Blade Runner 2049
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4,0
1582 notas

163 Críticas do usuário

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Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2018
O significado de vida artificial sempre gerou controvérsias dentro do cinema conforme sua abordagem, sendo a adaptação da obra de Philip K. Dick um marco ao tratar isso de forma peculiar e filosófica.

A continuação do longa lançado em 1982 é digna de nota por diversos elementos. BLADE RUNNER 2049 tem uma narrativa sólida e exige atenção do expectador para perceber a importância de cada detalhe, ainda que reflexivo; dispõe de uma fotografia que salta ao olhos com cores, elementos e planos brilhantemente aproveitados pelo diretor Denis Villeneuve; efeitos visuais grandiosos em escala e qualidade; trilha sonora soberba e bem casada com cada situação; além do ótimo elenco que ainda traz um Harrison Ford mostrando porque sua fama de ator o precede.

Não é um filme que será aproveitado por qualquer um, haja vista sua história que vai muito além do visto da telinha, mas possui detalhes de sobra para ser considerado um filmaço.
DJ A.
DJ A.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de janeiro de 2018
Pra quem assistiu o primeiro, há 35 anos atrás, e foi empolgado assistir esta continuação, é uma decepção só. Filme lento, chato, cansativo, roteiro muito ruim, a trama toda é essa, uma replicante que teve um filho. Ponto. Nem a cativante presença de Harisson Ford salva o filme. Aliás, só a beleza de Ana de Armas é atrativo para assistir o longa.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2018
Sem espaços e na íntegra galera: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/01/12/rezenha-critica-blade-runner-2049/

Um dos filmes que mais aguardei o lançamento para assistir na tela do cinema e que não pude pois não veio para a região, uma lástima porque é um primor gráfico desde o primeiro segundo de filme. Me arrependo amargamente de não ter ido conferir em IMAX na cidade Ribeirão que fica à 100 Km de onde eu moro.Ah! E quem reclama de um baita filme como Blade Runner é porque tem no mínimo preguiça de pensar e espera um filme de ação e correria estilo Velozes e Furiosos (nada contra eu até assisto Velozes, mas é a pura verdade!). Confiram a “rezenha” crítica de Blade Runner 2049.

O filme se passa trinta anos após os acontecimentos do primeiro Blade Runner (não estamos nem perto do que tentaram passar no filme de 1982, felizmente. Confiram a “rezenha” crítica dele aqui) onde que durante este período ocorrem dois eventos cruciais na história e que são até comentados neste novo filme , o Blackout e a compra da Corporação Tyrell (empresa que criava os Replicantes) por Wallace (Jared Leto), para quem é fã da franquia ou quer ficar 100% inteirado antes de assistir o 2049 fica a dica de que existem três curtas oficiais que foram especialmente criados para explicar estes acontecimentos do filme e servem como introdução ao novo filme (estão no Youtube). Se você assistir 2049 sem assistir estes curtas não fará diferença, mas depois que acabei de ver o filme fui correndo assisti-los de tão pilhado que eu fiquei com o universo que revitalizaram.

O oficial K (Ryan Gosling) é um Blade Runner, ou seja, caçador de Androides e na busca incessante e fatal pelos últimos replicantes ainda fabricados pela Corporação Tyrel acaba descobrindo um segredo que pode afetar o modo como tudo é regido no mundo (isso mesmo não estou exagerando galera, na hora achei pastelão mas depois tem todo sentido).

Falar dos efeitos visuais e fotografia de Blade Runner é chover no molhado, ainda mais quando se trata da direção de Denis Villeneuve, que mesmo fazendo filmes sem alma (vide A Chegada, confiram “rezenha” aqui) nunca deixou a desejar nos quesitos técnicos seja qual foi seu projeto, não era pra menos, uma obra desta magnitude que originalmente fora dirigida nos anos 80 por um Ridley Scott ainda inspirado e que neste felizmente limita-se a produzir e roteirizar não poderia ter chamado um diretor melhor, se não fosse o canadense, seria de Christopher Nolan. Muitas cenas são memoráveis e emocionantes para quem ama essa tal de sétima arte.

