação, a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envia para investigar o paradeiro da criança que representaria um avanço significativo na escala da evolutiva genética.
Certamente, esta busca já seria suficiente para fazer a história girar, mas paralelamente, presenciamos outros enredos, que em muito acrescentam ao universo da história. Um dos mais interessantes, é o relacionamento entre K e Joi (Ana de Armas), um programa de realidade virtual que possibilita uma companhia fiel e afetuosa para o replicante. Outra narrativa é encabeçada pela também replicante Luv (Sylvia Hoeks), que tem a mesma missão de encontrar e executar a criança de Rachel, e impressiona, pela frieza e determinação em seus atos de condenação da própria espécie. E há ainda, o magnata Niander Wallace (Jared Leto), que teve papel fundamental na recriação dos replicantes e na expansão da agricultura sintética.
Todos estes personagens, direta ou indiretamente, terão no desenrolar da história um forte motivo ou incidente para estar diante do saudoso caçador de androides Rick Deckard (Harrison Ford). E quando este entra em cena, e descobrimos o que um possível encontro com a criadora de memórias Dr. Ana Stelline (Carla Juri) pode significar, temos a certeza de que assim como em 1982, a história do cinema mais uma vez foi escrita.
Andre F.
Andre F.

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de janeiro de 2018
Visualmente espetacular com planos e enquadramentos de cair o queixo, com uma mixagem de som pulsante e energética, o filme se torna uma experiencia cinematográfica, mas que não consegue se sustentar com as suas 2 horas e 40 minutos em que se torna cansativo e entediante.
Leonardo B.
Leonardo B.

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de dezembro de 2017
Melhor filme de ficção científica de 2017. Ótima direção de arte, trilha sonora e roteiro. Foi mal nas bilheterias porque essa geração de hoje só valoriza filmes de super-heróis com piadinhas, senão com certeza teria uma continuação, basta ver as críticas aqui.
Antonio S.
Antonio S.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de novembro de 2017
alterna em bons momentos, com ótimas imagens e alguns momentos um pouco mais lentos. na avaliação final gostei.
Wladmir G.
Wladmir G.

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de novembro de 2017
Minha crítica é tendenciosa pois sou fã de carteirinha do primeiro Blade Runner, que talvez seja o melhor filme de todos os tempos e em minha modesta opinião o mais lindo final do cinema (na cena final do Roy: "... everything is lost in time like tears in the rain!"). Tive receio que o 2049 não fizesse justiça ao primeiro mas houve uma mais que agradável surpresa visto que este conseguiu resgatar todo o clima "noir" e sombrio do primeiro com os recursos tecnológicos atuais agigantando a obra. A maravilhosa cena de amor do primeiro entre Deckard e Rachel ganhou uma estupenda e comovente cena de amor virtual no segundo. Não é um entretenimento fácil para ser degustado pela maioria dos espectadores de hoje, infelizmente. É um filme para ser assistido como se degusta um bom vinho ou uma cerveja artesanal, sentindo as cores e os sabores ocultos e para ser lembrado por muito tempo. Uma obra-prima para marcar nossa época repleta de entretenimento fácil e descartável!
Lucas B.
Lucas B.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de novembro de 2017
Não entendi nada! Nem uma mísera frase desse carai de filme. Gostaria que a Sony, ou a cineart ou o Temmer me devolvesse meu dinheiro!
Misericórdia!
E não sei o que esse bando de gnt q deu 5 estrelas viu nessa bagaça de filme. Aposto q não entenderam nada e tão pagando de Kátia culta com vergonha de falar a verdade.
Quero meu dinheiro! E da próxima vez, dona Sony, tava um filme que nem aquela velha da sua professora de redação te ensinou, com começo, meio e Fim!
Passar bem!
Enio F
Enio F

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2017
Obra de arte. O filme é muito longo, exige conhecimento prévio do primeiro. Porém, na minha modesta opinião, foi acertado em tudo. Filme para se ver muitas vezes.
Nickson R.
Nickson R.

21 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2017
Filme legal, mas, MUITO lento na sua narrativa. Basicamente pra enrolar uma trama que poderia ser melhor explorada, dando espaço pra mais da cidade, ao invés da troca constante de locais no filme.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de outubro de 2017
A trama de Blade Runner 2049, filme dirigido por Denis Villeneuve, se passa trinta anos após os acontecimentos retratados em Blade Runner: O Caçador de Androides, filme de Ridley Scott. Ao contrário do que foi visto no primeiro filme, quando os replicantes eram vistos como uma ameaça ao ser humano e receberam a pena de morte, após serem considerados ilegais na Terra; na continuação, os replicantes voltaram a conviver pacificamente com os humanos, na medida em que foi desenvolvida uma nova espécie mais obediente aos desejos do homem. Apesar disso, a pena de morte que foi aplicada aos replicantes mais evoluídos continua valendo.

O oficial K (Ryan Gosling) – que é um dos replicantes obedientes – começa Blade Runner 2049 com a missão de eliminar um membro de sua própria espécie. Na medida em que ele vai investigando a fundo a cena do crime, um segredo ameaça ser revelado, o que o obriga a ir em busca de Rick Deckard (Harrison Ford), que andava desaparecido há 30 anos.

O que chama a atenção em Blade Runner 2049 é a maneira como a Terra é retratada. Quase como um planeta inóspito, que evoluiu em termos da tecnologia, mas que, ao mesmo tempo, mantém intactas certas ilhas como a Deckard ocupa e que nos mostram, num lampejo, um pouco do que o nosso habitat já foi.

Da mesma forma, o filme apresenta uma visão bem interessante sobre o oficial K. Por mais que não o conheçamos profundamente, as motivações dele ao ir em busca de Deckard, além de pessoais, são fundamentais para que o roteiro escrito por Hampton Fancher e Michael Green desenvolva certas subtramas que encontram eco justamente no clássico que é o primeiro filme dessa série (mesmo que algumas delas sejam muito mal aproveitadas).

Blade Runner 2049 é mais um acerto na filmografia do diretor canadense Denis Villeneuve. O filme tem características estéticas muito marcantes, com destaque para a direção de fotografia de Roger Deakins (com a mistura de cores estouradas e cores mais frias, dependendo dos ambientes em que as cenas acontecem), a trilha sonora de Benjamin Wallfisch e Hans Zimmer, bem como o trabalho desenvolvido pela equipe de som e de efeitos visuais. Sem dúvida, uma continuação que não passa vergonha, quando comparada à obra original.
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