Apesar da ansiedade não estava botando muita fé na história em si, afinal o filme foi vendido como se fosse mais do mesmo em sua essência, um remake e passagem de bastão disfarçado, entretanto as questões filosóficas e o desenvolvimento da obra surpreenderam-me, mostraram que o filme foi vendido ou divulgado de forma errada e que na verdade não entregaram nada no trailer, graças a Deus deixaram o melhor pro filme mesmo, ufa! Uma obra épica totalmente original sem esquecer-se de onde veio, uma aula de como se faz!

Um roteiro que desenvolve-se sem pressa e sabendo para aonde vai e quer chegar. O que me deixa mais puto é a grande maioria que fala que não gostou do filme por ser longo, porra se você vai assistir um filme e vê a duração (se isso é um pré requisito para você não gostar de filmes longos) e se depara com 165 minutos nem vai assistir então, se for usar essa desculpa que o filme não é bom. Todo mundo é livre pra gostar e odiar o que quiser e respeito quem não gostou por outros motivos, mas usar o tempo como isso chega a ser ridículo. Existem sim filmes excessivamente longos e que poderiam ser encurtados, mas a narrativa com a densidade e riqueza que criaram é impossível, como já adiantado, criaram dois curtas oficiais para não deixar o filme mais longo do que já é.

A apreensão estava pela trilha sonora que não seria do Vangelis e tanto eu como muita gente também estava apreensiva, no cinema existem vários exemplos de clássicos onde resolveram alterar a trilha sonora clássica e cagaram, mas dessa vez o dia foi salvo (ou futuro?), afinal Hans Zimmer estava no projeto e conseguiu transmitir nas diversas panorâmicas pelas cidades e cenas, ora com ação, ora extremamente dramáticas, as mesmas sensações que há trinta anos Vangelis também conseguiu. Uma tristeza injustificável e a desesperança tomando conta de nossos corações, um clima árido e pessimista que fisga os divagantes.

As discussões sobre ser ou não ser um humano e o peso de carregar a dádiva da vida foram atualizadas e são transmitidas sem ficar cansativo, você fica querendo inverter os lados das classes a todo o momento, fora outras questões abordadas durante o longa que são todas pertinentes e te fazem refletir.

Todo o elenco escolhido a dedo, Jared Leto eu achava que seria um vilão o filme todo mas ele quase nem aparece bem dizer, no entanto a intensidade do personagem e o que ele pode ainda trazer ao universo obriga a começarem PRA JÁ gravarem uma continuação e não esperarem mais trinta anos. Ryan Gosling e os demais atores (incluindo o Dave Bautista) estão excelentes, destruindo (no bom sentido) em suas respectivas atuações, conseguem trazer à tona tudo o que cada personagem representa, inclusive os sentimentos inexistentes que por exemplo replicantes teoricamente não tem.

Blade Runner 2049 poderia ter caído no famoso conto do vigário: superprodução, elenco oscarizado, super diretor transformando-se em uma bomba sem relevância alguma manchando toda a história e peso que seu anterior tinha. Só que não!

Conseguiu reinventar-se, em tempos onde a tecnologia não é novidade e não instiga o público a ficar temeroso como nos anos 80 (com exceção de Black Mirror), ainda sim traz questionamentos como a tecnologia pode ser nociva, nos distanciar do que é real como por exemplo um relacionamento. Fora isso Villeneuve deu uma aula de como respeitar uma franquia com a sua ótica e metodologia sem ficar curvando-se aos estúdios, respeitando os antigos fãs mas com uma nova história e como consequência conquistando muitos outros.

O engraçado é que a história se repetiu nos cinemas, ambos com bilheterias baixas, sendo considerados um “fracasso” financeiro, mas aí entra uma antiga discussão sobre quantidade e qualidade, também entra nessa como exemplo o filme Mãe! (confiram “rezenha” crítica e o que significa), o melhor filme de 2017 em todos aspectos também não conseguiu boa bilheteria. Será que fora o Mulher Maravilha (que além de boa bilheteria foi um filme excelente e com uma representatividade essencial) alguns outros serão lembrados e cultuados daqui alguns anos?

Iria assistir de novo? Com certeza, mas em um dia com tempo pra ficar de boa!

Minha nota é 5/5.
Marco Aurélio R.
Marco Aurélio R.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de janeiro de 2018
Uma obra de arte. O melhor filme de ficção científica do século XXI até o presente momento. Brilhante em todos as aspectos.
Aline R.
Aline R.

6 seguidores 11 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de janeiro de 2018
"propositalmente lento", lento é chato, não importa se de propósito! Assisti por causa da crítica, me arrependi de ter perdido quase 3 horas nisso, se ao menos houvesse ação, concordância, um final tocante... nada.
Alexandre S
Alexandre S

92 seguidores 150 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
Apesar de ter um clima noir é muito longa. Mas vale a pena ver de novo Harrison Ford atuando. Final é interessante
Vi Gabriel
Vi Gabriel

5 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
O BLADE RUNNER: O caçador de androides merecia um continuação, adaptou o primeiro filme com uma pegada mais "futurista" ainda. Agora sendo o protagonista spoiler: um replicante desde o começo do filme, mas, no meio do filme trazendo aquela duvida
, como o primeiro abordou bastante esse "ser ou não ser". Os atores fizeram bem o papel proposto para eles, a relação de K com a JOI foi bastante interessante e a volta de Harrison Ford nesse filme foi simples, mas, encaixo-se direito na trama. O figurino \ fotografia foram perfeitos, para os fás que estavam tanto esperando. Gostaria de uma trilogia que encaixaria muito bem, principalmente mostrando as colonias interstelares terrestres e a revolta dos replicantes.
Elaine R.
Elaine R.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de janeiro de 2018
Assisti ao filme em 1982 umas dez vezes. Tentei ver novamente no ano passado e não consegui, a linguagem é outra para os dias de hoje. Mas a trilha sonora, nossa... ainda toca na minha lembrança, é o melhor do fiilme. Se ao menos uma vez tocasse aquela música ou algo tivesse a qualidade daquela lembrança, eu não ficaria tão decepcionada.
Eu esperava uma nova leitura do filme, e o que assisti foi muito ruim, leeeentoooo. Dá sono, enredo é fraco demais. Estou triste pq a expectativa era grande...
henriqque
henriqque

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2018
Filme muito bom, bem tramado e que prende a atenção do espectador do começo ao fim. Mas não achei esta obra prima toda não como tem muita gente escrevendo. Já cheguei a ler de críticos famosos que trata-se do melhor filme de Ficção Científica de todos os tempos... Menos... Pode ser que eu seja negativado aqui mas o filme deixou a desejar em alguns aspectos, apesar de ser muito com conforme eu falei. Atuação muito convincente de Ryan Gosling mas por outro lado muito mal aproveitada a participação de Harrison Ford que pra mim é um baita ator, mas que só aparece no terço final do filme e nem tem tanta relevância suas cenas. Jared Leto também faz uma participação bem razoável. No mais, um ótimo filme. Recomendo.
Daniel D.
Daniel D.

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2017
Blade Runner 2049 é um filme que retoma um grande universo criado na década de 80, mas que sem dúvida tem identidade própria. Começa com uma breve introdução para situar a assistência e em seguida a apresentação do futuro distópico não tão distante : um mundo cinza, que constantemente caem cinzas e neve, em que grandes espaços são ocupados por lixões a céu aberto. Uma breve cena de ação introduz o policial K, um Replicante que caça outros replicantes, que encontra dois objetos raros nesse universo : Uma árvore e uma flor. O filme então se desenrola de forma primorosa, no qual o policial K, um replicante que faz muito bem seu trabalho por que não tem alma, como diz sua chefe, deixa de ser um número de série para se tornar Joe, um humano com sentimentos e memórias genuínas. Uma mistura de Táxi Driver com Pinóquio. Um elenco de peso (Harrison Ford, Ryan Gosling, Jared Leto etc) acompanhado de suas respectivas excelentes atuações incrementam ainda mais no peso do filme. Repleto de questionamentos mais introspectivos, ainda assim é um filme eletrizante e repleto de ação. Nada de mais uma sequência futurística cheia de luzes que os estúdios fazem para lucrar mais, muito menos os "cults" parados, Blade Runner 49 é, sem dúvida, o filme que você passou o ano esperando pra ver e não sabia.
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